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Posts Relacionados com a(tag):Cultura Alimentar

postado por Débora Castilho em Quinta-feira, 14 de Maio de 2015

A jornalista brasiliense Nathalia Henderson escreveu um artigo no site Tudo Interessante sobre as refeições servidas nos hospitais de diversos países.

Através das imagens por ela descritas, pode-se perceber como a cultura alimentar de cada país é diversificada em vários aspectos. E a ideia serve para reforçar como é necessário respeitar a cultura alimentar e a necessidade de valorizar as diferentes expressões da identidade alimentar da população local.

Segue abaixo:

“Cada país tem suas características peculiares e a culinária é uma das áreas mais interessantes para se explorar um pouco da cultura de cada um. Não é à toa que há pessoas que são fãs de diversas comidas típicas espalhadas pelos quatro cantos do mundo. E por falar nisso, você já teve curiosidade de saber como são as refeições servidas nos hospitais de outros países?

É lógico que ao falar de comida de hospital, associamos isso a algo ruim. Mas as fotos abaixo mostram exatamente o contrário: que elas podem sim ser de boa qualidade em algumas partes do mundo.”

 

1 – China

Arroz com uma seleção de curries

 

 

2 – Massachusetts, Estados Unidos

Sopa de galinha, salada e biscoitos cream cracker

 

 

3 – Alemanha

Bife empanado, spätzle (um prato de bolinho de massa de macarrão), salada e bolo

 

 

4 – Jacarta, Indonésia

Macarrão, frango, ovos, caldo de carne e mingau de arroz

 

 

5 – Nova Iorque, Estados Unidos

Rissóis de salmão com molho de creme açafrão, arroz, abóbora, espargos e pão de banana

 

 

6 – Dubai, Emirados Árabes

Espaguete, salada, pão, legumes e bolo

 

 

7 – Tóquio, Japão

Pickles, sopa de missô, arroz e frango

 

 

8 – Japão

Box recheado com legumes frescos, carne, peixe, macarrão e tempurá

 

 

9 – Polônia

Pedaço de pão com manteiga, picles e salsicha

 

 

10 – Noruega

Salada, empada de hambúrguer e uma fatia de pão

 

 

11 – Sydney, Austrália

Sopa de abóbora, ervilhas, batata triturada e frango com abricó

 

 

12 – Malvern, Austrália

Tagine de cordeiro com sanduíches, brócolis, milho, frutas e pão

 

 

13 – Malásia

Frango frito e macarrão

 

 

14 – Grã-Bretanha

Sopa italiana, torta de bife com cebola, legumes no vapor e uma banana

 

 

15 – Richmond, Canadá

Carne de porco, couve-chinesa, arroz branco e melão

 

 

16 – Estônia

Purê de batatas, carne e repolho cozido, legumes, leite, bolo e massa folhada

 

 

17 – Paris, França

Salada de salmão defumado, frango com abobrinhas, baguete e uma fatia de torta

 

 

É importante lembrar que a alimentação saudável deve estar em acordo com as necessidades de cada fase do ciclo da vida; baseada na cultura alimentar e nas dimensões de gênero, raça e etnia; em harmonia em relação à quantidade e qualidade; e com quantidades mínimas de contaminantes físicos, químicos e biológicos, e basear-se em práticas produtivas adequadas e sustentáveis.

E você já teve curiosidade de saber como são as refeições servidas nos hospitais do Brasil? Se tiver alguma foto nos envie!

 

 

Fonte original: Dose

 



postado por Maína Pereira em Quinta-feira, 09 de Abril de 2015

guia

A partir do texto “Novo guia alimentar para a população brasileira e as repercussões na Formação do Nutricionista em Educar”, postado dia 18.03.15, pensamos em sugerir atividades que nossos alunos possam construir abordando cada um dos tópicos destacados. Como sugestão de atividade de EAN que pode ser desenvolvida a partir do primeiro tópico do texto (A escolha alimentar deve ser pelos alimentos locais e culturais, tendo como base práticas promotoras da saúde para o completo bem-estar físico, social e mental), tem-se:

- Em coletividades: Realização de uma roda de diálogo sobre cultura alimentar tentando resgatar com os participantes quais alimentos os remetem à identidade alimentar e quais os alimentos locais mais apreciados pelo grupo.

