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postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 09 de Dezembro de 2015

O Instituto Pólis, Organização Não Governamental criada em 1987 que atua na construção de cidades mais justas, sustentáveis e democráticas, elaborou o manual “Hortas Urbanas – Moradia Urbana com Tecnologia Social” para melhorar à alimentação das pessoas através da Tecnologia Social de Hortas Urbanas. A intenção é favorecer a aproximação dos membros da comunidade por meio do cultivo de alimentos de base ecológica e práticas que beneficiem o ambiente.

O manual se divide em três sessões, “Planejando a horta”, “Cultivando” e “Cozinhando com saúde”. Em cada uma delas dicas, materiais e conceitos são abordados para orientar não apenas na criação dos espaços, mas também a maneira positiva que as hortas impactam no convívio social, no meio ambiente e na saúde.      

Ele serve como um guia prático explicando o passo a passo para reunir as condições mínimas para criar um grupo e começar uma horta, um ponta pé extremamente relevante pois um considerável número de indivíduos gostaria de começar uma horta mas não sabe ao certo como ou por onde. Como os próprios autores descrevem, o processo de criação não segue uma estrutura rígida como uma receita de bolo por exemplo, mas deve levar em consideração as potencialidades do lugar escolhido e das pessoas envolvidas.   

As hortas urbanas não são um fenômeno recente, mas tem ganhado cada vez mais força no Brasil nos últimos tempos. Elas se inserem dentro do contexto da Agricultura Urbana que torna os membros da comunidade como agentes diretos de transformações do ambiente em que vivem por meio do cultivo de hortaliças orgânicas. Outro aspecto bastante representativo desta modalidade de produção é o convívio social e a troca de saberes propiciada pelos mutirões de manejo e plantio das plantas.

O processo colaborativo de produção permite que a comunidade seja mais soberana em relação ao próprio consumo por diminuir a dependência de comprar nos mercados por exemplo, além de criar um sentimento maior de pertencimento e cuidado com a terra. O resultado é uma consciência maior com a própria saúde e meio ambiente e uma alimentação mais saudável.


Acesse o manual disponível em nossa biblioteca.



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 25 de Novembro de 2015

Durante o 1º Encontro da Rede Ideias na Mesa tivemos a palestra com a Prof. Dra. Maria Marlene Marques do curso de Nutrição da Universidade Estadual do Ceará sobre Metodologias participativas e a experiência da educação popular na perspectiva da EAN e SAN dentro da sua participação no projeto “Construindo Capacidades em Segurança Alimentar e Nutricional” em parceria com o Centre for Studies in Food Security da Ryerson University/Toronto.

A partir dessa experiência foi possível a formulação de um material educativo que funciona como uma ferramenta educativa para a promoção da segurança alimentar e nutricional em comunidades e baseia-se nas experiências das animadoras sociais das organizações não governamentais Associação Semente de Amor, Associação Sonho Infantil e Projeto Comunitário Sorriso da Criança, que desenvolveram atividades com famílias de alguns bairros de Fortaleza (CE), a fim de fortalecer as ações voltadas à alimentação e nutrição destas famílias.

 

Esse material é o post de hoje da [Biblioteca do Ideias]!

Toda as ações presentes no material fizeram parte do Projeto “Criando Capacidades em SAN” desenvolvido no Brasil e na Angola (PCCSAN) e teve por finalidade a capacitação técnica para a discussão, planejamento e a implementação das políticas e programas de segurança alimentar e nutricional nestes países.

No Brasil, mais especificadamente em Fortaleza (Ceará) a experiência foi realizada com cerca de 43 animadoras sociais e cada uma acompanhou cerca de 150 famílias.

Dentre as suas atividades estavam a realização sistemática de uma pesquisa socioeconômica junto às famílias e com posse dessas informações as associações teriam um retrato da situação das famílias, das crianças, principais beneficiárias das ações desenvolvidas, entre as quais algumas eram voltadas à alimentação.

No geral, na publicação é possível encontrar todas as reflexões e discussões para a reconstrução dos caminhos para trabalhar a segurança alimentar e nutricional nas comunidades por meio de metodologias problematizadoras e ativas com base na pedagogia de Paulo Freire, além de outras ferramentas de base freiriana e saberes populares.

 

Por fim colocamos em nossa biblioteca fragmentos de uma cartilha que traz ainda alguns fatores que implicam a insegurança alimentar, esclarece o que ela é, como combate-la, além de fortalecer o direito à alimentação e da segurança alimentar e nutricional nas comunidades.

Você pode conferir todo o instrumento na [Biblioteca do Ideias] e também uma cartilha explicativa que auxiliou na ação.

