Ideias na Mesa - Blog


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postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Sexta-feira, 28 de Agosto de 2015

Como disse uma vez o chef de cozinha Alex Atala: “a comida é uma excelente arma de sedução”, nossa recomendação de filme do [Comida na Tela] de hoje envolve amor e comida, melhores pedidas hein?!

O filme é “O amor está na mesa”, uma deliciosa comédia romântica que faz uma imersão na culinária francesa, recheada de confusões, sonhos, comidas e muitas paixões.

O longa é uma produção francesa e dirigida pelo cineasta Jean-Yves Pitoun. O filme conta a história do jovem cozinheiro americano, Loren, que serve os pratos mais requintados na Marinha americana, entretanto após uma discussão com um dos oficiais, ele é expulso da corporação.

Na tentativa de iniciar uma nova vida, ele vende sua motocicleta e decide seguir rumo à França. Ao chegar nas terras de Napoleão, o jovem tenta uma vaga na cozinha em um dos restaurantes 4 estrelas mais badalados da cidade.

 

De um sonho torna-se a realidade de Loren e ele passa a integrar a equipe do excêntrico e rabugento chef Boyer e ajudá-lo a driblar os críticos gastronômicos, para a casa não perder as estrelas e possa pagar as dívidas.

Contudo Loren não contava que fosse se apaixonar pela filha do chef e começa a viver uma intensa história de amor que reúne a arte de cozinhar e o coração.

Assista e encante-se com esse obra-prima da sétima arte!

 
Confira o trailer logo abaixo: 


 

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Sexta-feira, 21 de Agosto de 2015

O fim de semana está chegando e por que não uma boa comédia para descontrair? Aqui vai a nossa indicação “Casamento Grego”.

O enredo traz a história da personagem Toula Portokalos (Nia Vardalos) - filha de uma família grega bastante tradicional que reside nos Estados Unidos - uma garçonete de 30 anos que trabalha no restaurante da família. Seu pai tem uma personalidade extremamente patriotista e a história se desenrola a partir de sua insatisfação com que sua filha se case com um não grego.  

Além de divertida, a trama apresenta é claro alguns componentes relacionados à cultura alimentar que merecem os créditos.

A alimentação grega, umas das classificadas como mediterrânea, é conhecida mundialmente como sinônimo de saúde por ser baseada em um consumo significativo de frutos do mar, óleos vegetais e produtos integrais. Além do aspecto nutricional, ela é também sinônimo de abundância, festividade e encontros familiares.

O filme evidencia bastante o aspecto cultural-familiar que o ato de comer propicia. Na primeira cena do filme Toula ouve a seguinte frase do pai: “Você deve casar com um homem grego, fazer filhos gregos e alimentar todo eles”. Apesar de certa carga machista, que vai se desarmando ao longo do filme quando Toula, as tias e a mãe assumem o protagonismo, já fica clara a afinidade entre a cultura grega e a comida.

Assistindo ao filme com um olhar voltado para o ato de comer, é perceptível que as decisões mais importantes são na grande maioria das vezes conversadas em torno da mesa. É tomando um café no restaurante da família que os pais e a tia de Toula decidem que ela deve ir para Grécia arranjar um marido. 

Trabalhando na empresa da tia Toula se apaixona pelo britânico Ian, o que deixa seu pai extremamente contrariado. Na tentativa desesperada de arrumar um pretendente grego para sua filha o patriarca marca seguidos jantares (mais uma vez girando em torno da comida) em sua casa, mas sem sucesso.

Depois de muitos dramas a família grega resolve aceitar Ian, e é marcado um banquete com a família inteira para conhecer o rapaz. Durante a festa acontece outro fato curioso quando uma das tias diz que está muito feliz em conhecê-lo e que gostaria de cozinhar para ele. Toula constrangida diz que ele é vegetariano e por isso não come carne. A tia chocada pergunta “como é possível ele não comer carne?”, a festa inteira o encara até que a tia traz a solução: “pois bem, eu faço carneiro então”.

