Ideias na Mesa - Blog


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postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 27 de Março de 2017

O [Você no Ideias] dessa semana apresenta uma experiência realizada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal que percebendo a escola como um ambiente estratégico para a promoção da saúde e para formação de cidadãos conscientes e críticos em relação à sua alimentação, usou da gastronomia para estimular o consumo de uma alimentação saudável pelos estudantes. 


O projeto ficou conhecido como "Chef e Nutri na Escola” e aconteceu em três encontros, sempre realizados na Unidade Escolar. 

O primeiro encontro teve como objetivo de apresentar o projeto para toda a equipe, planejar datas e definir o cardápio. No segundo, Nutricionistas, chefe de cozinha ou representante de curso de Gastronomia e estudantes (de preferência todos os alunos da UE)debateram sobre alimentação saudável, boas práticas de manipulação e segurança alimentar, por meio de uma palestra, uma oficina ou uma mesa redonda. Além disso, a cozinha era apresentada aos estudantes.

No último encontro era hora de "colocar a mão na massa"! Os alunos eram conviodados a preparar refeições na cozinha da UE com o auxílio de um chefe de cozinha ou estudantes de gastronomia, sob supervisão do professor Gastrônomo, e acompanhamento dos nutricionistas. 

Essa experiência está sendo realizada na Rede de Ensino do DF!

Para ter acesso a essa experiência na íntegra acesse aqui!

 


Em 2017 vamos continuar valorizando a Educação Alimentar e Nutricional. Assim como a Diretoria de Alimentação Escolar - SEDF, você pode ter a oportunidade divulgar uma experiência aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 06 de Fevereiro de 2017

A experiência de hoje foi conduzida por graduandos de Nutrição da Universidade Federal de Campina Grande e aplicada em uma escola municipal da região. O objetivo foi promover saúde através de uma semana com atividades relacionadas à Alimentação Adequada e Saudável envolvendo os escolares, extensionistas e professores da escola.

O público alvo da experiência foram os alunos do pré I da educação infantil ao 5° ano do ensino fundamental I. As atividades foram realizadas durante cinco dias, e contaram com o apoio e contato prévio da direção da escola e de alunos voluntários do curso de Nutrição. As intervenções foram planejadas com base nos parâmetros curriculares nacionais para educação infantil e ensino fundamental e o guia alimentar para a população brasileira.

No primeiro momento, foi realizada uma fase de diagnóstico a partir do diálogo com as crianças para verificar o entendimento delas relativo à alimentação saudável. Após este contato inicial, os membros do projeto produziram cartazes realizados juntamente com os alunos e professores, e trataram de temáticas como alimentação saudável, comida de verdade, alimentos processados e ultraprocessados. No dia seguinte, foi realizada uma sessão "Cine Saudável" com a exibição do filme Nutriamigos seguido de uma conversa mais descontraída sobre alimentação saudável. Uma outra atividade de conteúdo mais lúdico foi a "contação de histórias" utilizando o livro "Repasto Literário", já compartilhado como experiência aqui no Ideias.

     

A semana contou ainda com um componente de avaliação do estado nutricional das 128 crianças  e terminou com um piquenique ao ar livre entre todos os profissionais e alunos envolvidos. Durante esse momento de confraternização, também foi explorada a comensalidade com alimentos in natura.

Em relação aos resultados observados após a implementação da semana, foi constatada um interação positiva entre os educadores, coordenadores da escola e o público infantil confirmada com mais de 90% de respostas das crianças afirmando que "gostaram ou adoraram" as atividade da semana.      

Para ler a experiência na integra e conferir mais fotos acesse aqui.     


Em 2017 vamos continuar valorizando as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Iara Matos, você pode ter a oportunidade divulgar uma experiência aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!

    



postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 09 de Janeiro de 2017

A experiência do [Você no Ideias] de hoje surgiu em 2013, mediante a preocupação das nutricionistas e profissionais da educação que notavam pouco ou nenhum interesse dos estudantes pelo consumo das saladas durante o almoço na escola. 