  • Para garantir um bem estar físico: Estimular a busca por informações sobre a sazonalidade de cada alimento e a construção de um mural/panfleto para orientar a escolha de compra e colheita de alimentos no período mais apropriado. Estimular o consumo de alimentos orgânicos e a construção de uma horta comunitária. Na impossibilidade de adoção destas medidas, explicar que o consumo de alimentos “de época” provavelmente trará menos agrotóxicos para o corpo. Propor um “passeio à feira” para orientar o grupo a selecionar os alimentos e debater sobre a cadeia produtiva dos mesmos. Ao retornar, criar uma oficina de higienização e acondicionamento de alimentos;
  • Para garantir um bem estar social e mental: propor a realização de concursos de receitas que utilizem alimentos locais e culturalmente aceitos pela comunidade, ou que resgatem a cultura alimentar, e se possível, realizar oficinas culinárias para o aprimoramento destas receitas, tentando torna-las ainda mais nutritivas adicionando ingredientes naturais comprados nas feiras ou reduzindo alguns ingredientes processados/ultraprocessados.

- Em ambulatório:

  • Para garantir um bem estar físico: Estimular os pacientes a descobrirem os determinantes atuais de suas escolhas alimentares e auxilia-los no entendimento que muitas vezes a pressão social e econômica influencia na perda gradativa da identidade cultural da alimentação. Estimular o resgate desta cultura alimentar e a busca pela aquisição de alimentos em feiras, preferencialmente feiras orgânicas, valorizando a produção local de alimentos e um consumo ambientalmente sustentável.
  • Para garantir um bem estar social e mental: Estimular a elaboração conjunta de refeições tradicionais de família, em família ou com amigos, mobilizando o envolvimento de todos, como uma opção de lazer alternativa ao famoso “sair para comer fora”. Propor que se faça um rodízio deste evento na casa de todos os participantes.
refeicao companhia
Imagens retiradas do Guia Alimentar para a População Brasileira (2014)



Texto elaborado pela Equipe Ideias na Mesa


postado por Lucas Ferreira em Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Já parou para pensar como os bolos de antigamente eram feitos e sobre o tempo que se dedicava para prepara-los?

pilão de arroz

O documentário “Bolo de Arroz” produzido em 2010 pela Confraria do Curta ilustra curiosidades sobre como o fubá de arroz era feito e como se fazia um bolo antes da era do fermento químico.

O filme de apenas 5 minutos registra o trabalho de Telma Machado, da Fazenda Babilônia, em Pirinópolis-GO que resgata e valoriza a cultura culinária do cerrado.

 

Assista ao filme:

 

"Bolo de Arroz", Brasil, 2010, Documentário, Cor, 5 min, Direção: Fernando Bola

E você, tem alguma história de receitas da cultura da sua região para compartilhar? Segunda, dia 27, é o último dia para enviar sua receita para o projeto Mais que Receitas - livro colaborativo que irá valorizar e divulgar a cultura brasileira e práticas alimentares saudáveis e sustentáveis.

Então não perca a chance de ter aquela deliciosa preparação de sua família registrada em nosso livro. Acesse o site para saber mais e participe!



postado por Lucas Ferreira em Terça-feira, 21 de Outubro de 2014

No último Hangout do Ideias na Mesa, convidamos o Marcelo Terça-Nada para falar sobre o novo projeto do Poro - Intervenções Urbanas e Ações Efêmeras, que desenvolveu um guia da comida de rua de Salvador para disseminar a cultura alimentar da cidade. Infelizmente, por alguns problemas técnicos de conexão, Marcelo não pode contar toda a história do projeto. Por isso, a equipe do Ideias na Mesa realizou uma entrevista com o designer para que vocês saibam mais sobre esta experiência de proteger a cultura do Acarajé, da Cocada e do Beiju. 

Confira a Entrevista completa:

Ideias na Mesa: Você poderia compartilhar a experiência de elaborar o Pequeno Guia Afetivo da Comida de Rua de Salvador? 

