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postado por Equipe Ideias na Mesa em Sexta-feira, 18 de Novembro de 2016

Fotos: Marta Borges 

O mais novo livro de receitas da Rede Ideias na Mesa foi oficialmente lançado em Brasília. 

Depois de ter sido muito bem recebido e procurado durante o pré-lançamento feito no Congresso Brasileiro de Nutrição (CONBRAN) em outubro de 2016, Porto Alegre, o Mais que Receitas teve sua noite de lançamento na Capital Federal. Como não poderia ser diferente, o evento aconteceu regado a boas conversas e quitutes.

Na ocasião, estavam presentes além da equipe do Ideias na Mesa que idealizou e concebeu este projeto, 16 colaboradores de Brasília que enviaram receitas. Ao todo, o livro reuniu 96 preparações e contou com a participação de mais de 60 colaboradores e colaboradoras de todas as partes do Brasil. Um deles inclusive cedeu o espaço do Monardo café onde foi realizado o lançamento em Brasília deixando o clima ainda mais intimista. O público interagiu por cerca de 3 horas entre autógrafos, fotos e refeições.  

'Mais que Receitas - Comida de Verdade' leva esse nome não por acaso. Diferentemente dos livros de receitas tradicionais, ele está organizado em cinco capítulos nos quais as receitas reúnem características que ajudam a compreender e exercitar diferentes aspectos e etapas do sistema alimentar. Dessa forma, o ato de cozinhar se torna uma ferramenta para consumir e praticar a comida de verdade em seu sentido mais amplo. 

Iniciativa da Coordenação Geral de Educação Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (CGEAN/MDSA) e do Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição – Universidade de Brasília (OPSAN/UnB), a obra é gratuita e pode ser lida e compartilhada na biblioteca de publicações do Ideias. Além de receitas e belas ilustrações, o leitor encontrará dicas práticas sobre alimentos agroecológicos e informações sobre como tornar o cozinhar mais divertido e prático, e até entender como a alimentação influencia na biodiversidade e interfere nas mudanças climáticas.

Na mídia

A equipe do Ideias foi procurada para participar de uma matéria exibida no Bom dia DF na quinta feira (17/11) para apresentar o livro. No bate papo, alguns aspectos que diferenciam o 'Mais que Receitas' foram conversados, contando também com a presença da Eliane Regis, uma das colaboradoras de Brasília que levou uma de suas receitas e também preparou o bolo de hortelã e castanha do Pará enviado pela Fernanda Trigo, colaboradora de São Paulo. Assista a matéria.

A repórter Bárbara Lins ganhou um exemplar do livro e com ele um desafio, preparar uma das receitas. Ela fez bonito e no mesmo dia preparou uma receita da sessão de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC's), o "Bolo de Jatofubá" feito com farinha de jatobá. Confira o vídeo. E você, já preparou a sua receita? Não perca tempo, tem para todos os gostos e não esqueça de usar as #maisquereceitas #ideiasnamesa.

Para conferir as fotos do lançamento acesse o álbum.      




postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 19 de Setembro de 2016

“Compreendemos facilmente que uma refeição deve ser avaliada não só por um balanço nutritivo, mas também pelas justas satisfações proporcionadas à totalidade do ser inconsciente”.

Frase do filósofo Gaston Bachelard que acredita que a construção de uma poética dos alimentos deve atentar não apenas às matérias que alimentam o corpo, mas também a alma.

A partir dessa perspectiva, o [Você no Ideias] de hoje apresenta a experiência "Promoção da alimentação adequada e saudável nas escolas pela via da literatura", que teve como objetivo auxiliar o desenvolvimento de ações de EAN nas escolas sob a ótica da arte.

A partir de uma pesquisa dividida em duas fases: elaboração de um diagnóstico nutricional (DN) das escolas, com professores e bolsistas do projeto Alimentação Escolar; e construção do diagnóstico educativo (DE) junto às comunidades escolares de todas as Diretorias Regionais de Alimentação Escolar de Rio Grande do Norte; foi construído um material de Educação Alimentar e Nutricional que refletia a realidade das escolas.

Os pesquisadores desenvolveram três livros que foram elaborados para um momento formativo específico de alunos do ensino fundamental e do ensino médio. 

