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postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 26 de Agosto de 2015

O [Biblioteca do Ideias] traz hoje, o artigo cientifico “Participação crescente de produtos ultraprocessados na dieta brasileira (1987-2009)”, escrito por Ana Paula Bortoletto Martins e colaboradores. O artigo traz a análise dos dados provenientes da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizadas no Brasil em 1987-1988, 1995-1996, 2002-2003 e 2008-2009. O objetivo principal do estudo foi estimar as tendências temporais do consumo domiciliar de itens alimentícios no Brasil, levando em conta a extensão e o propósito do seu processamento industrial.

“Produtos ultraprocessados possuem características peculiares que favorecem o consumo excessivo de energia, como sua frequente comercialização em grandes porções, sua hiperpalatabilidade, sua longa duração e facilidade de transporte, que facilitam o hábito de comer entre refeições e fazer lanches (snacking), além de sua agressiva promoção por meio de persuasivas estratégias de marketing.”

“Estudos em diferentes países mostram que o conjunto dos produtos prontos para o consumo, processados ou ultraprocessados, é mais denso em energia, tem maior teor de açúcar livre, sódio, gorduras totais e gorduras saturadas, e menor teor de proteínas e fibras quando comparados a alimentos in natura ou minimamente processados, combinados a ingredientes culinários.”

No artigo, além da análise da POF, discute-se também sobre a relação do aumento da produção e consumo de alimentos ultraprocessados com a atual pandemia de obesidade e de doenças e agravos não transmissíveis.

Acesse a Biblioteca do Ideias e leia o artigo na íntegra!

Saiba mais sobre Educação Alimentar e Nutricional por meio de vários artigos científicos, publicações, cursos e vídeos, compartilhados através da Biblioteca do Ideias! Não deixe de conferir esse rico acervo!



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 19 de Agosto de 2015

Hoje na [Biblioteca do Ideias] você pode conferir o “Guia para as pessoas que vivem com HIV/AIDS”, com 10 passos que podem melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, com foco em uma alimentação saudável e adequada.

O Guia foi elaborado pelo Ministério da Saúde e busca auxiliar no dia-a-dia das pessoas que vivem com HIV/AIDS trazendo informações sobre alimentação e nutrição que são essenciais para garantir qualidade de vida às essas pessoas.

Dentre esses passos alimentares saudáveis encontra-se o incentivo ao consumo de frutas, legumes e verduras todos os dias, além de enxergar a alimentação como uma atividade prazerosa, que pode ser desfrutada em companhia familiar, a redução do consumo de açúcar e sal, entre outros passos importantes.

Além desses passos em busca de uma qualidade de vida, o guia também traz algumas dicas de cuidados para conservar os valores nutritivos dos alimentos e também alguns cuidados com a higiene pessoal e dos alimentos.

Você pode conferir o guia na [Biblioteca do Ideias]



postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 12 de Agosto de 2015

No quadro de hoje apresentamos uma de nossas publicações, o livro Mais que Receitas. O título do material não se dá ao acaso, ele é fruto de um conteúdo leve, afetuoso e que transcende a receita restrita a instruções no papel.       

"Se comer é algo prazeroso, cozinhar é o ponto de partida. Esta publicação reúne 48 receitas e histórias de famílias de diferentes regiões do país para que todos possam desfrutar de uma experiência com a comida acolhedora e cheia de sentido."

O Mais que Receitas está dividido em 6 categorias, são elas: Pães e bolos, Carnes e peixes, Molhos e sopas, Lanches rápidos, Vegetarianas e Doces e sobremesas. Intercalado com as receitas, é possível encontrar relatos das pessoas que colaboraram enviando receitas para concretização do livro, evidenciando histórias e significados por trás das preparações.

Que tal testar um bolo novo e com um ingrediente diferente? Bolo de Banana com Casca é uma das receitas presentes no livro. Esta preparação além de ser muito saborosa (acredite, eu já provei e aprovei), é carregada de significados, confira:     

Para conferir esta receita na íntegra e conhecer outros relatos e o conteúdo completo do livro basta entrar na Biblioteca do Ideias e visualizar o material online e em pdf. 


 

 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 05 de Agosto de 2015

A amamentação faz parte das interpretações culturais do ser humano e contêm traços de ideologias de afeto e emoção. Entretanto algumas perspectivas sociais, econômicas e culturais transformaram esse ato em algo regulável pela sociedade.

Todas as mudanças que aconteceram nas representações do papel da mulher na sociedade, sejam desde o ingresso no mercado de trabalho até a sua vida reprodutiva interferiram no ato de amamentar.