Marcelo Terça-Nada: O Pequeno Guia Afetivo da Comida de Rua de Salvador foi feito a partir de um convite da Bienal de Arte da Bahia para que o Poro desenvolvesse um trabalho. Já tinha alguns anos que o tema da comida de rua de Salvador me despertava interesse, primeiro porque sou apaixonado por comida, depois pela diversidade e força cultural que o universo da comida de rua tem na cidade. Pensamos em fazer o Guia para que ele servisse ao mesmo tempo como registro do que há na cidade, mas principalmente como estímulo para que as pessoas fossem às ruas descobrir ou redescobrir as comidas e sabores presentes na cidade. A pesquisa para o Guia foi feita a partir de mapeamento durante diversas caminhadas pelas ruas de Salvador. A partir desse levantamento, aprofundei com pesquisa bibliográfica e com conversas com diversas pessoas envolvidas com a questão da alimentação na cidade, especialmente os próprios produtores e vendedores de comida de rua. O resultado do Guia é uma espécie de glossário afetivo ou dicionário informal, que traz a transcrição fonética dos nomes das comidas, a etimologia dessas palavras, um texto contando o que é aquela comida e como ela é comercializada na cidade.


IM: Como sua proposta pode contribuir para a percepção da comida de rua como parte da história e do cotidiano da cidade e um patrimônio que envolve diferentes ingredientes, modos de preparo, significados e pessoas?

MT: A contribuição do Guia em relação a percepção da comida como patrimônio pode ser vista por diferentes ângulos:

- para quem é da cidade ou mora aqui: mostra a importância de se valorizar e preservar a riqueza que existe, incluindo aqui as quituteiras(os), os modos de fazer, os ingredientes, as receitas e a cultura entorno dessas comidas

- para quem é de fora e/ou está de passagem na cidade: convida à diversidade e ao espaço público, ajuda a entender o que é cada comida e expande o imaginário sobre a comida de Salvador para muito além do Acarajé/Cocada.

- para as pessoas envolvidas com a academia e políticas públicas aponta caminhos para pesquisa e desenvolvimento de políticas.

- e por fim, mostra que existe a necessidade de dar valor a quem faz; e marca através de uma publicação a variedade e características desses alimentos.


IM: Como tem sido a reação das pessoas em relação ao Guia – como as pessoas que criam a realidade retratada no Guia o receberam?

MT: A repercussão do Guia está impressionante. Só no lançamento foram 350 pessoas. A primeira edição já está quase acabando. E tivemos 3mil downloads da versão digital em 20 dias (para quem quiser baixar: www.poro.redezero.org/publicacoes/comida-de-rua ). Ficou claro que havia uma grande lacuna sobre esse tema. E o mais interessante é como a publicação tem mexido com a memória afetiva das pessoas, que sempre contam sobre as relações que elas tinham e tem com determinadas comidas de rua. Muita gente também tem relatado sobre as comidas de rua que sumiram. E aí entra uma das forças do guia: valorizar o que existe para que não desapareça. Os vendedores de comida de rua tem gostado muito da publicação e o elogio deles pra mim é  precioso. Durante a pesquisa percebi que, com exceção das baianas de acarajé, os outros vendedores não são muito valorizados, apesar de que comer na rua aqui faz parte da identidade coletiva e do cotidiano das pessoas. Quando os vendedores vêem seus quitutes numa publicação impressa, eles se sentem mais valorizados. Mas o melhor está sendo que toda vez que falo com a imprensa, cito alguns dos vendedores que fazem as comidas com muita qualidade, e essas citações tem sido publicadas. Aos poucos, vai se gerando uma cultura de valor sobre o ofício e saberes dessas pessoas.


 

IM: Já foi planejada alguma versão do guia pra turistas estrangeiros, com tradução em outros idiomas, pra estimular o turismo gastronômico de Salvador?

MT: Estamos estudando como dar continuidade a pesquisa do Guia Afetivo da Comida de Rua de Salvador e quais serão seus desdobramentos. Temos alguns desejos, um deles seria uma versão em inglês ou uma versão bilíngüe. Mas ainda precisamos entender como viabilizar isso. Nossa vontade é que o Guia sirva também para as pessoas de outros países que visitam a cidade de Salvador.


IM: Para você, Quais são os principais desafios e oportunidades para preservar o patrimônio alimentar e as raízes alimentares brasileiras em um contexto cuja soberania alimentar é limitada pelo domínio de grandes corporações?

MT: O desafio é atuar frente a velocidade em que a sociedade brasileira está se transformando e perdendo muito de seu patrimônio alimentar tradicional, ou seja, conseguir valorizar/conservar antes que as coisas desapareçam. Corremos o risco de perder espécies alimentícias e modos de fazer antes mesmo de ficarmos sabendo que eles existem.