Cada livro tem foco em um membro da comunidade escolar. A merendeira ganhou centralidade, visto que cada um dos volumes é narrado por alguma cozinheira já conhecida pela literatura:

1. Oníria, de Quase de verdade, Clarice Lispector;

2. Françoise, de Em busca do tempo perdido, Marcel Proust;

3. Tita, de Como água para chocolate, Laura Esquivel.

      

Em cada capítulo, a literatura serviu como tema para a discussão de EAN. Além do foco na comunidade escolar, cada capítulo apresenta uma discussão relacionada às disciplinas ou às áreas de conhecimento, garantindo uma abordagem multidisciplinar, por meio da literatura.

Também estão presentes nos livros outras questões educativas, que são adjacentes às problemáticas encontradas nos diagnósticos e que podem ser trabalhadas junto aos estudantes que utilizarão o material didático, como: história da alimentação; alimentação: natureza e cultura; o que é alimentação saudável; a alimentação na escola: o que é o PNAE e o DHAA?; desvendando a minha região: o que se come aqui?; comer é uma festa: comida e festejos; o que nos torna humanos: comer juntos; tópicos da alimentação contemporânea: industrializados, corpo-estética, alimentos transgênicos

Para saber mais sobre essa experiência acesse aqui!


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Michelle Cristine Medeiros da Silva, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.



postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 18 de Julho de 2016

"A alimentação envolve diferentes apectos que manifestam valores culturais, sociais e afetivos. Assim, as pessoas, diferentemente dos demais seres vivos, não se alimentam de nutrientes, mas de alimentos e preparações escolhidas e combinadas de uma maneira particular, com cheiro, cor, temperatura, textura e sabor, se alimentam também de seus significados e aspectos simbólicos." 

Esse é um conceito preconizado no Marco de Referência de EAN, que valoriza a culinária enquanto prática emancipatória e é nesse sentido que hoje o [Você no Ideias] compartilha a experiência com agricultores familiares de Itanhaém, São Paulo.

Após a implantação do projeto "Feiras Populares" na cidade, se observou que os consumidores da feira adquiriam não apenas os alimentos in natura, mas também alguns outros produtos como bolos, biscoitos e saladas, que acabaram caindo no gosto dos frequentadores. 

Com isso, surgiu a ideia de criar um livro coletivo com as receitas dos produtores, que pudesse dar maior visibilidade a esta iniciativa criativa da comercialização rural direta, que valorizasse a cultura alimentar local, que aumentasse o volume de venda da Feira e que servisse como iniciativa exitosa para ações de divulgação de uma alimentação adequada e saudável.

Para conhecer o livro e saber mais sobre essa experiência, clique aqui.


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Luciana de Melo Costa, de Itanhaém, SP, você pode ter a oportunidade de divulgar sua experiência aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.



postado por Carla Tavares de Moraes Sarmento em Quarta-feira, 29 de Junho de 2016

 

dan barber

 

No livro, “O Terceiro Prato”, Dan Barber (*) apresenta o sistema atual de produção de alimentos e o que pensa sobre as mudanças necessárias para se preparar comidas saborosas e de maneira mais ecológica e ética.

Será que em uma cidade como Nova York, que se entrega  ao modismo e vive de seguir tendências, é possível existir um restaurante com essa postura? A resposta vem de seu trabalho desenvolvido na fazenda que segue o modelo “do campo à mesa” e que evoluiu de uma simples ideia para um movimento social importante, ou seja, uma resposta ao sistema convencional.

A produção de comida em massa, sem muito critério, talvez seja um dos responsáveis pelo fato de a nossa saúde não estar indo muito bem. Dan acredita que “como comemos de uma maneira que sabota a saúde e abusa dos recursos naturais, o sistema alimentar convencional não pode ser saudável”.

O chef questiona a maneira não só como comemos, mas como nos relacionamos com a terra e sentimos os alimentos. O jantar americano, por exemplo, que sempre foi um generoso pedaço de carne acompanhado de uma pequena porção de vegetal ou grão, continua o mesmo apesar de tantas informações e chances de compras e escolhas melhores.

Uma das suas grandes preocupações é saber se os cardápios dos restaurantes são realmente sustentáveis. E, é claro que, nos moldes atuais, a resposta é negativa.