Fica bastante evidente o aspecto cultural da alimentação ao longo do filme durante todos estes momentos. Programe o seu olhar “culinário” ao longo do filme e Aproveite para dar boas risadas no fim de semana!


 

 

 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Sexta-feira, 14 de Agosto de 2015

Como foi noticidado por todo o Brasil, aconteceu em Brasília, nos dias 11 à 13 de agosto a Marcha das Margaridas, cujo lema foi: “Margaridas seguem em marcha por desenvolvimento sustentável com democracia, justiça, autonomia, igualdade e liberdade”.

Aproveitando essa temática o [Comida na Tela] apresenta hoje o documentário "As Sementes", uma produção da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O filme reúne inúmeros relatos e experiências de mulheres protagonistas do movimento agroecológico por todo o Brasil, como no Assentamento Mulunguzinho no Rio Grande do Norte, o Assentamento Dandara dos Palmares na Bahia, entre outros.

 

O cenário construído pelas mulheres e a agroecologia modificou a cultura da exploração que permeava esses lugares, onde explorava-se as mulheres, a terra e a natureza. Contudo pelo pilar agroecológico isso foi modificado ao longo dos anos e refletiu mudanças sociais, econômicas, culturais e ambientais, visíveis nas comunidades e principalmente na vida dessas mulheres. 

  

Através de políticas públicas e incentivos governamentais e não-governamentais, como o PAA e o Pnae, essas mulheres modificaram suas realidades e conquistaram autonomia para viver no mundo público e estabelecer uma nova relação com o meio ambiente, garantindo a sua segurança alimentar e nutricional e de toda sua família. 

"Eu acho que a agroecologia para mim virou isso, virou você pensar no futuro, o futuro sem aquecimento global, o futuro pensando em tudo que você possa imaginar que é natureza", diz uma das agricultoras no filme.

Você pode conferir esse documentário completo na [Biblioteca do Ideias], clicando aqui.



postado por Rafael Rioja Arantes em Sexta-feira, 07 de Agosto de 2015

A relação entre o mineiro e o queijo é tão complementar que nos permite brincar com a reflexão: Quem veio primeiro, o mineiro ou o queijo?  

Dirigido por Helvécio Ratton, o documentário é descrito como político e poético segundo revela o subtítulo. A poesia remonta todo um cenário que envolve a produção e consumo do queijo que por sua vez, possuí uma forte conexão com a cultura mineira. A parte política, se dá no fato de que entre 2000 e 2013 - o documentário foi produzido em 2011 - o queijo produzido de forma artesanal era um artigo "proibido", pois não podia ser comercializado para fora de Minas Gerais por conta de Leis regulatórias.

Esta história começou no século XVIII quando aventureiros portugueses se mudaram para região em busca de ouro. A receita e o modo de preparo dos queijos vieram das regiões produtoras e tradicionais de Portugal. O alimento era uma forma de conservar o leite nas longas jornadas para os garimpos, garantindo uma fonte de alimento.

Aproximadamente 30 mil famílias vivem da produção de queijo artesanal no estado de Minas. Cada região possuí um tipo de queijo - com odor, características e sabor próprios - que geralmente leva o seu nome, como por exemplo, o da Canastra e do Serro. Os queijos destas regiões foram registrados como Patrimônio Cultural dada sua importância tradicional e fabricação artesanal. Entretanto, no ano de 2000, o Ministério Público com participação das grandes empresas de laticínios, determinou que o queijo artesanal deveria seguir normas sanitárias federais ou desaparecer.

A imposição restringiu a comercialização dos produtores artesanais apenas para dentro do estado, diminuindo significativamente a produção de muitas famílias. Vários produtores optaram por comercializar apenas o leite das vacas leiteiras de seus quintais, pois não era mais rentável a produção artesanal do queijo.

Felizmente depois de muita pressão por parte dos produtores, pesquisadores, técnicos e organizações, foi assinada em 2013 uma instrução normativa que permitiu a comercialização do queijo artesanal em todo país. Isto foi possível através da flexibilização de exigências para produção e venda, e representou uma vitória no fortalecimento de alimentos artesanais como patrimônio cultural.  

