Ideias na Mesa - Blog


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postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 18 de Julho de 2016

“A transformação, eu tenho certeza, vem através da semente. A semente que a gente resgata, a semente das organizações, a semente das atitudes. Tudo tem que ser pela semente, porque nós somos uma semente. E isso não precisa aprender numa faculdade. Isso você tem que sentir que está na hora de mudar."
(Lourdes Bodaneze)

 

Esse é o sentimento que move as camponesas do  Oeste de Santa Catarina  que participam do curta "Mulheres da Terra", produzido pela Plural Filmes, que está no [Comida na Tela] de hoje.

As agricultoras Joana Fernandes Sebben, Edel Schneider, Lourdes Bodaneze, e Rosalina Nogueira da Silva, participantes do Movimento de Mulheres Camponesas e  Guardiãs de Sementes Crioulas, contam como esses dois movimentos fizeram diferença em suas vidas tanto na questão da emancipação das mulheres como na forma de produzir na terra o seu sustento.

Ressaltam a importância da mudança de paradigmas tanto nas relações dos seres humanos com a natureza, a partir do fortalecimento da agroecologia, como na construção de novas relações sociais de gênero. Trazem também a importância dos conhecimentos tradicionais de cultivo resgatando assim suas origens quilombolas e indígenas.

Veja a força feminina (e feminista) das mulheres do campo, mostrada quase que de forma poética nesse curta:



postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Quinta-feira, 14 de Julho de 2016

A modernidade, fruto do desenvolvimento histórico e cultural da sociedade ocidental, culminou na consolidação tecnológica e capitalista das relações humanas. Hoje, seja na comunicação, alimentação, locomoção ou moradia, gozamos de inúmeros aparelhos, ciências, máquinas e aplicativos que de acordo com o senso comum, facilitam a vida do homem moderno. Porém, trazem também diversas consequências à saúde, ao meio ambiente, aos animais e aos indivíduos.

 

 

O [Comida na Tela] de hoje, a partir destas reflexões, traz o filme Os Sem Floresta, lançado em julho de 2006 pela companhia cinematográfica Dreamworks.

 

 

A animação gira em torno de animais que moram em uma floresta, onde vivem em harmonia e possuem uma relação mutualística com a natureza, de onde tiram todas as frutas, água e galhos que precisam para sobreviver. Após acordarem da hibernação, se veem envoltos por uma grande cerca viva, e assim, passam a temer o que esconde por detrás dela. Na verdade, ela esconde um grande e moderno condomínio, que fora construído enquanto os animais hibernavam.

 

 

Logo, os personagens começam a explorar este novo conglomerado, onde se deparam e se assustam com as várias tecnologias humanas.

 

 

Em um dado momento, maravilhados pelas facilidades, começam a utilizar celulares, videogames e aparelhos de som que encontram no lixo ou que pegam de dentro das casas. Além disso, começam também a se alimentar de vários produtos ultraprocessados, uma vez que as despensas das casas eram fartamente recheadas de biscoitos, salgadinhos de pacotes, guloseimas, sanduíches, dentre outros. O único ao não concordar com este comportamento, é a então tartaruga líder do grupo, que acreditava que frutas e galhos era a melhor opção, já que com estes alimentos industrializados, o restante do bando estava hiperativo, viciado e passando mal.

 

 

 

O filme, com 1 hora e meia de duração, reflete muito a situação em que vivemos hoje, onde a expansão do mercado imobiliário, em sua busca incessante por novas áreas agregáveis aos seus interesses financeiros, impacta diretamente no habitat natural dos seres vivos, fazendo-os muitas vezes "invadirem" as nossas casas e lixeiras à procura de alimentos para sobreviverem. Alimentos estes ultraprocessados, que acabam por afetar igualmente a saúde animal.

Que tal juntar a família nesse final de semana pra assistir essa animação? Além de muito divertida, ela conscientiza e discute sobre estes importantes temas atuais. Vale a pena!