Surgiram inúmeras imposições socioculturais que levaram o desmame precoce acontecer rotineiramente entre as mulheres, tornando o ato em uma figura presente nas agendas de saúde publica e criou um novo mercado para as indústrias alimentícias, ao mesmo tempo em que culpabilizou as mulheres pelo desmame e seus efeitos na saúde das crianças.

Orlandi aponta como um dos fatores do declínio do aleitamento materno as mudanças da estrutura familiar na sociedade moderna urbana. Reforçando esse pensamento, o autor argumenta que a jovem mãe “não tem mais o apoio, a ajuda e o incentivo dos parentes mais velhos (avós, tias, irmãs, etc.), elementos facilitadores do aleitamento materno”.

Hoje existem vários programas e iniciativas que incentivam e buscam pensar a amamentação de outra forma, sem o reducionismo biológico da mulher e o modelo machista higienista presente nos anos 80, que não escutou as principais afetadas pelas políticas, as mulheres, como bem concluiu Orlandi:

“Seja como for, os seios, por muito tempo, despertarão um interesse político. Mas é preciso lembrar que eles pertencem às mulheres e que elas não são chamadas a opinar e a decidir na política do aleitamento materno desde o século 18. No século 20, os homens continuam cometendo os mesmos erros”.

Portanto busca-se um novo foco sobre o papel da mulher na amamentação, baseado no seu direito de amamentar ou não.

 O IBFAN é uma rede que traz essas iniciativas, que visa a promoção do aleitamento materno como direito daquelas mulheres que assim desejam amamentar.

O artigo “Amamentação: um híbrido natureza-cultura”  buscou trazer essa nova forma de pensar a amamentação, o papel da mulher, as vantagens de amamentar e a necessidade de construir um modelo que não determine biologicamente o ato de amamentar.

Veja o artigo completa em nossa biblioteca aqui: http://goo.gl/HUrDdW



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 29 de Julho de 2015

Segundo dados da FAO, a agricultura é uma das atividades mais impactantes sobre o ambiente, em nível mundial, utilizando em torno de 80% da água doce disponível e provocando processos erosivos e contaminações ambientais em elevada escala.

Pensando nisso foi lançado um livro que relata e apresenta experiências de uma alternativa a esse modelo de produção agrícola predatório: a agrofloresta.

E a coluna do nosso blog [Biblioteca do Ideias] apresenta hoje essa publicação: Agrofloresta, ecologia e sociedade que reúne alternativas de vivências agroecológicas de agricultoras e agricultores ligados à cooperativa Cooperafloresta (Associação de Agricultores Agroflorestais de Barra do Turvo e Adrianopólis).

É possível encontrar no livro experiências e casos do reestabelecimento da relação agricultura com o meio ambiente, demostrando alternativas verdes e agroecológicas de produção como a agrofloresta, um sistema de produção sustentável que reestabelece a relação saudável e reequilibra a relação sociedade/meio ambiente, abordando aspectos pedagógicos com base nos saberes de Paulo Freire, uma ecologia dos saberes que dá voz à comunidade e até mesmo a relação da agrofloresta com a alimentação, como mediadora da nova relação sociedade/ambiente, entre outros.

 

Assim, a prática agroflorestal pode representar uma resposta ao desafio da conciliação entre a sustentabilidade na produção de alimentos e a sustentabilidade ambiental.

Você pode conferir esse livro completo na [Biblioteca do Ideias].



postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 22 de Julho de 2015

O [Biblioteca do Ideias] hoje traz a publicação “Receitas Regionais para crianças de 6 a 24 meses”. A publicação tem por objetivo apresentar aos profissionais de saúde, aos pais, familiares e cuidadores das crianças de seis meses a dois anos preparações que possam ser oferecidas no almoço ou jantar, que sejam saudáveis, com preços acessíveis, saborosas, que utilizem e respeitem a identidade cultural e alimentar do Brasil, e, especialmente, contribuam para a promoção da saúde.

 

 

Nos primeiros anos de vida, a alimentação saudável é muito importante para o bom crescimento e desenvolvimento infantil e para a formação de hábitos alimentares saudáveis que contribuirão para a saúde durante toda a vida. O aleitamento materno exclusivo é recomendado até os seis meses de vida. A partir desta idade recomenda-se que seja complementado com alimentos saudáveis até os dois anos ou mais.

No entanto, o que oferecer às crianças a partir dos seis meses?

Como oferecer uma alimentação complementar que seja saudável e culturalmente aceita pelas famílias brasileiras?

A publicação traz vinte e cinco receitas com ingredientes que representam todas as regiões brasileiras. E o que se espera é ajudar as famílias brasileiras no preparo de refeições saborosas e na formação de um hábito alimentar saudável para as crianças.