É possível assistir ao filme gratuitamente no youtube. 

Se o queijo veio antes do mineiro ou vice versa pouco importa, o fato é que um não vive sem o outro, e quem sai beneficiado nessa relação são todos aqueles apreciadores de um excelente produto artesanal brasileiro.

Fotos: Ricardo Lima 


 

 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Terça-feira, 04 de Agosto de 2015

O [Pensando EAN] de hoje relembra as comidas de rua do passado que compõem a identidade alimentar e culinária brasileira, baseado no post do blog A Sacola Brasileira.

Hoje é comum comermos nas ruas, sentados em calçadas ou até mesmo em pé de frente à uma barraquinha de comida de rua.

Mas você sabia que essa prática é datada desde os tempos da colonização? As comidas de rua eram uma alternativa de alimentação e trabalho para os pobres e escravos de “ganho”, que trabalhavam fora da casa grande.

“As vendas de comidas na rua constituíram um tipo de comércio que fortaleceu o abastecimento miúdo de alimentos nas cidades, especialmente até a segunda metade do século 19 quando começaram as surgir os primeiros locais para se comer fora de casa, como restaurantes, cafés e confeitarias por influência europeia. O tabuleiro das quitandeiras era preenchido então por frutas, verduras e por refeições rápidas e petiscos. Comida barata, preparada com antecedência ou feita ali, na frente do comprador”.

Essas vendas de comida de rua aconteciam nos grandes centros do país e os escravos eram os principais protagonistas dessas vendas, como conta no post o professor Almir El-Kareh, autor do livro “A vitória da feijoada”:  “Estes escravos, além das tarefas propriamente domésticas, como cozinhar, lavar, passar, limpar e cuidar da pessoa de seus patrões, se entregavam a trabalhos ‘produtivos’, lucrativos, que geravam a renda de sua senhora, ou seja, à produção de bordados e, especialmente, de comidas para serem vendidas na rua, por ambulantes”.

“E com que tipo de comida eram preenchidos os tabuleiros das quitandeiras e doceiras? Fatiada, misturada e remexida por mãos negras, a comida ambulante tinha forte herança africana, especialmente em centros como Salvador e Rio de Janeiro, onde os contingentes de escravos foram historicamente maiores. Daí a ocorrência de muitos preparados identificados com a chamada “comida de santo” que pinçava aspectos da religiosidade com os orixás, com muito óleo de dendê e coco”.

“A combinação de espaço, tempo histórico, oferta de alimentos, diversos grupos etnográficos envolvidos, dentre tantos outros fatores determinaram as escolhas feitas à época para as primeiras comidas de rua do país”.

Depois dessa viagem ao passado alimentar do Brasil, é importante ressaltar a valorização e a contribuição dos diversos povos e suas culturas à culinária brasileira.

A chef Ana Soares propõe uma releitura daqueles antigos tabuleiros de comida e fazê-los voltar às ruas na cozinha de um food truck, até que seria uma ideia genial hein?!

 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Sexta-feira, 24 de Julho de 2015

Quem não se lembra daquele cheirinho de comida ao fogão da casa de vó? A alimentação nos presenteia com inúmeras memórias boas de nossa vida não é?!

Hoje o [Comida na Tela] resgata essas memórias alimentares por meio de um curta-metragem produzido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Alimentação e Cultura (GEPAC) da UFRGS com apoio do CNPQ.

A produção aborda os hábitos alimentares presentes em comunidades remanescentes de quilombos no Sul do país, em especial as comunidades da Picada e do Rincão das Almas, no município de São Lourenço do Sul.

O filme nos presenteia com os relatos da Dona Eva Maria e Dona Maria, que contam toda as suas relações e de suas famílias com os alimentos, nos fazendo refletir sobre o comer hoje e o comer de antigamente, apresentando todo um saudosismo alimentar de sua época de criança, além de abordar aspectos da cultura e da tradição alimentar presente nos tempos. 

