Ideias na Mesa - Blog


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postado por Lucas Oliveira Teixeira em Quarta-feira, 19 de Outubro de 2016

No contexto da sociedade brasileira não é incomum encontrar véus que dividem as classes, as raças, etnias e gêneros. Violências do mais diversos tipos, são algumas das diferenças que estes grupos muitas vezes enfrentam. 

Devido ao processo de construção social ou muitas vezes familiar desde a infância, é comum que se doutrine, mesmo que subconscientemente, os indivíduos à projetarem suas personalidades conforme as expectativas socialmente tidas como "normais". Sobre o gênero feminino, com o passar do tempo, ficou incumbida a tarefa de manutenção da instituição familiar, as tarefas domésticas e, por consequência, da alimentação de seus próximos. 

Uma refeição em família é, para muitos, um momento de reunião do núcleo familiar já que a exaustiva jornada de trabalho tende a distanciar o contato entre pais, filhos e cônjuges. Naquele momento trocam-se memórias, divertem-se juntos, comem e bebem, e são realizadas as interações que os laços familiares. Nesse contexto, o [Biblioteca] de hoje destaca o livro Mulheres do recanto: Antes de saber o que eu como, deixa eu contar como eu vivo. 

O livro, tem como objetivo apresentar o processo de ensino-aprendizagem e as repercussões da ação de Educação Alimentar e Nutricional desenvolvida com dois grupos de mulheres da cidade do Recanto das Emas. É fruto de um projeto de pesquisa desenvolvido por educadoras/pesquisadoras do Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília (OPSAN/UnB), mediante financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A intenção da equipe de educadoras/pesquisadoras era compreender o contexto e as dinâmicas da alimentação na perspectiva de gênero e realizar uma ação de EAN que fosse planejada e executada com a participação ativa das pessoas envolvidas, à luz do Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as Políticas Públicas (MREAN), publicado em 2012. Assim, por meio de um conjunto de oficinas, as diferentes dimensões do espaço social alimentar foram abordadas, discutidas e registradas em imagens, sons e documentação cartográfica.
O documento está disponível, inteiramente, em nossa Biblioteca.




postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 18 de Julho de 2016

“A transformação, eu tenho certeza, vem através da semente. A semente que a gente resgata, a semente das organizações, a semente das atitudes. Tudo tem que ser pela semente, porque nós somos uma semente. E isso não precisa aprender numa faculdade. Isso você tem que sentir que está na hora de mudar."
(Lourdes Bodaneze)

 

Esse é o sentimento que move as camponesas do  Oeste de Santa Catarina  que participam do curta "Mulheres da Terra", produzido pela Plural Filmes, que está no [Comida na Tela] de hoje.

As agricultoras Joana Fernandes Sebben, Edel Schneider, Lourdes Bodaneze, e Rosalina Nogueira da Silva, participantes do Movimento de Mulheres Camponesas e  Guardiãs de Sementes Crioulas, contam como esses dois movimentos fizeram diferença em suas vidas tanto na questão da emancipação das mulheres como na forma de produzir na terra o seu sustento.

Ressaltam a importância da mudança de paradigmas tanto nas relações dos seres humanos com a natureza, a partir do fortalecimento da agroecologia, como na construção de novas relações sociais de gênero. Trazem também a importância dos conhecimentos tradicionais de cultivo resgatando assim suas origens quilombolas e indígenas.

Veja a força feminina (e feminista) das mulheres do campo, mostrada quase que de forma poética nesse curta:



postado por Lucas Oliveira Teixeira em Quarta-feira, 29 de Junho de 2016

O gênero feminino fora e é subjugado em numerosos aspectos da vida social, ora por longas jornadas de trabalho, tarefas domésticas e menoridade salarial em relação a contra parte masculina desse sistema trabalhista, ora pela objetificação e invasão de seus corpos, mente e alma.

A despeito de ao redor do globo existirem cerca de 2,5 milhões pequenas agricultoras, criadoras, habitantes das florestas e pescadoras, cujos conhecimentos e trabalho cumprem papel fundamental na sustentabilidade dos diversos sistemas alimentares; e a comunidade mulheril agrícola e extrativista somar 15 milhões de pessoas, representando 47,8% do montante de moradores do meio rural, apenas 16% destas são titulares das terras onde moram. Artigos mostram o quanto as mulheres trabalham e como estão engajadas em praticamente todas as atividades agrícolas e extrativistas, assumindo jornadas de trabalho muito extensas. Mesmo assim, elas continuam com restrição de acesso aos recursos produtivos, bem como o reconhecimento do seu trabalho ainda é colocado em questão.

senhora na fazenda

 

O [Biblioteca do Ideias] desta semana destaca o editorial de Maria Emília Lisboa Pacheco na revista Agricultura V.6 nº 4, sobre as ações do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC). Esta mostra a forma com que esse movimento busca construir um projeto de agricultura camponesa baseado nos princípios da Agroecologia. Um projeto que garanta a soberania alimentar enquanto direito, questione o patriarcado, afirme a auto-organização das mulheres e as reconheça como sujeitos políticos. A Campanha Nacional pela Produção de Alimentos Saudáveis expressa a dupla face de questionamento, tanto do modelo de produção capitalista quanto da opressão patriarcal vivida pelas mulheres.