Confira na Biblioteca do Ideias na Mesa a versão completa da publicação! Acesse aqui e compartilhe essa ideia!

 

 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 15 de Julho de 2015

Recentemente uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e do portal de Educação Financeira “Meu Bolso Feliz”, mapeou em todas as capitais brasileiras o interesse do consumidor em realizar um consumo consciente e revelou que parte significativa das pessoas (17%) não sabe, como praticar o consumo consciente.

A pauta do consumo é um compromisso reafirmado na Agenda 21 Global, assinada na Rio 92, pois atenta este como causador de diferentes impactos ambientais e sociais. Portanto é necessário despertar esse olhar crítico na população, quanto ao consumo e seus desdobramentos, entendendo o ato de consumir como parte de um sistema maior, que envolve também a produção e o descarte.

Um consumidor consciente é aquele que leva em conta no ato de sua compra todos os aspectos daquele produto, que vai bem além da marca ou do preço. É importante analisar também as questões ambientais, sociais, de saúde humana e animal, econômicas e culturais que envolve toda a produção desse produto.  

Na pesquisa apontou-se que 50,7% dos entrevistados dizem analisar produtos e marcas e desistir da compra se a empresa produtora adotar práticas prejudiciais ao meio ambiente ou à sociedade e demonstra que a população brasileira tem se preocupado com as questões ambientais e de consumo e aceitam até pagar mais caro por produtos que sejam “ambientalmente amigável”.

Pensando nesta questão o Ministério do Meio Ambiente (MMA) dá dicas de atitudes simples que têm impacto positivo em seu “Pequeno guia de consumo em um mundo pequeno”, que você pode encontrar na [Biblioteca do Ideias]. As dicas incluem dar preferência a produtos que possuam selos verdes ou similares, dar preferência aos produtos locais, para incentivar e fomentar a economia local das cidades e evitar o desperdício de alimentos, a dica é servir apenas o que for comer, entre outros.

 

Confira aqui esse “pequeno guia”, é didático e super útil na educação para um consumo consciente!



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 08 de Julho de 2015

Temos hoje na [Biblioteca do Ideias] o trabalho científico enviado por alguns usuários da nossa Rede. Essa nova seção da nossa biblioteca é direcionada a trabalhos científicos que tenham como foco a Educação Alimentar e Nutricional (EAN).

A publicação de hoje foi o trabalho de conclusão do Estágio Social d@s alun@s: Monique Tavares, Rodrigo Araujo, Beatrix Belfort e a Letícia Buenoque: Educação nutricional para crianças em uma escola pública de Vila VelhaSeu trabalho baseou-se em ações e atividades em uma escola pública de Vila Velha no Espírito Santo, visando promover o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis nas crianças por meio de técnicas e atividades lúdicas sobre nutrição.

Dentre os objetivos do trabalho, era gerar reflexões estratégicas n@s professor@s, para est@s conseguirem despertar o interesse das crianças sobre o tema alimentar e assim gerar mudanças nos hábitos alimentares destas.

A educação alimentar e nutricional é o principal instrumento usado na intervenção, pois visa capacitar o indivíduo a agir conscientemente diante das situações novas da vida, relacionadas à alimentação, com aproveitamento de experiências anteriores, tendo em vista a integração, a continuidade e o progresso no âmbito social, individual ou coletivo à luz da construção de bons hábitos alimentares desde a tenra idade.

O papel desempenhado da alimentação acompanha todos os ciclos de vida dos indivíduos, portanto a idade escolar se caracteriza por um período em que a criança apresenta um metabolismo muito mais intenso quando comparado ao do adulto e é de importante relevância para o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis.

Para ver o artigo completo dessa ação, veja aqui! E faça como a Monique, o Rodrigo, a Beatrix e a Letícia, envie seus trabalhos para compor nossa biblioteca. É simples, bastar preencher esse formulário aqui.

Além de fazer parte da biblioteca do Ideias, os trabalhos enviados poderão ser divulgados aqui no blog e em outras ferramentas da rede.

Participe e também convide seus alunos, professores, amigos e colegas para enviarem seus trabalhos! 



postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 01 de Julho de 2015

“Dar um sentido, ter sentido, tomar um sentido... Essas expressões comuns ajudam imediatamente a entender a importância dos sentidos para a nossa orientação. A orientação dos sentidos contribui determinantemente para a definição das escolhas de consumo e estilos de vida de cada um de nós.”

Pensando nisso o [Biblioteca do Ideias] hoje traz a publicação do Slow Food - Em que sentido? Pequeno Manual de Educação Sensorial”, o manual visa trabalhar percepções polissensoriais: emoções, memórias e experiências com os nossos sentidos (visão, olfato, tato, paladar, audição). O documento traz também algumas sugestões de atividades educativas relacionadas ao tema. 