O nome do projeto desenvolvido é "Saladômetro" para dar a ideia de "medir o consumo de saladas", de forma que os participantes refletissem sobre o quanto de salada estão comendo e descobrissem o quanto seria ideal.

Dentre os objetivos do projeto, destacam-se:

- Incentivar o consumo de alimentos vegetais favorecendo as escolhas saudáveis durante as refeições;

- Demonstrar a importância do consumo de saladas e frutas, especialmente na hora do almoço;

- Possibilitar o contato com diferentes preparações à base de vegetais, mostrando que o sabor e aparência das saladas e frutas podem variar e ampliar suas possibilidades de consumo/aceitação;

- Conscientizar os estudantes a respeito dos cuidados com o refeitório/espaço destinado à alimentação, boas maneiras à mesa e higiene pré e pós refeições;

- Reduzir o desperdício de saladas, frutas e guarnições a base de vegetais durante o almoço nas escolas integrais.

A base do projeto é a formação continuada das professoras, articuladoras e demais profissionais das escolas que ofertam educação em tempo integral, no sentido de sensibiliza-las como multiplicadoras de informações sobre o consumo alimentar saudável e sustentável entre os estudantes da unidade educativa em que atuam.

As formações são baseadas em dinâmicas de trabalho em Alimentação Saudável realizadas com equipe multidisciplinar (professoras, nutricionistas, bióloga, entre outros) e têm como principais pontos de abordagem:

  • Elaboração de planos de ação para EAN ao longo do ano letivo
  • Visita monitorada dos estudantes ao Circuito da Alimentação Saudável no Mercado Municipal de Curitiba e Atividade de EAN na escola realizada pela Unidade Móvel de Segurança Alimentar (parcerias com Secretaria Municipal do Abastecimento)
  • Propostas de revitalização/Boas maneiras no refeitório/Autonomia no servimento dos estudantes
  • Inserção de conceitos da Educação Ambiental/Horta

A princípio, cada multiplicadora recebia também um gráfico para cada turma de sua escola, no qual as crianças colavam uma figura, sobre seu nome, sempre que consumissem todos os itens do almoço. Com o passar do tempo, notou-se que a ferramenta mais eficaz para estimular o consumo de saladas foi  fazer com que cada estudante percebesse o quanto consumia antes e o quanto passou a consumir depois de experimentar mais, produzir seu próprio alimento e receber orientações sobre alimentação saudável. A partir daí, surgiram muitas formas de “medir o consumo de salada”, como os registros fotográficos anteriores e posteriores às abordagens, murais e até mesmo o “Desperdiçômetro”, instrumento utilizado para medir a quantidade de alimentos que os estudantes descartavam e gerar reflexão.

Desde então, anualmente o projeto vêm sendo ampliado e realizado nas unidades educativas de Curitiba.

Para saber mais sobre essa experiência acesse aqui.


Em 2017 vamos continuar valorizando as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Liziane Mery Laufer Rodrigues, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!




postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

No post de hoje você vai conhecer a experiência realizada em Morro Grande, Santa Catarina, que teve como objetivos divulgar o dia mundial da alimentação, estimular hábitos alimentares saudáveis e alertar sobre o desperdício de alimentos.

Para isso, a nutricionista responsável pela alimentação escolar do município e a orientadora pedagógica, realizaram uma roda de conversa que tinha uma "caixa sensorial", como peça motivadora da conversa. Além da caixa, os pequenos experimentaram novos alimentos tentaram adivinhar o que era com os olhos vendados. 

                                 

Após esse momento, a turma se organizou para a higienização das mãos e das frutas que seriam usadas para preparar uma salada de frutas. Essa preparação foi feita pelas próprias crianças e segundo as idealizadoras da experiência, "as crianças foram ótimas na preparação da salada e já podem ser ótimos auxiliares na cozinha"!

Depois de preparar e comer a sala de frutas, as crianças foram organizadas em grupos de 6 e visitaram a cozinha para uma conversa com a merendeiras sobre a separação do lixo.  