Os dados apresentados são ponto de deflagração para pautas de economia feminista no campo, e não feminina, como Hildete Melo, coautora de um estudos da revista, o dissera no lançamento da revista, uma vez que este visa lançar um olhar engajado, buscando desvendar as mulheres que normalmente as estatísticas econômicas ignoram.

O artigo está disponível na Biblioteca.


Por Giphy

foto de capa: Morguefile



postado por Maína Pereira em Terça-feira, 28 de Junho de 2016

Para você, qual o real conceito do direito humano à alimentação adequada?

Hoje no [Pensando EAN] compartilhamos um vídeo com o Flávio Valente da FIAN* que traz a reflexão sobre o tema.

Para ele, “garantir esse direito significa muito mais do que garantir que a pessoa coma e encha a barriga. O direito à alimentação é muito mais do que isso. Ele inclui a qualidade da alimentação, em ter uma alimentação sem agroquímicos, sem contaminação, variada, colorida e que tenha todos os nutrientes necessários para a saúde e qualidade de vida. ” Além disso, ao se tratar da alimentação na perspectiva de direito, a participação social é essencial na decisão de como devem ser os processos de produção, distribuição e demais etapas do sistema alimentar para a garantia de um acesso universal a alimentos de qualidade e quantidade adequadas.

No vídeo, além de comentar a respeito de mecanismos de exigibilidade do direito à alimentação adequada, Valente destaca três dimensões que são fundamentais na compreensão deste direito: Soberania Alimentar, Gênero e Nutrição.

Assista ao vídeo para saber melhor sobre esses elementos e refletir sobre o conceito e importância do DHAA:

 

* A FIAN Brasil é uma organização nacional, laica e apartidária, que integra a rede da FIAN Internacional, organização de Direitos Humanos que trabalha em nível mundial pela realização do direito humano à alimentação e nutrição adequada com status consultivo elas Nações Unidas. A sigla da FIAN é uma abreviação de “FoodFirst Information & Action Network”, que no Brasil é registrada como Rede de Ação e Informação pelo Direito a se Alimentar.



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Sexta-feira, 14 de Agosto de 2015

Como foi noticidado por todo o Brasil, aconteceu em Brasília, nos dias 11 à 13 de agosto a Marcha das Margaridas, cujo lema foi: “Margaridas seguem em marcha por desenvolvimento sustentável com democracia, justiça, autonomia, igualdade e liberdade”.

Aproveitando essa temática o [Comida na Tela] apresenta hoje o documentário "As Sementes", uma produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O filme reúne inúmeros relatos e experiências de mulheres protagonistas do movimento agroecológico por todo o Brasil, como no Assentamento Mulunguzinho no Rio Grande do Norte, o Assentamento Dandara dos Palmares na Bahia, entre outros.

 

O cenário construído pelas mulheres e a agroecologia modificou a cultura da exploração que permeava esses lugares, onde explorava-se as mulheres, a terra e a natureza. Contudo pelo pilar agroecológico isso foi modificado ao longo dos anos e refletiu mudanças sociais, econômicas, culturais e ambientais, visíveis nas comunidades e principalmente na vida dessas mulheres. 

  

Através de políticas públicas e incentivos governamentais e não-governamentais, como o PAA e o Pnae, essas mulheres modificaram suas realidades e conquistaram autonomia para viver no mundo público e estabelecer uma nova relação com o meio ambiente, garantindo a sua segurança alimentar e nutricional e de toda sua família. 

"Eu acho que a agroecologia para mim virou isso, virou você pensar no futuro, o futuro sem aquecimento global, o futuro pensando em tudo que você possa imaginar que é natureza", diz uma das agricultoras no filme.

Você pode conferir esse documentário completo na [Biblioteca do Ideias], clicando aqui.



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Terça-feira, 11 de Agosto de 2015

Valorizando o papel das mulheres roceiras, doceiras, poetisas, feirantes, trabalhadoras rurais e urbanas dentro do contexto da educação alimentar e nutricional o [Pensando EAN] e aproveitando 5ª Edição da Marcha das Margaridas que tem por lema esse ano: “Margaridas seguem em marcha por desenvolvimento sustentável com democracia, justiça, autonomia, igualdade e liberdade”abordará algumas reflexões da AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia: Mulheres roceiras, mulheres doceiras e as muitas mulheres que convivem numa só, sobre o papel dessas mulheres em seus contextos sociais e familiares com a alimentação.