Os hábitos e práticas alimentares da comunidade são passados de geração em geração entre as famílias e permeiam até hoje entre os moradores do quilombo, demostrando a importância de conservação à cultura negra, grande alicerce e contribuidora da cultura e da culinária brasileira.

 

O curta é recheado com algumas receitas preparadas na hora por moradoras do quilombo, trazendo deliciosas cenas do preparo de pratos típicos da região e de todo sentimento e lembrança que eles trazem. 

 

E o melhor é que temos esse curta-metragem na [Biblioteca do Ideias], veja online:



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Sexta-feira, 17 de Julho de 2015

 

 

Que tal uma boa comédia italiana para o fim de semana?

O [Comida na Tela] nos presenteia com uma produção italiana de 2008, dirigida pelo ator/diretor Gianni Di Gregorio: Almoço de Agosto – Pranzo de Ferragosto.

O filme é leve, suave e bem-humorado e nos conta a história de Gianni, um homem de meia-idade, que mora com sua mãe idosa, em Roma, há alguns anos.

Gianni encontra-se desempregado e as suas contas estão se acumulando. Visto isso o proprietário do apartamento lhe faz a proposta de hospedar a mãe dele enquanto viaja durante o feriado de Ferragosto - um feriado cristão comemorado na Itália - em troca de descontos no aluguel atrasado.

Ele reluta, mas aceita a proposta e além da mãe do dono do apartamento, sua tia também é enviada para os cuidados de Gianni. E ao saber da sua nova “função” o médico da família também pede hospedagem e cuidados para sua mãe e assim saldar as dívidas de Gianni com ele.

 

Assim Gianni se vê “babá” de quatro idosas, cada uma com suas particularidades e manias. Entretanto ao longo do filme, suas relações se entrelaçam e Gianni se vê cozinhando para todas elas, gerando laços de amor e amizade à mesa sempre acompanhados de uma boa taça de vinho como num típico almoço a la Itália.

A comédia nos traz cenas sutis e cotidianas dos personagens, com a mensagem de que podemos comer e fazer o que queremos para nos sentir livres, independente de idade.

Veja o trailer logo abaixo:

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Sexta-feira, 10 de Julho de 2015

Entre os dias 10 e 13 de setembro acontecerá a 6a edição do Slow Filme em Pirenópolis, GO. O festival exibe curtas e longas metragens que tem a alimentação e gastronomia como tema principal, e este ano trará alguns filmes homenageando a Itália, país onde foi criado o movimento Slow Food.

A amostra tem por objetivo a divulgação de experiências de produções alternativas que tem sido praticadas em diferentes regiões no Brasil e no mundo, essenciais na superação do modelo alimentar vigente. Além da projeção de filmes, durante o evento também acontecem degustações, palestras e troca de experiências com produtores locais.

Para ficar com gostinho na boca confira alguns dos filmes que já foram confirmados para este ano:

"Little Forest - Summer/Autumn"

Direção: Jun'ichi Mori

Ficção japonesa

Plantar, cozinhar, comer, viver. Filmado ao longo de um ano, Little Foret é um filme de quatro estações. O filme segue a vida simples, mas plena, de uma menina que cozinha pratos deliciosos a partir do alimento que ela planta e colhe nas propriedades próximas à sua casa.

Insatisfeita com sua vida urbana, Ichiko retorna à sua cidade natal, Komori, no interior do Japão. Sem supermercado ou lojas de conveniência por perto, ela cultiva seu próprio arroz, e faz suas refeições com ingredientes da estação.

"O Último Pastor", de Marco Bonfanti.

A produção italiana revela a incrível história de Renato Zucchelli, que conquistou a cidade com o seu rebanho e com o poder de sua imaginação. Ele tem um sonho: trazer seu rebanho para o centro de Milão e mostrá-lo para as crianças que nunca viram uma ovelha de perto.

Último pastor nômade da Lombardia, Renato vive nas montanhas, mas a família permaneceu na cidade, onde o espera (im)paciente sua mulher e seus quatro filhos.

"Z'Alp" de Thomas Rickenmann.

Sessão seguida de degustação de vinhos suíços orgânicos e queijos da queijaria Alpino.

