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postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 30 de Março de 2016

 As boas práticas nutricionais são um conjunto de medidas para garantir a adequação nutricional das refeições e dos alimentos em geral para atender as necessidades e demandas da população.

Nos dias de hoje, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o consumo de sódio e açúcar aumentou, além dos inúmeros avanços de casos de obesidade, principalmente a infantil em todo o país.

Além disso, as doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão, câncer são consideradas um sério problema de saúde pública, e já são responsáveis por 63% das mortes no mundo, segundo estimativas da OMS.

Portanto uma alimentação saudável e adequada é uma forma de evitar o agravamento desses quadros da saúde pública do Brasil, principalmente pelo intensivo hábito dos brasileiros de se alimentar fora de casa, em restaurantes, ou outros estabelecimentos.

Por isso, separamos o Guia de Boas Práticas Nutricionais para Restaurantes Coletivos  da [Biblioteca do Ideias] para ajudar na orientação dos serviços de alimentação e  na preparação dos alimentos em restaurantes coletivos  e melhorar o perfil nutricional dos alimentos.

O objetivo do Manual é orientar os restaurantes coletivos a adotarem as Boas Práticas Nutricionais no preparo das refeições, de forma a contribuir para a oferta de uma alimentação mais saudável à população, com vistas a disponibilizar para a população preparações com quantidades menores de açúcar, gordura saturada, gordura trans e sódio no produto final.

O documento ainda traz exemplos de Fichas Técnicas de Preparação (FTP) para ajudar os profissionais a prepararem os alimentos.

Veja na [Biblioteca do Ideias] essa publicação!



postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 23 de Março de 2016

O dia 22 de março é considerado o Dia Mundial da água desde 1992 quando a Organização das Nações Unidas decretou a data para que fossem realizadas discussões sobre este bem tão precioso. A água é um elemento fundamental para vida e é utilizada nas mais diversas atividades, por isto, o seu acesso é um direito universal e também o uso consciente uma responsabilidade de todos.

Cada vez mais questões relacionados a crise hídrica vem se acentuando nas grandes metrópoles mundiais, e no Brasil o cenário não é diferente. Neste sentido, a ONG Proteste, organismo a serviço do consumidor brasileiro, lançou uma cartilha disponível em nossa biblioteca com orientações para o uso racional da água e informações sobre a garantia do acesso. O documento apresenta considerações acerca da importância deste líquido e evidencia como o seu acesso deve ser garantido de acordo com o Código de Defesa do Consumidor além do que deve ser feito caso algum problema ocorra.  

O PROTESTE fala também do papel da sociedade civil na cobrança de uma administração racional dos recursos hídricos, afinal de contas as secas dizem respeito não apenas a fenômenos meteorológicos, mas à gestão adequada destes recursos. A entidade também fornece dicas de como podemos economizar água a nível individual, como por exemplo utilizar cisternas para armazenamento de água da chuva para ser utilizada ao regar plantas, lavar calçadas e carros, monitorar constantemente possíveis vazamentos e fechar torneiras e chuveiros quando utiliza-los.

É importante ressaltar que as ações individuais são fundamentais para proteger a sustentabilidade hídrica, entretanto, é também preciso ter em mente que os principais setores responsáveis - e disparado - pela utilização de água são o agrícola e o industrial. Desta forma, a sociedade civil precisa cobrar assim como as entidades verificarem que eles se comprometam e façam um uso responsável deste bem.

Algumas indústrias são responsáveis por liberar contaminantes químicos que comprometem a qualidade da água e a biodiversidade de rios e mananciais. A agroindústria não é diferente, o uso irresponsável e indiscriminado de agrotóxicos nas lavouras traz além de problemas para saúde humana, grandes prejuízos à aquíferos, solo e o ar que são contaminados com os venenos.

Acesse a cartilha em nossa biblioteca.        




postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 09 de Março de 2016

Sabemos que o lugar das mulheres é onde elas quiserem, seja dentro de um escritório, um laboratório cientifico, dirigindo um ônibus, mas é inegável o papel pioneiro que estas possuem no cozinhar e na alimentação.