É inegável o papel da mulher, seja nossa avó, mãe ou tias, dentro da cultura e na formação da identidade alimentar de nossas vidas. O papel das mulheres como produtoras de bens, gestoras do ambiente e portadoras de uma lógica não destruidora da natureza, já é visto como fundamental dentro de nossa sociedade e mostrou-se necessário a necessidade do empoderamento destas perante a sociedade, dando-lhes autonomia econômica, cutural e política.

Cora Coralina, doceira, poeta e agricultora, partilhou a ideia de que várias mulheres convivem numa só: “vive dentro de mim a mulher cozinheira (…); a mulher do povo (…); a mulher roceira, (…), trabalhadeira, madrugadeira, bem parideira, bem criadeira (…)”

Cora, escritora exímia e doceira de mão cheia, que sempre trouxe em suas poesias referências e um resgate ao comer, militou em diversas causas a favor da mulher, entre as quais, o voto feminino e sua história é revivida repetidas vezes sem perder a força e graça na vida de mulheres do campo.

"É o caso de Dona Juju, de 69 anos, moradora do município de Magé, Região Metropólitana do Rio de Janeiro. De família de agricultores, nasceu e foi criada na roça. Já foi cozinheira, costureira, garçonete, serviu cafezinho na rádio Tupi, onde até fazia comentários no ar, mas foi na lavoura que encontrou motivação e prazer. Juju conta das dificuldades em ser reconhecida como agricultora tanto pelo sindicato rural como pelas entidades governamentais de assessoria técnica. O caminho para se manter na roça começou pelos doces. Numa cozinha comunitária, junto com as amigas Lourdes e Guida, transformou sua colheita em geleias e compotas". 

"Mesmo em meio aos vários papéis que exercem no dia a dia, essas guerreiras não perdem a força nem o riso. Sempre sorriem quando olham para o futuro. E se são indagadas sobre o que é ser agricultora, as roceiras, doceiras e feirantes, descobrem-se poetas. A poesia também é para comer. Se a comida alimenta o corpo, as palavras alimentam a alma". 

De acordo com Renata Souto, assessora técnica da AS-PTA revela o quanto os quintais domésticos são relevantes para autonomia dessas mulheres e que a agricultura urbana deve ser incentivada: “O quintal é o lugar da segurança alimentar, da tradição, da complementação da renda da família e de estratégias de conservação da biodiversidade”.

"No lugar onde florescem frutos e folhas que alimentam e cuidam de suas casas, florescem as oportunidades para superar as condições desiguais das relações sociais de gênero". 

O reconhecimento da mulher na produção de alimentos vem sendo reivindicada e discutida com maior abrangência tanto nas organizações da sociedade civil e Estado e hoje inúmeras políticas públicas visam diminuir essas disparidades de gênero que existem, principalmente entre mulheres e homens do campo, ressaltando a sua importância em busca da segurança alimentar e nutricional e de uma alimentação saudável e adequada a todos. 

"Essa é uma luta constante, em que as mulheres, tal como escreveu Cora Coralina, vão descobrindo as muitas mulheres que convivem numa só. É a roceira, a doceira, a gestora do ambiente, a empoderada, a militante, a engajada, a guerreira, a batalhadora e vencedora, que estão sempre em marcha".

 
 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 06 de Maio de 2015

Em março deste ano o Ministério do Desenvolvimento Agrário lançou a “Coletânea sobre estudos rurais e gênero – Prêmio Margarida Alves 4ª Edição – Mulheres e agroecologia” que dá visibilidade às práticas agrícolas desenvolvidas pelas mulheres rurais, que representam 47,9%, segundo o IBGE, de toda a população rural do país.

As suas práticas são fortes ferramentas para estimular a igualdade de gênero na agricultura e na sociedade em geral e acaba gerando um espaço de visibilidade às lutas dessas mulheres se firmarem como protagonistas de transformações no meio social e cotidiano.

A Coletânea lançada dialoga com as políticas públicas desenvolvidas pelo governo federal que visam estimular a agroecologia e a produção de orgânicos no país, como o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, executado pelo MDA, além de outras. Contudo o foco de todas é o mesmo, estimular o desenvolvimento da agroecologia em conjunto com uma economia feminista solidária e a segurança alimentar e nutricional.

“A agroecologia é instrumento de empoderamento das mulheres, é resistência e mecanismo de superação da dominação patriarcal, se vista sob a ótica feminista” diz Magnólia e Sarah, autoras de um dos ensaios que fazem parte da publicação.

Essa edição da Coletânea aborda trabalhos com temas diversos como: protagonismo das mulheres na produção e comercialização agroecológica, saberes tradicionais, políticas públicas, organização social, articulação em redes, entre outros.