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Sexta-feira, 24 de Junho de 2016

“A palavra ‘paraíso’ vem do persa ‘paradiso’, que quer dizer ‘jardim’. Se transformarmos nosso modelo agrícola em jardim, o planeta tem tudo pra se transformar em paraíso”. Com essa fala começa o filme do [Comida na Tela] de hoje: "Por que não o paraíso?". Produzido pelo Projeto Céu e Terra, traz um olhar sobre a experiência de Marsha Hanzi, precursora da Permacultura no Brasil, e de sua equipe. Eles criaram o Epicentro Marizá, sítio agroecológico no sertão da Bahia com o intuito de apontar possíveis caminhos de transformação para a humanidade e o planeta.

"O pessoal da permacultura diz que todos os grandes problemas do planeta se resolvem num jardim, transformando esse planeta em jardim a gente ta transformando esse planeta em paraíso, e esse planeta tem tudo pra se transformar em paraíso. Se a gente transforma nosso modelo agrícola em jardim, em jardinagem em larga escala, que é o que a agroecologia e a permacultura propõem, ele virará um paraíso" É nisso que acredita Marsha, fundadora do Instituto de Permacultura da Bahia em 1992, e que em 2003 saiu da cidade grande rumo ao povoado de Marizá no município de Tucano, sertão da Bahia, para começar o projeto “Marizá Epicentro de Cultura e Agroecologia”.

O trabalho feito no Projeto segue quatro princípios que norteiam há onze anos ela e sua equipe. A transformação de 19 hectares de areia seca num belo jardim produtivo, cheio de árvores, flores silvestres, cantos de mais de 60 tipos de passarinhos e uma importante proposta com as PANCS do sertão: a boa vizinhança e contribuição para a comunidade; a produção semissilvestre de alimentos saborosos; a cura – de pessoas, do lugar, e do planeta - a vida multidimensional, onde a magia interpenetra o quotidiano.

Na página do Epicentro eles afirmam: "Já temos todos os conhecimentos necessários para transformar este planeta num belo paraíso. Todas as técnicas e estratégias foram testadas e estão prontas para a implantação: a agroecologia, construções biológicas, energias alternativas, moedas locais, estruturas sociais de cooperação e de ajuda mútua.". Fica então a questão, por que não o paraíso?

Assista e inspire-se:



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Sexta-feira, 17 de Junho de 2016

Antigamente, a vida para os agricultores do semiárido não era nada fácil: fome, sede, migração e mortalidade infantil se tornaram cenas gravadas na parede da memória de uma forma indelével.

O [Comida na Tela] de hoje traz o curta "Coragem é um dom", que com as falas de Dona Gracinha e sua família mostra como a agroecologia em conjunto com novas tecnologias e a mobilização dos movimentos sociais mudou esse contexto. Como ela mesma diz: "Já ouvi gente dizendo assim: o povo era preguiçoso. Não, eu acho que faltava era ideia." O sertão não mudou, o modo de nele viver é que está mudando.

Produzido em parceria com a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), a VídeoSaúde – distribuidora de Fiocruz e o Canal Saúde, o filme, gravado durante a mais severa seca dos últimos 50 anos, traz a lógica do sertão sendo observada para uma vivência mais digna. A rotina no Sítio do Girau no interior da Bahia encanta. Dona Gracinha produz e vende queijo, feito com o leite de sua criação de cabras, que são alimentadas com forragem feita de sua plantação de palma. Tudo isso feito com muita higiene e conhecimento. Além disso, utiliza várias tecnologias para recolher e preservar a água da chuva, e aproveitar a do subsolo, e possui uma horta para consumo próprio.

O vídeo traz também a força da mulher agricultora, em todos os sentidos, junto com as próprias constatações de Dona Gracinha sobre as mudanças: "No tempo da minha avó as mulheres nem votar votavam, não tinham liberdade né?! Hoje não, mulher é presidente, deputada, médica, dentista, é tudo! Eu acho que as mulheres são muito inteligentes também.".