 

 

A globalização e hábitos de vida ocidentais, que apesar de terem ampliado alguns horizontes, estão de certa forma submetendo-nos a uma verdadeira privação sensorial, com efeitos imponderáveis sobre o desenvolvimento e equilíbrio.

 Segundo alguns antropólogos, por exemplo, a poluição das metrópoles induz a um reflexo condicionado que provoca uma espécie de apnéia, responsável pela progressiva perda de sensibilidade do olfato.

O mesmo vale para a alimentação. O gosto repetitivo e sempre igual de muitos produtos industrializados, ligado ao abundante uso de adoçantes, sais e especiarias artificiais, induz a uma diminuição progressiva da sensibilidade gustativa, que por vez faz aumentar o uso desses aditivos.

O condicionamento que se cria é traduzido em uma sensibilidade limitada. Isso nos torna incapazes de reconhecer e apreciar o gosto variado e sempre diferente de muitos alimentos “ao natural”, como frutas e vegetais locais e sazonais, que muitas vezes trocamos por insípidos cultivados em estufa.  A aposta é alta: corremos o risco de comprometer irremediavelmente as nossas potencialidades, que comportam a capacidade de escolhas diferenciadas e múltiplas, transformando-nos em consumidores “robô”, guiados por sentidos cada vez menos capazes de distinguir e selecionar.

Redescobrir a natureza como origem de tudo o que nos cerca, inclusive o desenvolvimento tecnológico, é o primeiro passo para recuperar o espaço perdido, a diversidade e a multiplicidade dos estímulos necessários para regenerar os sentidos, e consequentemente emoções e pensamentos.

A oficina de educação dos sentidos ilustrada no manual oferece ao participante a possibilidade de viver experiências que ajudam a reconhecer e interpretar os estímulos sensoriais e a se tornar mais conscientes das escolhas de consumo.

Em nossa biblioteca além de você encontrar este manual, você pode encontrar um outro manual também produzido pelo Slow Food, chamado: “Até as origens do gosto, ele também aborda a temática da sensorialidade dos alimentos e traz alguns exemplos de atividades lúdicas, com o objetivo de treinar os sentidos (visão, olfato, tato, paladar, audição) e de adqui­rir um primeiro vocabulário sobre degustação.

 

 

 

 

 

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 24 de Junho de 2015

Masanobu Fukuoka (Fev. 1913 – Ago. 2008), agricultor e filósofo Japonês, foi o autor de “Agricultura Natural”. A obra é resultado de 50 anos de trabalho dedicado a uma agricultura natural baseada na recuperação dos danos causados pelo homem na natureza através do uso intensivo de pesticidas e inseticidas. Fukuoka recebeu em 1988 o prêmio Magsaysay por Serviços Públicos, o prêmio é equivalente ao Nobel na Ásia.

Masanobu era filho de pais camponeses e foi nascido e criado no Japão formando-se em microbiologia com especialização em patologias de plantas. Quando começou a trabalhar colocou-se a questionar sobre os métodos que era ensinado com alto uso de agrotóxicos para manejo dos solos e plantas com a justificativa do aumento da produção de alimentos. Foi então que o agricultor se dedicou a um método, que posteriormente levaria o seu nome, centrado na “não-intervenção” nas plantações.

O “Método Fukuoka” possui quatro princípios básicos, são eles: Não- revirar a terra, não deserbar (tirar as ervas daninhas), não usar fertilizantes e adubos, e não usar pesticidas. Desta forma aquilo que é visto como praga nas plantações convencionais passa a ser um aliado, garantindo-se os processos naturais da maneira com que eles ocorrem na natureza.

A intervenção humana deve ser mínima de forma a otimizar as condições encontradas no local, utilizando o mínimo de interferência possível para contornar os desequilíbrios. Apesar da pouca intervenção, a técnica exige manejo constante, e é com base na experiência prática vivendo 50 anos em uma plantação de arroz cultivada dentro destes princípios que o livro é escrito.

A principal preocupação do Fukuoka era o alto nível de intervenção humana na terra com uso de materiais químicos que deterioram a qualidade do solo, ar e água. Durante os 50 anos ele produziu as mesmas quantidades de arroz ou até mais do que os produtores que usavam agrotóxicos, mostrando que o seu sistema além de proteger e recuperar a natureza é também viável.

Apesar de ter sido mais influente no século XX seu método continua bastante atual e serve de inspiração e base teórica para o desenvolvimento de práticas alternativas, como orgânicos, agroecologia e permacultura, que propõem um modelo sustentável que substitua o modelo vigente. 

Você pode conferir essa obra no Biblioteca do Ideiashttp://goo.gl/ztg6QU



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