Em um tempo mais distante, primeiro havia a colheita e, depois, o início do pensamento sobre como transformar o alimento em uma comida saborosa. Mas essa lógica foi, aos poucos, se modificando e se adaptando ao sistema alimentar atual. Um chef de cozinha, normalmente, tem uma grande inspiração para um prato e só depois pensa nos ingredientes necessários para criá-lo.  Ou seja, sem a preocupação com a sustentabilidade.

Para Dan, o cardápio sustentável é resultado da prioridade em se encontrar ou ter o alimento certo para depois, partir para a criação dos pratos.

Mas será que o modelo “do campo à mesa” é o verdadeiro sistema alimentar do futuro? Para responder a este e outros questionamentos, Dan visitou e conheceu a experiência de diversos agricultores. Foram visitados não só cidades dos EUA como também algumas europeias. Nestas cidades,  os agricultores também acreditam que uma boa comida precisa de um novo sistema agrícola e, que isso, depende, principalmente, da postura e atitude do agricultor.

O título “O terceiro prato” é definido, não como um prato em si, mas em “uma maneira diferente de cozinhar, de montar um prato, criar um cardápio ou buscar fontes de ingredientes”. A nova combinação de sabores deverá nascer do que é conveniente para sustentar o meio ambiente.

Por fim, o autor propõe  uma boa reflexão sobre o ato de comer. Uma verdadeira revolução que não está pautada na luta contra o sistema e sim, em permitir que as novas gerações abracem as mudanças.

 terceiro prato

 

(*) Dan Barber é chef do restaurante Blue Hill em Nova York e do Blue Hill at Stone Barns, uma fazenda no interior do estado de Nova York.

 

Barber, Dan. O terceiro prato: notas de campo sobre o futuro da comida. Tradução de Ana Deiró. Rio de Janeiro: Bicicleta Amarela, 2015.







postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 23 de Maio de 2016

Um dos princípios de EAN é a valorização da cultura alimentar local e a sustentabilidade social, ambiental e econômica. Pensando nisso o [Você no Ideias] de hoje traz a experiência que produziu o Livro de Receitas dos Agricultores de Itanhaém: "Feiras Gourmet".

Em 2011 foi implementado o Projeto Feiras Populares em Itanhaém, que é gestado com a participação de em média 30 agricultores familiares e que teve como objetivo geral a implantação de mais um Equipamento Público de Abastecimento local, buscando a geração de renda no campo, a diversificação da produção agrícola, a comercialização direta dos produtos da agricultura familiar, resgate da cultura-culinária caiçara e o estímulo à prática de agricultura natural e orgânica.

Então observou-se dois fenômenos que ocorreram simultaneamente: A percepção por parte dos agricultores da importância da diversificação da produção (antes baseada na monocultura de banana) para a sustentabilidade da Feira e a partir daí a possibilidade de revitalização de antigos hábitos alimentares locais por meio de preparações de pratos com variedade de produtos que começaram a cair no gosto dos frequentadores.

Diante disso, concebeu-se a ideia de produzir um Livro de Receitas, que pudesse traduzir toda esta transformação, e que principalmente pudesse dar maior visibilidade a esta retomada criativa da comercialização rural direta, que valorizasse a cultura gastronômica local, aumentasse significativamente o volume de venda da Feira, e que servisse de mais uma iniciativa exitosa para ações de divulgação de SAN.

O livro pode ser baixado online, e você pode acompanhar noticias da feira agrícola de Itanhaém a partir do blog.

Veja a experiência completa aqui!


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Luciana de Melo Costa, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 04 de Maio de 2016

O Marco de Educação Alimentar e Nutricional, nos princípios para as ações de EAN, trata a respeito da valorização da cultura alimentar local, a comida e o alimento como referências e a valorização da culinária enquanto prática emancipatória. 

Pensando nisso, separamos para destaque de hoje no [Biblioteca do Ideias] o livro Alimentação Saudável na Culinária Regional.

 

 

O livro é um manual técnico de culinária, que ensina a preparar e cozinhar os alimentos, com tabelas de pesos e medidas dos ingredientes, ditando os valores nutricionais nas receitas, com informações adequadas, porção por porção, métodos de cozimentos e demais informações e classificações dos produtos.

A publicação traz uma diversidade de preparações com condimentos do cerrado, como pão de jatobá e de mandioca, bolo de jiló, chica-doida, creme e lasanha de piqui, inhoque de milho verde, canjicada de baru, su?ê de guariroba, casadinho de mangaba... explorando, de um modo correto, os produtos do cerrado.