Assista aqui:



postado por Lucas Oliveira Teixeira em Sexta-feira, 03 de Junho de 2016

O Poderoso Chefão, (The Godfather, título orginial) é um longa-metragem ficcional dirigido por Francis Ford Coppola lançado em 1972, inspirado pelo livro O Último Chefão e Poderoso Chefão, Mario Puzo, também roteirista da obra.  O filme é conduzido por personagens de uma dinastia patriarcal que dirige uma organização mafiosa, a família Corleone. Aleivosia, homicídio e soberba dão o tom das atuações icônicas de Marlon Brando (Don Vito “Padrinho” Corleone), Al Pacino (Michael Corleone), James Caan (Santino “Sonny” Corleone), Robert Duval (Tom Hagen), entre outros.

Trailer Oficial, 1971

Nesta publicação do [Comida na Tela] analisamos o caráter ritualístico, cultural e simbólico da alimentação usando o filme O Poderoso Chefão como exemplo de movimentos políticos, filosóficos e sociais que confluem quando ante à mesa, mesmo que de maneiras não muito óbvias.

A película é referenciada por sua fotografia, visceralidade, e espontaneidade. Algumas falas e encenações entraram para o ideário popular de forma poucas vezes evidenciada até então. Há quem mesmo sem tê-lo assistido conheça seus diálogos e plot, o que nos faz pensar, quanto da obra deixamos de perceber? As interfaces com a cultura alimentar são diversas, e o exercício proposto é o elencamento de pensamentos semioticamente enviesados. Numa breve síntese, Alexender Pierce, o cunhador do termo semiotic, se trataria de uma doutrina dos signos que a mente faz uso para o entendimento das coisas. (Minute Semiotic)

Uma das falas mais emblemáticas do longa foi performada por Santino, à mesa de jantar quando um de seus lacaios requisita sua atenção dizendo: “Sonny if you have time, I'd like to talk to you maybe after dinner. I could do a lot more for the family…” , em português, Sonny se você tiver tempo gostaria de falar com você talvez depois do jantar. Eu poderia fazer muito mais pela família… A personagem então o interrompe dizendo: “We don’t discuss business at the table.”, Nós não discutimos negócios à mesa.

Aos 1:03

Diversos fãs e críticos já evidenciaram como as cenas envolvendo alimentação são os grandes palcos de desenvolvimento de personagens, em O Poderoso Chefão, por exemplo, a composição das cadeiras é organizada pela hierarquia recaindo a Santino sentar à cabeceira, seus irmãos e tio em suas adjacências e seus lacaios adiante, Constanzia “Connie” Corleone (Talia Shire), sua irmã é incumbida da tarefa de cozer, reafirmando os papéis de gênero hegemônicos no contexto da Nova Iorque de Hell’s Kitchen dos anos 40, as personagens em sua totalidade expressam suas vontades, objetivos e filosofias em suas falas à mesa, como se portam, onde sentam e como comem. Sonny, marcado por seu temperamento irritadiço e ansioso, amor pela família e rigoridade nos negócios, porta-se como um glutão, a devorar os pratos com velocidade, ignorando os protocolos sociais de como suposta deveria se comportar naquela situação. Don Vito, quando presente, senta-se a cabeceira, a personagem marcada por sua sabedoria e paciência de um ancião, faz questão de que cada uma de suas refeições sejam um deleite aos sentidos e que possam ser reverenciadas no seu ritmo, sempre acompanhado de uma taça de vinho, um dos muitos hábitos de sua cidade natal, Corleone, na Itália, refletindo a cultura alimentar de sua comunidade pregressa. Michael, sóbrio, calculista, um homem letrado, o que, em tempos aqueles, eram méritos notórios, é o mais novo dos irmãos, o mais observado, senta-se ao lado pai e do irmão, revelando o apreço destes pela personagem, ingere as porções calmamente, não interrompe as falas alheias, bem como o irmão mais novo deveria se portar.

Cena d'O Podereso Chefão pt. II (flashback)

A liturgia do comer, a sentença que denomina essa matéria, trata-se de uma reflexão em si, pode-se inferir à ela como um hábito, palco de um habitus, como Bordieu o diria, palco de falas de caráter simbólico, que excitam o expectador a refletir sobre os significantes e significados dos signos da mesa. Pensar sobre como algumas manifestações de poder, hábito, cultura se expressam em um jantar em família,  almoço no trabalho, ou numa mesa de bar.