Mas como disse a agrônoma Miriam Nobre, em sua entrevista para a 6ª Revista Ideias na Mesa: “Gostaria muito que a gente exercitasse mais o cozinhar coletivamente”, e que o cozinhar não seja reduzido à figura da mulher e perpetue mais preconceitos e estigmas.

Contudo, como já dito, o protagonismo no cozinhar ainda é feminino, principalmente nas cozinhas das escolas e creches de todo o mundo, com a figura das merendeiras.

Dessa forma, hoje na [Biblioteca do Ideias] trazemos o Manual da Merendeira,  para valorizar e colaborar ainda mais o papel dessas mulheres, assim como a sua função de alimentar as/os estudantes.

O PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) compreende o papel que a merendeira desempenha como agente condutora das técnicas adequadas para o preparo da merenda e das informações sobre os bons hábitos alimentares.

Sabido uma alimentação saudável e adequada é e extrema importância para o rendimento das/dos estudantes em sala de aula.

O Manual conta com algumas noções sobre alimentação e nutrição, orientações para a elaboração do cardápio escolar, cuidados sobre a higiene pessoal e dos alimentos, dicas para o armazenamento dos gêneros alimentícios, entre outros.

 

 

Confira todas essas dicas e orientações do Manual da Merendeira completas na [Biblioteca do Ideias].



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 02 de Março de 2016

Sabia que comemoramos do dia 29 de fevereiro até o dia 6 de março a Semana Mundial da Consciência sobre o Sal?

No Brasil, o consumo de sal aumentoudevido, devido ao sal escondido ou não nos alimentos ultraprocessados.

O Ideias na Mesa também apoia a Semana Mundial da Consciência sobre o Sal e como forma de fortalecer a luta, apresentamos na [Biblioteca do Ideias] de hoje, a Cartilha da Boa Alimentação: excesso de sal faz mal à saúde, desenvolvida pela Associação Brasileira de Mulheres Médicas e pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

 

Por meio de uma linguagem fácil e acessível, a cartilha mostra a importância de que manter uma alimentação saudável ao longo da vida é essencial para prevenir problemas de saúde em todas as idades.

O consumo de sal entre a população brasileira aumentou gradativamente e consequentemente os riscos de doenças crônicas não transmissíveis, pressão alta, insuficiência cardíaca e renal, derrame, etc. também.

E com popularização dos alimentos ultraprocessados, como salgadinhos, biscoitos, embutidos, entre outros, ricos em sódio, um dos componentes do sal de cozinha, o cenário tomou outras proporções de agravo, como a obesidade infantil.

Assim a cartilha traz passos importantes para se diminuir o sal no preparo dos alimentos, assim como o incentivo a não consumir alimentos ultraprocessados, como estar atento aos rótulos sobre a quantidade do sal dos produtos, até o uso de mais ervas e condimentos naturais nos preparos das refeições, etc.

Veja a cartilha aqui completa da [Biblioteca do Ideias].



postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016

Você já ouviu falar em permacultura ou sabe do que se trata? Na [Biblioteca do Ideias] de hoje disponibilizamos um documento que introduz as bases desta prática.

O termo surgiu – a partir da contração das palavras “cultura” e “permanente” - nos anos 70 quando os ecologistas Australianos Bill Mollison e David Holmgren desenvolveram os princípios base devido a necessidade de criar metodologias, práticas e sistemas que integrassem diferentes campos do conhecimento para sustentar a humanidade no que eles classificaram como “período de declínio de energia”. Dentre os princípios éticos e design do modelo estão áreas como: manejo e posse da terra, economia, saúde e bem-estar, espaço construído, cultura e educação.

Dos anos 70 para cá a permacultura foi desenvolvendo-se cada vez mais e espalhando-se para outros países chegando inclusive ao Brasil. É possível encontrar experiências, institutos e sítios que praticam a modalidade em vários estados brasileiros. O site permacultura.org reúne um atalho para algumas destas iniciativas além de mídias disponíveis.