Desde já agrademos a Professora Maria Marlene pela sua participação enriquecedora em nosso evento e também pode nos deixar disponibilizar esse material que temos a certeza que contribuirá para o fortalecimento da EAN e da SAN em todo o Brasil. 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015

O Centro de Excelência Contra a Fome do Programa Mundial de Alimentos da ONU lançou recentemente as versões em português de 3 estudos que compõem a Série Políticas Sociais e de Alimentação, que trata das compras públicas de alimentos no Brasil e seus impactos na SAN e na agricultura familiar, e hoje compõem a [Biblioteca do Ideias].

Os estudos trazem dados e análises dos programas de compras de alimentos da agricultura familiar implementados no Brasil, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

O primeiro estudo: “Abastecimento alimentar e compras públicas no Brasil: um resgate histórico”, como o próprio nome já diz traz um apanhado histórico da trajetória das políticas públicas para a construção e a implementação dos programas no país, apresentando as experiências do governo brasileiro em relação as compras de alimentos e as crises de abastecimento que sucederam ao longo do processo, descrevendo as origens, motivações e estímulos políticos para a promoção da segurança alimentar no país.

Confira o 1º estudo aqui.

Já o segundo estudo “Modalidades de compras públicas de alimentos da agricultura familiar no Brasil” apresenta as diferentes modalidades de compras públicas de alimentos que existem no Brasil, entre elas, o PNAE e o PAA, um dos programas mais eficazes do mundo. Destaca as modificações nas normas de compras públicas que tornaram possível que agricultores familiares vendessem seus produtos a instituições públicas, inclusive escolas.

Aqui você pode conferir o 2º estudo.

Por fim o terceiro estudo “Escala de Compras Públicas de Alimentos no Brasil”, traz uma estimativa das quantidades de alimentos comprados nas compras institucionais, tanto a nível federal, estadual e municipal, com ênfase no PNAE e no PAA, os dois programas que representam a maior demanda das compras de alimentos.

E por último aqui o 3º estudo da série.

Todos os estudos da série você pode conferir na [Biblioteca do Ideias].



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 21 de Outubro de 2015

A Revista Agriculturas lançou recentemente uma nova edição do seu 12º volume: Novas conexões entre o rural e o urbano e está em nossa [Biblioteca do Ideias] de hoje.

 

O tema dessa edição traz algumas reflexões sobre as questões que envolvem cada vez mais o meio urbano e o meio rural, principalmente em relação à globalização do sistema agroalimentar.

A publicação aborda várias experiências em agroecologia que refletem sobre a necessidade de uma nova configuração do modelo de desenvolvimento e de produção agroalimentar.

As experiências ilustram que o caminho para uma sustentabilidade baseada nos princípios da agroecologia já está em curso e que vários agentes impulsionam essas iniciativas.

 

Como o título da nova edição, busca-se ver na prática como essas novas relações entre os espaços urbanos e rurais estão dialogando através dos campos da agricultura e da alimentação.

Dentre alguns dos exemplos que a revista traz é o sistema de compras coletivas que estão se desenvolvendo cada vez mais pelo Brasil e que estreitam as relações dos consumidores com os produtores de alimentos, citando a iniciativa incrível da Rede Ecológica do Rio de Janeiro.

Além disso é abordado na revista, as experiências sobre a agroecologia urbana, como uma ferramenta de transformação social, o modelo de agricultura comunitária de sucesso na China, novas práticas alimentares entre produtores e consumidores, entre outros.

Confira a publicação completa na [Biblioteca do Ideias].



postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Quarta-feira, 14 de Outubro de 2015

O [Biblioteca do Ideias] traz hoje um artigo que exprime um dos símbolos mais verdadeiramente brasileiros: a feijoada. Publicação de 2015, o autor expressa em seu trabalho muito mais do que um significado meramente cultural; abarca raízes de cunho político, social e artístico.

No Rio de Janeiro, a relação é ainda mais especial: o prato está presente em diversos points gastronômicos, no almoço de cada dia, nos encontros aos domingos, em eventos carnavalescos e até nas comemorações do Dia da Consciência Negra.

Neste artigo, ilustra-se didaticamente toda a sua trajetória histórica, que sofreu momentos de rejeição e de plena aceitação nacional. Para se ter uma ideia, no Rio de Janeiro, em tempos de controle sanitário por volta de 1850, culpava-se a iguaria pela disseminação da febre amarela além de outras mazelas, discurso propagado pela elite sanitarista. Com o avanço da ciência e movimentação de camadas populares, a feijoada foi ganhando cada vez mais seu espaço, até virar hoje uma verdadeira paixão nacional, um dos mais importantes símbolos de identidade cultural do povo brasileiro, um patrimônio.