A grande oportunidade vem do tanto que se tem por fazer: pesquisar, registrar, valorizar. Isso vai desde a realização de documentação audiovisual até pesquisas dos aspectos nutricionais, históricos, antropológicos e gastronômicos relacionados com o cultivo, extrativismo, processamento, preparos e modos de servir as comidas ligadas às nossas raízes alimentares.


IM: Qual a sua opinião sobre o papel da imprensa gastronômica quanto a propagação e valorização da comida como patrimônio. Atualmente existe a "glamorização da gastronomia", você acha positivo essa tendência?

MT: O papel da imprensa é fundamental, pois quando esse papel é bem executado, ele gera visibilidade, ajuda a formar opiniões e contribui com outras formas de olhar as coisas. Para isso a pesquisa, a boa vontade e o engajamento dos jornalistas é muito importante. A glamorização por outro lado tem um papel negativo, pois ela faz com que a gastronomia pareça distante do cotidiano, criando estrelas de TV ou de premiações para poucos. Ao invés de criar essa glamorização, o melhor caminho seria estimular que todos cozinhem, se alimentem bem e conheçam mais sobre a história e origem dos alimentos.


IM: Que outras iniciativas, vocês conhecem que podem ser utilizadas como meios para incentivar o resgate e reconhecimento de práticas alimentares - tradicionais, regionais, históricas-  como patrimônio cultural?

MT: Conheço o trabalho de pessoas que buscam experimentar, divulgar e valorizar as práticas alimentares, como por exemplo o trabalho da Neide Rigo através do seu blog (www.come-se.blogspot.com.br). Ou o trabalho de instituições como o Museu da Gastronomia Baiana, que foi criado pelo antropólogo Raul Lody e é um museu vivo, com restaurante onde se pode experimentar as receitas resgatadas, mas também conhecer utensílios e modos de fazer. O Museu realiza por exemplo um seminário anual com temas ligados às práticas alimentares. Não poderia deixar de destacar o trabalho do Slow Food, especialmente com a Arca do Gosto, que é uma catalogação de alimentos que correm o risco de desaparecer (www.slowfoodbrasil.com/arca). Ou ainda o trabalho que o IDEC fez junto com entidades que atuam com consumo consciente no mapeamento e divulgação das feiras orgânicas e grupos de consumo (www.idec.org.br/feirasorganicas).

Pensando EAN

Marcelo Terça-Nada é ativista do Slow Food, artista e designer. Faz parte da DoDesign-s, escritório de design que trabalha há 12 anos para cooperativas de agricultores familiares, produtores orgânicos e iniciativas do comércio justo. Como artista e junto com Brígida Campbell, criou o Poro em 2002, e desde então realiza intervenções no espaço público e trabalhos gráficos que tentam despertar outras leituras sobre as cidades e as práticas urbanas atuais. O trabalho mais recente do Poro foi o Pequeno Guia Afetivo da Comida de Rua de Salvador.


 



postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Terça-feira, 07 de Outubro de 2014

Todo mundo sempre comenta sobre a imensidão do Brasil e suas diferenças culturais. Mas você já parou pra pensar nos detalhes, relacionados a alimentação que caracterizam a população nos mais diversos cantos desse país?

Você já se perguntou se todo mundo tem o hábito de servir entrada, prato principal, sobremesa? Se serve a comida nas panelas no fogão ou se vai tudo à mesa em travessas?  O prato é montado com tudo junto ou se come em etapas?  Tem sopa e salada sempre? Tem alguma objeção ao uso das palavras mistura, janta e bife? Você conhece esses termos?

Pensando em como esses hábitos tão diferentes constroem a nossa identidade brasileira, Neide Rigo responsável pelo blog Come-se, pediu para que quem ficasse sabendo da campanha mandasse um vídeo pra ela respondendo a essas perguntas feitas no parágrafo anterior. E o resultado ficou super legal!! Quer saber o que os brasileiros estão comendo? Dá uma conferida no vídeo:

Além do vídeo a Neide também fez uma coleção de fotos das mesas postas pelo Brasil afora! 

Casa da autora do blog, Neide Rigo, em São Paulo.

comese

 

Casa do Caio em Pirinópolis, Goiás.

come se

Restaurante Popular em Goiânia, Goiás.

comese

Casa da avó de um amigo em Fortaleza, CE.

come se

Acrelândia, AC.

come se

Ficou curioso pra ver todas as fotos? Dá uma olhada nesse post no Come-se!!



postado por Lucas Ferreira em Terça-feira, 30 de Setembro de 2014

divulgação 1

O projeto Mais que Receitas já está recebendo pratos maravilhosos! Participe com o seu aqui.