 

 

O livro começa traçando um panorama das influências multiculturais na gastronomia brasileira e regional e como as mudanças nos hábitos alimentares, ocasionadas pela globalização, tornaram necessárias ações que possibilitem um resgate cultural culinário, com foco na sustentabilidade, qualidade nutricional e sensorial.

Em um segundo momento, o leitor poderá obter informações sobre a utilização de ervas e condimentos e como utilizá-los adequadamente, na busca por novos sabores; métodos de cocção e suas aplicações e práticas de higiene fundamentais para o preparo de alimentos saudáveis. O livro conta ainda com um pequeno glossário dos termos utilizados na culinária, tabela de medidas caseiras, listagem de ingredientes típicos e sugestões de substituição para outras regiões brasileiras.

 

 

“Cozinhar não é um ato mecânico. Embora possa parecer rotineiro, é necessário estar presente de corpo e alma, ser seduzido pelas cores, aromas e frescor dos alimentos. A natureza fornece a matéria prima, cabendo a nós produzir, de forma criativa, alimentos saudáveis e saborosos, capazes de proporcionar satisfação e bem estar a quem os consomem, transformando o que poderia ser uma simples refeição, em uma prazerosa viagem.”

Que tal testar uma das receitas e depois vir aqui nos contar?

Confira o livro aqui na [Biblioteca do Ideias]!

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Terça-feira, 05 de Abril de 2016

Imagem: Lines of Hope 

A fome no mundo, grave situação que afeta milhões de cidadãos, é um fenômeno que assola principalmente, mas não exclusivamente, países subdesenvolvidos e em desenvolvimento. Em seu último livro intitulado ‘The Reproach o Hunger’ – ‘A Reprovação da Fome’, livre tradução - o escritor e analista de políticas David Rieff apresenta uma revisão crítica a respeito da maneira com que fundações e ONG’s em parceria com o setor privado encaram a questão.

David contextualiza o tema reconhecendo que o combate para erradicação da fome avançou nas últimas décadas, mas alerta para o fato de que além do inevitável crescimento populacional mundial, as desigualdades continuam a avançar desenfreadamente e são agravadas pelo aquecimento global e seus problemas socioambientais.

Um dos capítulos do livro leva o título “Filantrocapitalismo”, em menção à algumas fundações e ONG’s que trabalham com a agenda humanitária. Nele o escritor faz críticas veementes ao setor privado que em suas palavras, é o que mais incide na política, o menos regulado, e o menos democrático, além de especular com matérias primas. Neste bojo ele cita o Banco Mundial e a fundação de Bill Gates.

A questão estrutural na visão de David é o que ele chama de “antipolítica tecnocrática”, presente como resultado da lógica capitalista. Cria-se um problema resultante de desigualdades, no caso a fome, e ao invés de solucionar este problema por meio de políticas é criado um mecanismo (é aí que entram as corporações privadas) para se apresentar uma solução onde se capitalize em cima. Tal paradoxo se reflete na incapacidade até o momento de se erradicar a fome mundial através de pacotes tecnológicos.          

Rieff para exemplificar seu ponto de vista cita a Revolução Verde que foi encampada sob o pano de fundo de acabar com a fome, mas que na prática significou massivos investimentos e aquisições de tecnologias agrícolas que resultaram na explosão do uso de agrotóxicos e sementes transgênicas e que contribui para o fortalecimento de megacorporações. Ele acrescenta ainda que a fome é, portanto, um problema político, e não estritamente de produção.

David aponta alguns caminhos que não o ‘filantrocapitalismo’ para trabalhar na erradicação da fome como subverter a lógica da especulação financeira, fortalecendo o Estado e a democracia. Em sua visão, os problemas fundamentais do mundo sempre foram morais e não tecnológicos, pensamento consonante com uma citação de Gandhi presente em sua obra: “Na Terra há o suficiente para satisfazer as necessidades de todos, mas não para satisfazer à ganância de alguns“. 


 

 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 29 de Julho de 2015

Segundo dados da FAO, a agricultura é uma das atividades mais impactantes sobre o ambiente, em nível mundial, utilizando em torno de 80% da água doce disponível e provocando processos erosivos e contaminações ambientais em elevada escala.

Pensando nisso foi lançado um livro que relata e apresenta experiências de uma alternativa a esse modelo de produção agrícola predatório: a agrofloresta.