 

E você? Que tal cozinhar uma feijoada com a sua família nesse final de semana e partilhar um momento especial à mesa? Lembre-se de comprar os ingredientes na feirinha agroecológica mais perto de você!

Para saber mais da história da feijoada, acesse o artigo na íntegra na nossa biblioteca: http://goo.gl/LNPtUw

Vale a pena a leitura!



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 07 de Outubro de 2015

Temos hoje na [Biblioteca do Ideias] um material pedagógico desenvolvido pelo PEAAF (Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar), coordenado pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente que aborda um conjunto de ações desenvolvidas pelo programa na temática da educação ambiental em conjunto com a agricultura familiar.

O material tem por objetivo formar agentes populares que sejam capazes de identificar e refletir sobre as questões socioambientais em seus territórios e comunidades de forma a implementar ações sustentáveis no meio rural e na agricultura familiar.

Por meio de uma linguagem acessível e de fácil entendimento para diversos públicos, o material dialoga por meio de ações educativas e com estratégias de construção coletivas para o enfretamento dos problemas socioambientais rurais.

A publicação possui 4 volumes lançados com diferentes assuntos:

1. Educação ambiental e a agricultura familiar no Brasil: aspectos introdutórios;

 
 
 
 
 
 

Confira os 4 volumes do material na [Biblioteca do Ideias].



postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 23 de Setembro de 2015

O [Biblioteca do Ideias] hoje vem destacar o artigo cientifico “As cantinas escolares do Distrito Federal, Brasil e a promoção da alimentação saudável, escrito por Erika Blamires Santos Porto e colaboradores. O artigo teve por objetivo caracterizar as cantinas escolares do Distrito Federal em relação à promoção da alimentação saudável no ambiente escolar.

O estudo verificou uma maior prevalência de gestão terceirizada, poucos funcionários e nutricionistas, além de maior oferta de salgados assados com embutidos, queijo ou frango. Observou-se que 42,2% das escolas interferem na oferta das cantinas, e 58,6% dos representantes acreditam na possibilidade de influenciar os hábitos alimentares dos alunos. Entretanto, 68,0% não acreditam na viabilidade econômica de cantinas totalmente saudáveis. Cerca de um terço desses representantes realizam atividades de promoção da alimentação saudável.

A autora concluiu, através da pesquisa realizada, que a maioria das cantinas escolares do Distrito Federal não é espaço facilitador da alimentação saudável. A alta prevalência de gestão terceirizada, com pouca interferência da comunidade escolar, dá ao proprietário da cantina grande autonomia e possibilita a priorização da busca pelo lucro em detrimento da educação alimentar dos escolares.

“Melhorar a qualidade nutricional da alimentação escolar deve ser um esforço contínuo de interação entre fornecedores, diretores, alunos, pais e governantes.”


Acesse a Biblioteca do Ideias e leia o artigo na íntegra!

Saiba mais sobre Educação Alimentar e Nutricional por meio de vários artigos científicos, publicações, cursos e vídeos, compartilhados através da Biblioteca do Ideias! Não deixe de conferir esse rico acervo!



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 16 de Setembro de 2015

O Instituto Sociedade, População e Natureza – ISPN é uma organização não governamental que atua na área socioambiental, com o objetivo de viabilizar o desenvolvimento econômico com maior equidade social e equilíbrio ambiental.

Dessa forma, o ISPN lançou o Guia de elaboração de pequenos projetos socioambientais para organizações de base comunitária, a publicação do [Biblioteca do Ideias] de hoje.

O guia é uma ferramenta de ajuda para as organizações que buscam autonomia na elaboração de seus projetos socioambientais e assim possam viabilizar a melhoria da qualidade de vida de comunidades associadas ao uso sustentável da biodiversidade, como agricultores familiares, comunidades tradicionais e povos indígenas.

No guia é possível encontrar um passo-a-passo para a elaboração de projetos socioambientais e alguns capítulos temáticos que abordam a agroecologia, o desenvolvimento organizacional e comercialização.

 

 

Além disso, este guia é voltado para organizações que acreditam na importância do trabalho coletivo e atuam de forma a agregar a diversidade de pessoas envolvidas, na perspectiva da participação.

Confira o guia na integra aqui na [Biblioteca do Ideias].



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 09 de Setembro de 2015

A fome é um problema estrutural ou moral?

Essa é uma das perguntas que conduzem o documentário “Peraí, é nosso direito! ”, tema da [Biblioteca do Ideias] de hoje.

A produção foi feita entre os anos 2004 e 2006 com a direção de Renato Barbiéri e produzido pela Videografia em parceria com a ABRANDH nas comunidades de Sururu de Capote/AL e Vila Santo Afonso/PI.