Recebemos nossa primeira receita semana passada e ela já foi selecionada para fazer parte do nosso livro! Que tal testar esse Bolo de Maçã para um lanche da tarde? A autora da receita é Fernanda Trigo Costa, que além desse delicioso prato também compartilhou uma linda história:

"Minha mãe sempre fez bolos deliciosos, desde os mais simples, para tomar com um cafezinho preto bem fresco, até os recheados e confeitados, que marcavam nossos aniversários.

Há quatro anos ela se foi, mas me deixou de herança três livros de receitas, caderninhos azuis de capa dura, com a letra bem caprichada e instruções detalhadas de como criar uma família capaz de estabelecer uma relação deliciosa com os alimentos. Lá estão todas as receitas que nos trazem as mais saborosas lembranças de momentos marcantes. Ela sempre preferiu os doces, por isso, são dois cadernos recheados de receitas de bolos, pudins, sobremesas, biscoitos e demais doçuras.

Casei no mesmo ano em que ela se foi e, apesar de já fazer bolos quando era solteira, foi na minha própria cozinha que descobri que, além dos cadernos, também tinha herdado o talento de fazer bolos. Aos poucos fui testando várias receitas e conquistando o paladar de todos que experimentavam os bolos quando estavam em nossa casa, principalmente de meu marido, fanático por este bolo.

Divina e graciosamente, eu também terei a quem deixar esses livros, que estão ficando mais volumosos, num processo de construção coletiva. Em 2012, uma bela estrelinha veio iluminar nossas vidas, a pequena Elis, que adora fazer bolos comigo e curte muito quando é o dia de ela levar o bolo do lanche da escola e dividir com seus amigos.

Essa receita é de um dos livros de minha mãe e, desde a primeira vez que fiz, fico maravilhada com o resultado, a combinação de sabores e texturas e a possibilidade de aproveitar os alimentos e transformá-los em delícias!"

A receita é muito simples e muito bonita, além de ser rica em fibras e minerais! 

bolo maça 1

Ingredientes 

    • 4 maçãs maduras com casca (aquelas que sobraram na fruteira e ninguém mais quer comer!)
    • 3 ovos inteiros
    • 180mL (1 xícara) de óleo de girassol ou de milho
    • 400g (2 xícaras) de açúcar mascavo orgânico
    • 200g (1xícara) de farinha de trigo
    • 200g (1 xícara) de farinha integral
    • 1 colher de sopa de fermento
    • 1 pitada de canela

 Modo de Preparo

    • Descascar as maçãs e colocar as cascas no liquidificador, juntando os ovos, o óleo e o açúcar
    • Picar as maçãs e acrescentar gotas de limão para não escurecer
    • Juntar aos ingredientes batidos as farinhas e o fermento e bater na batedeira
    • Misturar as maçãs picadas na massa
    • Levar ao forno a 180ºC por 40 minutos
Envie sua receita também! Estamos aguardando por mais participações.


postado por Maína Pereira em Quinta-feira, 20 de Março de 2014

Considerada por muitos a refeição mais importante do dia, o café da manhã está presente em diferentes tradições e culturas ao redor do mundo representando a identidade de cada país.

Mas você sabe o que se come de café da manhã mundo afora?

Este é um ótimo vídeo que mostra um olhar da primeira refeição do dia feita em 17 países:
 


Além disso, o site Igmur compilou em um álbum de fotos mais registros de café da manhã em outros países. Vale a pena dar uma olhada para conhecer a variedade de alimentos em cada lugar:
 


Pensando no Brasil e na diversidade alimentar entre regiões e estados, a variedade desta refeição também está presente.

A nova proposta de Guia Alimentar para a População Brasileira (ainda em consulta pública) sugere opções saudáveis considerando preferências regionais e preparações culinárias:

cafe da manha brasil 1cafe da manha brasil 2

 

E você o que gosta de comer no café da manhã?
 



postado por Stefany Correa Lima em Segunda-feira, 03 de Junho de 2013

Juarez, pequeno agricultor, participante da feira ecológica de Porto Alegre há 22 anos, mostra brevemente o trabalho que desenvolve com as sementes crioulas. Ele defende uma produção sustentável, que respeita o solo e valoriza o trabalho manual como forma de inclusão social.

Confira!

*adaptado de Slow Food Brasil



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