Por finalidade esses temas buscam promover o papel das mulheres dentro do movimento agroecológico e como a participação de acadêmicas (os), das trabalhadoras rurais e das entidades representativas podem desenvolver políticas públicas que fortalecerão os movimentos de mulheres, da segurança alimentar e nutricional e da agroecologia.

O Prêmio Margarida Alves de Estudos Rurais e Gênero e a coletânea de artigos são promovidos pelo MDA – por meio da Diretoria de Políticas para as Mulheres Rurais e Quilombolas (DPMR) e do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (Nead) –, pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O nome do prêmio é uma homenagem a Margarida Maria Alves, a primeira mulher eleita, em 1973, para a presidência do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba. Em plena ditadura militar, Margarida foi uma das pioneiras na luta pelos direitos dos trabalhadores rurais. Ela tornou-se um símbolo político e tem seu nome carregado em uma marcha que reúne todos os anos, em Brasília, no dia 12 de agosto, milhares de mulheres trabalhadoras rurais: a Marcha das Margaridas.

Confira essa coletânea de trabalhos aqui na Biblioteca do Ideias!



postado por Maína Pereira em Sexta-feira, 20 de Março de 2015

Por Rafael Rioja Arantes

tomate

Tomates Verdes Fritos (“Fried Green Tomatoes”) é um clássico do cinema internacional adaptado de um livro, que obteve duas indicações ao Oscar em 1991. Apesar de ter sido dirigido há mais de duas décadas, o enredo traz à tona reflexões que desafiaram tabus para a época e que permanecem atuais, como a discriminação racial, conflito de gêneros e o papel da mulher na sociedade. Para os apreciadores de um bom filme, tem uma bela fotografia, destacando cores e sabores, e trilha sonora como outra qualidade que a película possui. 

O enredo se desenvolve a partir de um encontro entre uma senhora que gosta de contar histórias e outra mulher a beira dos quarenta com problemas pessoais. A partir deste encontro toda a problematização destas questões gira em torno das trocas que acontecem entre as duas.

Ainda que alimentação não seja o foco principal do filme, a temática está fortemente presente nas cenas e na relação dos personagens com suas próprias emoções. Tanto é que, não por acaso, a preparação de tomates verdes fritos dá nome ao restaurante das protagonistas e ao filme. Algumas cenas trazem alimentos mais frescos, vindos da terra, parecidos com aqueles pratos cheios de afeto que nossos (bis)avós costumavam preparar.

Fica aqui a dica de um programa cultural para o fim de semana, reúna-se com amigos, familiares, ou pessoas queridas para degustar este filme. Para os que curtem uma experiência mais integral, separem aquela panela do fundo da dispensa, compre uns bons tomates verdes, e se aventure nos seus próprios tomates verdes fritos!

Segue o vídeo de como prepará-los, e mesmo que você não tenha experiência alguma na cozinha vale a tentativa, pois o mais importante é a diversão de partilhar o alimento.

 

Direção: Jon Avnet

Nacionalidade: EUA

Gênero: Drama/comédia

Ano: 1991

124 min


 



postado por Maína Pereira em Terça-feira, 03 de Junho de 2014

Se tantas pessoas falam em inclusão das mulheres e de uma perspectiva de gênero na segurança alimentar, por que a situação de mulheres e meninas em termos de segurança alimentar ainda não melhorou?

Essa foi uma questão levantada no grupo de trabalho sobre Gênero, Nutrição e o Direito à Alimentação Adequada do congresso mundial da Associação Mundial de Nutrição em Saúde Coletiva (WPHNA), o World Nutrition Rio 2012. Flavio Valente, secretário geral da FIAN em âmbito internacional, apresenta em vídeo exclusivo para o evento, algumas reflexões sobre o papel que podemos ter, ao utilizar a abordagem do Direito Humano à Alimentação Adequada como instrumento de luta para superar esse problema. 

Assista e reflita:

 

Pensando EAN

O Pensando EAN é um espaço para reflexões e citações sobre diversos temas relacionados à Comida, Cultura e Educação Alimentar e Nutricional. Nessa semana apresentamos um vídeo de Flavio Valente, secretário geral da FIAN em âmbito internacional, que foi produzido para ser exibido em um grupo de trabalho sobre o tema no Congresso Mundial de Nutrição no Rio de Janeiro em 2012.

A FIAN (FoodFirst Information & Action Network), organização em que Flavio faz parte, é a Rede de Ação e Informação pelo Direito a se Alimentar. A FIAN é uma Organização Internacional de Direitos Humanos que trabalha em nível mundial pelo Direito a se Alimentar, como ONG especializada com Status Consultivo das Nações Unidas. Conheça mais sobre o projeto: FIAN Brasil e FIAN International.



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