O objetivo do projeto é de contribuir com o empoderamento das comunidades e apoiar ações para exigir e monitorar a realização de seus direitos humanos por meio de políticas públicas do Estado, em especial à alimentação adequada.

Destacam-se entre os personagens vários juristas, professores, nutricionistas e a própria população que refletem sobre a fome, a insegurança alimentar e nutricional que assolam essas comunidades e levantam algumas indagações sobre essas realidades:

“A alimentação adequada não quer dizer só o alimento em si, quer dizer todos os direitos humanos indivisíveis” -  Maria Santinha, moradora da comunidade Vila Santo Afonso/PI.

“A questão alimentar não é só questão de dieta, é uma questão de saneamento, de emprego, educação” – José Geraldo, professor e jurista.

Você pode conferir esse documentário completo em nossa [Biblioteca do Ideias].



postado por Equipe Ideias na Mesa em Quarta-feira, 02 de Setembro de 2015

 A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), é a publicação de destaque do [Biblioteca do Ideias] de hoje.

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) é uma pesquisa de base domiciliar, de âmbito nacional, com amostra de 80.000 domicílios em 1.600 municípios, realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A PNS fará parte do Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares (SIPD) do IBGE (SIPD, 2007) e deverá ter uma periodicidade de 5 anos. A pesquisa foi planejada para ser representativa para Brasil, Grandes Regiões, Unidades Federativas, Capitais, áreas urbanas e rurais.

A pesquisa é composta por três questionários: o relativo a todos os moradores do domicílio, o domiciliar que se refere às características do domicílio e o individual que é respondido por um morador de 18 anos e mais do domicílio, a fim de gerar dados para a pesquisa sobre as doenças crônicas não transmissíveis, aos estilos de vida, e ao acesso ao atendimento médico que se dão no domicílio.

No morador adulto selecionado, foram feitas aferições de peso, altura, circunferência da cintura e pressão arterial, bem como coleta de sangue para realização de exames laboratoriais para caracterizar o perfil lipídico, a glicemia e a creatinina plasmática, em sub amostra de urina para obter dados do consumo de sal. Se consentido, as amostras de sangue serão armazenadas, sem identificação dos sujeitos, para criação de soroteca.

Volume 1

Os primeiros resultados da PNS foram divulgados no dia 10 dezembro de 2014, com informações sobre doenças crônicas, estilos de vida (consumo alimentar, uso de álcool, atividade física e tabagismo) e percepção do estado de saúde física e mental, além de uma breve descrição da pesquisa, do plano de amostragem e a análise descritiva dos resultados.

A PNS investigou em seu Volume 1 os hábitos de consumo alimentar através de indicadores marcadores de padrões saudáveis e não saudáveis, sendo estes o consumo recomendado pela OMS de frutas, legumes e verduras e o consumo regular de feijão.

Volume 2 

O segundo volume da PNS foi divulgado no dia 02 de junho de 2015, ele traz informações sobre acesso e utilização de serviços de saúde; cobertura do Programa Saúde da Família; cobertura de plano de saúde; saúde bucal; acidentes de trânsito e violências; percepção de discriminação nos serviços de saúde; características dos domicílios; presença de cães e gatos no domicílio, vacinação de animais e dengue.

Volume 3

O terceiro volume da PNS, foi lançado recentemente, no dia 21 de agosto de 2015, nele possui informações sobre a saúde de crianças com menos de 2 anos de idade (consultas médicas, aleitamento materno, testes de diagnóstico precoce - pezinho, orelhinha e olhinho); de indivíduos de 60 anos ou mais, com a funcionalidade da pessoa idosa (atividades de vida diária e atividades instrumentais de vida diária, apoio social, cirurgia de catarata, vacinação contra a gripe); das pessoas com deficiência (física, auditiva, visual, intelectual); e saúde da mulher (exames preventivos, menarca e menopausa, planejamento familiar, contracepção), com módulo especial sobre o atendimento pré-natal e assistência ao parto (número de consultas, exames realizados, tipo do parto, peso ao nascer). 

O volume 3 também traz resultados de antropometria (déficit de peso, excesso de peso, obesidade e circunferência da cintura aumentada) e pressão arterial (abaixo do normal e elevada). E também alguns dados em relação à alimentação infantil, a pesquisa investigou quais alimentos eram dados às crianças e foi estimado que 60,8% das crianças com menos de 2 anos de idade comiam biscoitos, bolachas ou bolo, e que 32,3% tomavam refrigerante ou suco artificial.

 

 

E em relação á obesidade, a pesquisa traz que mais da metade da população brasileira está acima do peso:

 

                                              Fonte: Ministério da saúde

 

Você pode conferir toda a pesquisa na [Biblioteca do Ideias]: http://goo.gl/ufVD1W



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