Sinopse: "Uffahre", "Züglete", ou "Öberefahre": cada região da Suíça tem o seu próprio nome para a maior e mais emocionante aventura que os agricultores realizam todos os anos: a cansativa subida para os Alpes com o seu gado e equipamentos para trabalhar a terra, fazer queijo e alimentar o rebanho.

O filme retrata os vários testes de resistência que os agricultores são submetidos durante a transferência anual de seus rebanhos - desde a preparação até a subida dos Alpes.

Na edição anterior o curta "Baru - A castanha do cerrado" foi um dos vários documentários exibidos. Nele foi retratada a produção familiar do baru que ajudou na diversificação da produção familiar em uma comunidade no estado de Goiás.

Fique atento(a) na programação do evento no site oficial e na página do facebook.




postado por Rafael Rioja Arantes em Sexta-feira, 03 de Julho de 2015

Quem não se recorda de um almoço de domingo em família?

O filme “Alimento da alma” é a melhor representação do que significa uma refeição de domingo em família. A trama se desenvolve a partir das refeições dominicais realizadas há 40 anos na casa de “Mama Joe”, a matriarca da família.

A mesa é o local onde se sentam irmãs, neto, vó, filhos e cunhado para partilhar refeições e os assuntos do dia a dia, e como é de costume, muita descontração e discussões acontecem ao longo do filme. Os encontros do domingo servem para manter o vínculo e diálogo familiar, hora mais leve hora mais conturbado, e as receitas de Mama Joe são sempre o fator aglutinador familiar.

Em um dado momento o núcleo familiar se distância em virtude das várias brigas que passam a ocorrer entre os membros e problemas de saúde impedem que a Mama Joe continue a pilotar as refeições de domingo. O neto Ahmad que era muito querido de sua vó assume as receitas na cozinha na tentativa de reaproximar a família pela barriga.

O filme além de muito bem dirigido enfatiza o papel transformador da comida e das refeições em família, por isso o título. O recorte racial também é um fator muito interessante abordado pelo filme, uma família negra é protagonista do longa sem ser estereotipada, o que não é muito característico dos filmes Hollywoodianos.      

Um ótimo filme para assistir em família e por que não cozinhar um almoço juntos antes da sessão?



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

Você já ouviu falar no chef e crítico culinário Nigel Slater?

O [Comida na Tela] traz hoje o filme que retrata a vida desse renomado chef de cozinha britânico. A produção foi lançada em 2010 e foi dirigida por S. J. Clarkson e conta com as atuações magníficas do Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate) e da atriz Helena Bonham Carter (Saga Harry Potter).

A trama gira em torno da história de Nigel, uma criança fascinada por culinária, mas que vive uma vida enlatada, pois sua mãe não sabe cozinhar e compra alimentos enlatados para compor todas as refeições da família, pois vê nas comidas industrializadas, uma segurança extrema de bem-estar de sua família, o que não afeta o amor por sua mãe.

 

Nigel mesmo diante da proteção extrema de sua mãe, deseja comer uma refeição que não seja artificial e conhecer o mundo mais amplo da alimentação e da culinária.

Após a morte de sua mãe, o jovem Nigel sofre pela ausência de sua protetora e vive uma dificuldade em se relacionar novamente com seu pai, principalmente depois da chegada de uma governanta para casa e que mais tarde se tornaria sua madrasta.

O dilema de Nigel com sua madrasta fica mais intenso quando ele se descobre na culinária, visto que ela também é uma exímia cozinheira, os dois começam a disputar a atenção do Sr. Slater, o pai do menino, através da comida.

 

O longa nos presenteia com uma fotografia impecável, carregada de cores e detalhes principalmente nos alimentos e nos vestidos que a madrasta de Nigel usa, sempre estampados de alimentos bem coloridos.

No filme, o principal prato de disputa entre o menino e sua madrasta Sr. Potter é uma deliciosa torta de limão que o canal Tastemade Brasil e o Comida de Cinema nos mostra como se faz passo a passo, veja e delicie-se: Comida de Cinema – Torta de Limão “Toast”.



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