E a coluna do nosso blog [Biblioteca do Ideias] apresenta hoje essa publicação: Agrofloresta, ecologia e sociedade que reúne alternativas de vivências agroecológicas de agricultoras e agricultores ligados à cooperativa Cooperafloresta (Associação de Agricultores Agroflorestais de Barra do Turvo e Adrianopólis).

É possível encontrar no livro experiências e casos do reestabelecimento da relação agricultura com o meio ambiente, demostrando alternativas verdes e agroecológicas de produção como a agrofloresta, um sistema de produção sustentável que reestabelece a relação saudável e reequilibra a relação sociedade/meio ambiente, abordando aspectos pedagógicos com base nos saberes de Paulo Freire, uma ecologia dos saberes que dá voz à comunidade e até mesmo a relação da agrofloresta com a alimentação, como mediadora da nova relação sociedade/ambiente, entre outros.

 

Assim, a prática agroflorestal pode representar uma resposta ao desafio da conciliação entre a sustentabilidade na produção de alimentos e a sustentabilidade ambiental.

Você pode conferir esse livro completo na [Biblioteca do Ideias].



postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

 


Para os interessados no processo histórico da culinária ou no preparo de receitas antigas foram adicionados a biblioteca do Ideias 8 arquivos de livros de receitas com cheirinho de prateleira. As obras apresentam receitas tradicionais que vão desde iguarias exóticas a pratos do cotidiano, passando por preparações salgadas, doces, confeitaria, panificação, ingredientes e alimentos regionais. Técnicas de conservação dos alimentos, e até mesmo utensílios e equipamentos essenciais que se deve ter em uma cozinha são mencionados em alguns livros.

A maioria dos livros remonta costumes tradicionais da época, e alimentos e preparações que eram comumente elaboradas antigamente. Muitos deles continuam perfeitamente atuais. Curiosidades históricas também estão evidenciadas, como por exemplo, o primeiro livro de culinária escrito em português.

Confira os livros na íntegra clicando nas capas abaixo: 

             

                                     

                     

E você se lembra? O Ideias na Mesa produziu um livro de receitas colaborativo chamado "Mais que receitas", para acessá-lo basta entrar na aba "Publicações do Ideias" dentro da Biblioteca. 

Gostou de alguma das receitas dos livros de nosso acervo, ou tentou alguma das preparações? Compartilhe sua experiência conosco. Caso conheça algum outro livro de receitas manda pra gente!  


 



postado por Ideias na Mesa em Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2014


O ciclo de comemorações de aniversário do Ideias na Mesa se encerra com um presente muito especial: o livro colaborativo Mais que Receitas, resultado da contribuição de internautas que partilharam não só receitas, mas as histórias de pratos que marcaram a vida de suas famílias.  A publicação, que pode ser acessada aqui, reúne 48 receitas, algumas guardadas por gerações. Entre elas, Mojica de Peixe, Cuscuz, Abobrinha Recheada, Caldo de Aipim, molhos, massas e doces.

Alguns dos quesitos para a escolha dos pratos foram custo, simplicidade, combinação e uso de ingredientes orgânicos, agroecológicos e in natura. Ao folhear o livro, o leitor vai encontrar receitas distribuídas por categorias, de acordo com a preparação, além de uma indicação de frequência de consumo dentro das recomendações para uma alimentação saudável, variada e equilibrada.

As receitas que possuem etiquetas Refeição da família, por exemplo, podem fazer parte da rotina alimentar da casa. Já as receitas com a indicação Fim de Semana são mais energéticas, portanto, indicadas para um consumo esporádico, quando um amigo ou parente chegar para um lanche ou almoço. 

Uma outra informação importante nas receitas é voltada para as pessoas que possuem restrições alimentares, intolerância ou alergias a certos ingredientes, como glúten, leite e ovos. Se esse for o caso, basta que o leitor procure as etiquetas Sem glúten, Sem leite ou Sem ovos.
 
Esperamos que este seja apenas o primeiro de uma série de livros onde possamos compartilhar conhecimentos, histórias e experiências. Aproveite as festas para mergulhar na culinária brasileira! Chame os amigos e famíliares e comece e desfrute dessas delícias!

 

 

Serviço

Publicação: Mais que Receitas
Número de páginas: 171
Edição: Rede Ideias na Mesa
Disponível na biblioteca do Ideias na Mesa



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