A comida enquanto signo é comum e boa, mas seus significantes, infinitos ante às intersubjetividades individuais, expressam relações nem sempre mútuas, plausíveis, e constantes, a mesa é um rito diário comumente valorizado, a távola redonda de Artur, o palco das mais minuciosas expressões d’algo podemos chamar de humanidade.

Imagem de capa: Sharang Sharma, Nova Deli, 2013.
 

via GIPHY



postado por Débora Castilho em Sexta-feira, 20 de Maio de 2016

“A contribuição econômica das mulheres do campo muitas vezes se oculta em relações que não necessariamente passam pelo dinheiro, como autoconsumo, trocas e doações daquilo que elas produzem. Retirar do próprio quintal quase toda a alimentação da família, intercambiar com a vizinha hortaliças por ovos, produzir plantas medicinais que substituem medicamentos, presentear com frutas parentes e amigos que vêm visitar no final de semana. São algumas atividades corriqueiras das mulheres rurais, cujo significado econômico nem sempre é levado em conta (Mulheres do campo construindo autonomia. Experiências de comercialização, 2016).”

 

 

O [Comida na Tela] de hoje traz o curta-metragem "Semeando autonomia". Em animação, o curta-metragem sobre mulheres rurais, foi produzido pela Maria Baderna Filmes para a Christian Aid com o apoio da Sempreviva Organização Feminista (SOF)  e outras entidades.

Em menos de dez minutos, “Semeando autonomia” traz a história de Maria e sua descoberta das possibilidades de produção e comercialização de alimentos a partir de seu próprio quintal. O vídeo incentiva a valorização das mulheres no campo e faz referência a programas de grande relevância, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), além de incentivar a participação em feiras e a auto-organização das mulheres em grupos.

O curta teve base nos acúmulos do seminário sobre gênero e mercados inclusivos, que reuniu em 2015 mulheres rurais representantes de diversas entidades e estados. Também foi fruto deste projeto a publicação “Mulheres do campo construindo autonomia”.

 

 



postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Sexta-feira, 06 de Maio de 2016

Valendo-se da temática de agrotóxicos e transgênicos que apresentaremos em algumas atividades do mês de maio, o [Comida na Tela] de hoje divulga um documentário produzido em 2013 pela rede produtora Fiocruz, e conta com a participação de inúmeros colaboradores, dentre eles o professor Wanderlei Pignati da Universidade Federal do Mato Grosso. 

 

 

O projeto, que possui cerca de 23 minutos de duração, apresenta através de entrevistas e depoimentos, informações extremamente importantes que auxiliam na compreensão da participação dos agroquímicos em nosso sistema alimentar. No documentário, vários questionamentos são realizados, como alguns elencados logo abaixo.

O Mato Grosso é um estado brasileiro que possui uma conformação econômica voltada aos latifúndios de exportação de commodities. Detentor da maior produção de soja, milho, gado e algodão do país, ocupa também o lugar de maior consumidor de fertilizantes químicos e agrotóxicos.

Há um grande investimento por parte das empresas em novas tecnologias, novas sementes com novas conformações genéticas, novos produtos e substâncias. Porém, onde está o investimento na saúde do trabalhador que se intoxica diariamente durante o manejo desses insumos? E os agravos às nascentes, ao solo, à vegetação, aos biomas e às terras indígenas e quilombolas? Estes produtos inclusive, tem o potencial de contaminar até o leite materno, e se espalhar para hortas orgânicas através da evaporação e consequente precipitação nas chuvas!

Vale a pena tirar um tempinho do dia e assistir este vídeo para se atualizar e refletir um pouco mais sobre o nosso atual sistema agroalimentar. Fica a dica!

 

 

 



postado por Débora Castilho em Sexta-feira, 29 de Abril de 2016


Perguntas que não querem calar: consumir ou não consumir leite? Somos todos intolerantes à lactose?

 

Com intuito de provocar reflexões sobre a questão, o [Comida na Tela] de hoje traz o documentário Milk? (“Leite?”), produzido e dirigido por Sebastian Howard.