Para encerrar o projeto foi realizado o "dia da MELECA". Nessa atividade, a nutricionista juntamente com a equipe da escola, preparam a meleca feita com farinha de trigo, amido, óleo de soja, beterraba, cenoura e sagu.

       

Para saber mais sobre a experiência e seus resultados, clique aqui!

 

Em 2016 buscamos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a ANA PAULA MAGAGNIN, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 03 de Outubro de 2016

A experiência de hoje evidência atividade de educação alimentar e nutricional realizada por estudantes do curso técnico de nutrição com pré-escolares do Centro Educacional de Japaratuba/SE.

O objetivo da atividade foi trazer aos escolares conceitos sobre uma alimentação saudável de maneira lúdica e com linguagem acessível a faixa etária. Para tanto, o grupo realizou uma visita na escola para ter um primeiro contato na fase de diagnóstico, e posterior a este momento, foram elaboradas quatro etapas com as crianças.

Na primeira delas, a equipe promoveu uma apresentação de teatro com fantoches mostrando os benefícios de uma alimentação saudável e os malefícios do consumo de alimentos ultraprocessados. Frutas, vegetais assim como alimentos processados foram utilizados como personagens para captar a atenção do público e dialogar sobre alimentação. A atividade seguinte juntou a explicação dos benefícios do consumo de alimentos saudáveis com oficinas de desenhos para que as crianças fixassem os conteúdos de maneira visual.         

Na terceira etapa as crianças foram vendadas e colocadas a provar alimentos explorando os sentidos do tato, olfato e paladar em atividade denominada TOP. Nesta etapa também foram passadas informações sobre a importância de higienizar as mãos. Durante a quarta e última etapa as crianças vestiram avental e toucas e foram orientadas a montar um espetinho saudável provando frutas inclusive que algumas delas nunca tinham tido contato.

O grupo de nutricionistas que conduziu as atividades de educação alimentar e nutricional observou uma grande adesão por parte das crianças que se mostraram interessadas principalmente com as atividades de fantoches e na parte sensorial TOP. Eles relataram que os escolares tiveram ações positivas incluindo expressões não verbais e outras manifestações como o relato de provar alimentos pela primeira vez.  

       


 

 



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 15 de Agosto de 2016

Partindo da ideia da importância da autonomia no contexto da alimentação e de esta estar relacionada com a diminuição do desperdício, a experiência que o [Você no Ideias] traz hoje apostou na mudança da estrutura do serviço da cozinha escolar para alcançar tais pontos.

A Escola de Educação Básica Encruzo do Barro Vermelho teve seu refeitório transformado em self-service, onde,  no momento da refeição as crianças  eram acompanhadas pelas professoras que auxiliaram e incentivaram os alunos a fazerem boas escolhas alimentares, mas sempre preservando a autonomia.

Ao estimular a degustação dos alimentos variados e transformar as perparações em pratos mais atrativos com decorações, o desperdício praticamente sumiu, pois os alunos passaram a colocar a quantidade que necessitam no prato.

O "Projeto Refeitório" conseguiu atingir todos os seus objetivos! Depois dessa atividade, os alunos passaram a se servir sozinhos, colocando quantidade suficiente para satisfazer a fome, prática que também levou a redução do desperdício de alimentos. Outro aspecto interessante da experiência é que as crianças passaram a conhecer e manipular utensílios da prática culinária!

Para saber mais sobre essa experiência acesse aqui!


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como Claudia Beatriz de Medeiros, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 16 de Maio de 2016

Que tal transmitir conhecimentos acerca de costumes alimentares indígenas e de alimentos regionais de forma lúdica para escolares? A experiência de hoje vem do Centro Educacional da Primeira Infância (CEPI) em Sobradinho – Distrito Federal, e propõem uma atividade com este propósito.

O objetivo além da transmissão de conhecimento ao público infantil, foi incentivar o consumo de alimentos presentes em nossa cultura como o milho e a mandioca. Com o intuito de aumentar o interesse e criar o ambiente lúdico, foi contada primeiramente a lenda da mandioca para o público formado por crianças de até 6 anos de idade.