O documentário americano, lançado em 2012, busca problematizar a questão do consumo de leite. Apesar de a saúde ser o aspecto principal abordado no documentário, ele não reduz o problema do consumo de leite a isso. Também é discutido no documentário, as relações que envolvem o sistema alimentar, desde a produção de leite e os meio que chegam até o consumidor.  Ele traz à tona as controvérsias sobre a necessidade de pasteurização deste produto e a forma de ordenha o qual as vacas são submetidas.

Dentre os entrevistados, encontram-se desde pequenos produtores de leite até o chefe do departamento de laticínios de uma universidade norte-americana. Há uma grande diversidade de visões e posições dos entrevistados, permitindo ter uma visão geral sobre os lados envolvidos na discussão e seus principais argumentos.

No geral, os 58 minutos do documentário são informativos e instigantes. As informações veiculadas através dele, certamente o fará refletir sobre sua relação com o leite.

Para assistir e saber mais sobre o documentário acesse o site: http://www.milkthedocumentaryfilm.com/

O vídeo também está disponível no Netflix e está legendado em português.

Assista, reflita e nos conte sua opinião sobre o assunto! 

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Sexta-feira, 22 de Abril de 2016

Aproveitando o fim de semana com este clima de feriado prolongado, no quadro de hoje recomendamos os vídeos de receitas leves e saborosas do canal Raiz - Gastronomia e Nutrição. Mais do que receitas, o canal criado pela nutricionista e cozinheira Marina Morais transmite receitas com conteúdos educativos acerca de uma alimentação saudável, consciente e sustentável, com o objetivo de espalhar estes princípios através da boa comida.

O canal é recente, mas surge de um acumulado de postagens sobre alimentação saudável e dicas no blog, onde Marina segue uma linha de alimentação mais natural, sem modismos e que valoriza o prazer das refeições. Esta linha de pensamento está presente no primeiro vídeo da série, onde a nutricionista fala sobre o conceito de comida de verdade e passa a receita de um apetitoso macarrão de arroz com cogumelos. Uma alternativa prática, nutritiva e verdadeiramente saborosa para o macarrão instantâneo.

No segundo vídeo uma outra opção de refeição versátil e gostosa que valoriza ingredientes acessíveis é passada: Frango com guacamole  e banana grelhada.

Já o terceiro vídeo as série apresenta uma ótima opção de canapé que incentiva a introdução de hortaliças na alimentação: Abobrinha com queijo minas, tomate e manjericão.

Para se manter atualizado sobre as dicas e receitas acompanhe as mídias sociais através da página da Raiz Gastronomia e Nutrição




postado por Rafael Rioja Arantes em Sexta-feira, 08 de Abril de 2016

Comer é talvez uma das coisas que mais fazemos durante a nossa vida, diariamente nos alimentamos de diferentes refeições que estão relacionados com a nossa cultura e preferências. A forma com que comemos significa também saúde para nós e para o meio ambiente a partir da escolha que fazemos, e sem dúvida, saber preparar o próprio alimento, ainda que seja apenas um lanche, torna os indivíduos mais conscientes dentro do sistema alimentar.

Pensando nisto, disponibilizamos hoje alguns vídeos da nutricionista Neide Rigo - autora do blog Come-se e colunista do Paladar – que tem uma visão muito interessante sobre o resgate do cozinhar na alimentação através do aproveitamento integral de alimentos e a utilização de plantas alimentícias não convencionais (PANC’s). O primeiro vídeo conta um pouco da história e das influências de Neide:

Neste segundo vídeo a nutricionista fala um pouco sobre as PANC’s, o que são, como encontrá-las e utilizá-las na alimentação.

 

Neide ensina também a preparação típica das regiões norte e nordeste que caiu nas graças dos brasileiros, a tapioca. No vídeo ela ensina o preparo da massa e tem também a opção para aqueles que desejam fazer o processo desde ralar a mandioca.

Para conferir as receitas e outros materiais de Neide Rigo, acompanhe além de seu blog, suas redes sociais.  




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