 A lenda conta a história da pequena índia chamada “Mandi” que faleceu ainda na infância e foi enterrada por seus pais dentro da oca, como de costume em sua tribo. Poucos dias depois começou a brotar uma planta que tinha a raiz marrom por fora e branca por dentro da cor da pequena Mandi. Em sua homenagem e juntando a simbologia da oca, foi dado ao tubérculo o nome de “mandioca”.

Após a contação de história, a nutricionista que coordenou a atividade usou uma mandioca de verdade como fantoche, enfeitada com olhos e boca, para “conversar” com as crianças e aprofundar a atividade. Para a colação das crianças foi servido milho na espiga e mandioca cozida com o intuito de encerrar a atividade de uma forma que as crianças não apenas conhecessem, mas também provassem os alimentos.       

Como resultado da atividade, foi relatada uma alta adesão do público infantil em virtude do momento lúdico da contação de história e mais ainda por conta da interação com o fantoche da mandioca in natura. Em relação ao lanche, a aceitação do milho e da mandioca foi praticamente total. Também foi observada uma maior aceitação de verduras durante o almoço. 

Confira a experiência completa neste link.


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Débora Castilho, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!

 

 



postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Segunda-feira, 25 de Abril de 2016

Quem nunca foi a uma peça de teatro, que atire a primeira pedra!

O teatro é uma forma de expressão artística-cultural extremamente importante para a construção e desenvolvimento da inteligência emocional, do senso crítico, da firmação humana e imagética. Reunindo elementos como música, dança, artes plásticas, literatura e comunicação, o teatro consegue ser um excelente instrumento de educação alimentar e nutricional para qualquer público.

O [Você No Ideias] de hoje traz uma experiência teatral lúdica e educativa especialmente voltada para crianças de uma creche de Brasília - Distrito Federal.

Elaborada pelos estagiários de nutrição Rafael Arantes, Lara Saeles e Amanda Guimarães da Universidade de Brasília e sob supervisão da nutricionista Shirlei de Jesus, a peça trazia como objetivo incentivar o aumento no consumo de raízes , através de personagens feitos de alimentos in natura, como a batata, cenoura e inhame.

Confira algumas fotos:

 

 

 

 

Que tal montar uma atividade como essa na sua cidade? Os resultados serão super legais! Você pode trabalhar vários conceitos!

Se quiser saber mais, acesse o link com a experiência completa aqui

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Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como na experiência de Brasília - DF, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 13 de Abril de 2016

A escola é uma instituição responsável pela formação de pessoas que estão em processo de desenvolvimento. Todos que estão ali (professores, funcionários, alunos, pais, donos (as) de cantinas), que formam a comunidade escolar, precisam estar envolvidos com o processo educativo, porque a vida, a saúde e a preparação de um futuro melhor e mais saudável para nossas crianças e jovens é uma responsabilidade não só do Estado ou da família, mas de todos nós.

E a escola também tem o papel de educar a criança para que ela se torne um cidadão crítico, que saiba fazer escolhas adequadas e de forma responsável, inclusive as escolhas alimentares.

É neste ambiente de educação que também se encontra a Cantina Escolar, a quem cabe também um papel ativo muito importante como estimuladora de hábitos alimentares saudáveis e influenciadora na formação do indivíduo, dentro do ambiente escolar.

Sendo assim, o [Biblioteca do Ideias] vem destacar o “Manual das Cantinas Escolares Saudáveis: Promovendo a alimentação saudável”. O Manual foi elaborado pela Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde em parceria com o Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição (OPSAN).

 

Ele tem por objetivo principal apoiar a transformação de cantinas não saudáveis, passando de forma clara e simples, informações sobre a importância da alimentação e nutrição, bem como estratégias de implantação da cantina saudável.

O Manual é um guia para todos(as) donos e donas de cantinas escolares que queiram transformar seus estabelecimentos em locais para a promoção da alimentação saudável. Nele contém informações fundamentais sobre Alimentação e Nutrição: o que é um lanche saudável e como promovê-lo; orientações sobre normas de higiene; estratégias e sugestões de um cronograma para implantar a cantina saudável, dentre outras.

A publicação é também a apostila utilizada pelo curso online: Cantinas Escolares Saudáveis - promovendo a alimentação saudável, disponibilizado pela Rede de Alimentação e Nutrição do Sistema Único de Saúde - RedeNutri. O curso, assim como o manual, é voltado para donos de cantinas e demais integrantes da comunidade escolar e tem por finalidade a reflexão sobre o papel que a cantina pode ter na promoção da alimentação adequada e saudável no ambiente escolar.

 

Quer saber mais?

Confira o manual completo em nossa Biblioteca! E para acessar o curso online da Redenutri clique aqui!

Além do Manual e do curso da redenutri, há também o site - Cantina saudável: http://www.cantinasaudavel.com.br/

 



postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Segunda-feira, 11 de Abril de 2016

Você já ouviu falar naquele ditado "O lixo de um é o tesouro de outro"? Em sua grande parte, plantas consideradas como ervas daninhas ou pragas, podem ser utilizadas na alimentação diária da população. Ricas em diversos nutrientes, são uma forma sustentável de complementar e diversificar pratos, dando a eles novos sabores, texturas, odores, cores e significados. Alguns exemplos dessas Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) são: ora-pro-nóbis, major-gomes, dente-de-leão, serralha, urtiga, azedinha, tansagem, fisális, hibisco, capuchinha, calêndula, amor-perfeito e rosas. Assim, percebe-se que essas plantas representam um universo infinito de possibilidades que na maioria das vezes, desconhecemos.

Foi pensando nisso, que uma aluna da Universidade do Vale do Rio dos Sinos , Monique Hans, criou um projeto de utilização de PANCs na alimentação escolar. O presente estudo foi desenvolvido com 81 escolares entre 7 a 10 anos, de 3 escolas públicas do município de Harmonia, no Rio Grande do Sul.

Assim, no decorrer de 1 ano, 7 etapas foram aperfeiçoadas e implementadas, a serem descritas a seguir:

1) atividades sobre alimentação saudável relacionadas a frutas e verduras (Conhecendo frutas e verduras): esta etapa consistiu em uma atividade de educação nutricional, onde frutas e hortaliças eram apresentadas aos alunos, desde a degustação, até atividades de artes com pinturas e desenhos.

2) atividades para explicar a definição e os tipos de PANC (Conhecendo as PANC): esta atividade consistiu na degustação e explicação do conceito e utilização de PANCs.        

3) visita a um produtor local (Horto das Margaridas): foi realizada visita a uma agricultora produtora de PANCs, que demonstrou o local de plantação, além de oferecer lanches que continham esses ricos alimentos, como pão de urtiga com geleia e chá de hibisco.

4) oficinas culinárias utilizando as PANC: estas oficinas culinárias foram realizadas na escola, onde algumas receitas foram preparadas e compartilhadas, como:  pizza de ora-pro-nóbis, azedinha e capuchinha, e suco verde de ora-pro-nóbis e azedinha.

5) elaboração de uma horta escolar de PANC: com o auxílio dos alunos, uma horta foi elaborada dentro do espaço das escolas. 

6) testes de aceitabilidade das preparações com PANC: algumas semanas após a realização das oficinas culinárias, esses mesmos alimentos eram implementados na merenda escolar, para verificar a aceitabilidade e diferença entre os dois momentos.  

 7) atividades com os pais dos alunos para explicar a importância dessas plantas: Por fim, reuniões e palestras eram realizadas com os pais, afim de destacar a importância e viabilidade da utilização dessas plantas na alimentação escolar.

 

 Confira abaixo algumas das receitas ensinadas aos alunos neste projeto:

 

 

 

Confira também algumas fotos tiradas durante a realização do projeto:

 

 

 

 

 

 

Que tal conhecer um pouco mais dessas plantas e testar infinitas possibilidades na cozinha? Vale a pena!

 

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Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como na experiência de Harmonia - RS, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!

 

 



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