O material, recentemente adicionado em nossa biblioteca, é uma tradução da série de 15 panfletos intitulados “Curso de Design em Permacultura” e explica além das bases teóricas, a aplicabilidade prática dos fundamentos da permacultura para explorar as potencialidades de diferentes tipos de terrenos e contextos. A série de panfletos surgiu a partir da transcrição dos cursos de permacultura ministrados por Bill Mollison no Centro Educacional Rural em New Hampshire, Estados Unidos durante a década de 80.

Os princípios tratam não apenas da questão ambiental, mas também do aspecto social e da saúde física a espiritual do indivíduo. Desta forma, muitos conceitos relacionados a alimentação e nutrição se inserem dentro do contexto da permacultura. A agroecologia é um exemplo prático pois envolve a produção de alimentos que possuem um impacto mínimo nos recursos naturais e ainda fomenta um comércio socialmente justo.  

A educação alimentar e nutricional, ao valorizar as várias dimensões do ato de comer, é outro campo que dialoga com o princípio da educação e cultura inseridos no design proposto pelos ecologistas australianos.  

Acesse o link para série em nossa [biblioteca]. 


 

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2016

Dentre os artigos publicados na última edição da Revista de Nutrição da Puccamp (jan./fev. 2016), um deles pesquisou sobre o “Impacto das ações de um programa de educação alimentar e nutricional em uma população de adolescentes”.    

O estudo foi conduzido por Juliana Baldasso, Andréa Galante e Aline Ganen, e teve como objetivo avaliar as mudanças na ingestão alimentar de adolescentes de uma ONG em São Paulo após 6 meses de intervenção. Isto foi feito a partir de estratégias no campo da educação alimentar e nutricional.

Foram acompanhados 54 jovens entre 16-19 anos de grupos de baixa renda por meio de 6 encontros com nutricionistas. Durante os encontros, foram realizadas além de ações estratégicas de comunicação e de relacionamento, coleta de dados antropométricos (peso, altura, IMC) e anamnese alimentar por meio de recordatório 24 horas e questionário de frequência alimentar para diagnosticar a qualidade da alimentação dos indivíduos.

As ações de educação alimentar e nutricional incluíram atividades como palestras, acompanhamento nutricional, workshops culinários, dinâmicas de grupo, além de estratégias de comunicação por meio de um mural de avisos com a finalidade de estreitar o contato com os estudantes.

Para avaliar a qualidade da dieta no momento pré e pós intervenção e a assimilação das atividades pelos adolescentes, os pesquisadores utilizaram o ‘Diet Quality Index’ - Índice de Qualidade da Dieta - associado com o Digital Food Guide – Guia Alimentar Digital. Além do aspecto qualitativo, o IMC foi aferido nos dois momentos para se observar possíveis mudanças na composição corporal dos indivíduos.

Os resultados do estudo demonstraram uma melhora significativa tanto na qualidade da alimentação dos estudantes – 33% melhoraram o padrão durante a semana e 37% nos finais de semana - quanto na compreensão do que viria a ser uma alimentação saudável. Os adolescentes adquiriram um maior conhecimento sobre a leitura de rótulos alimentares e aumentaram o consumo de alimentos dos grupos das leguminosas, leites e derivados, frutas e hortaliças. A ingestão manteve-se baixa para oleaginosas e cereais integrais. O IMC também apresentou uma ligeira melhora com a diminuição do grupo que se apresentou com obesidade.       

O estudo concluiu que as estratégias de educação alimentar e nutricional utilizadas se mostraram capazes de melhorar o padrão alimentar dos adolescentes, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e prevenindo doenças. O programa apresentou-se também viável e de baixo custo.       

O artigo confirma o papel da EAN com uma importante ferramenta para aumentar a compreensão dos indivíduos acerca de uma alimentação saudável e refletir no consumo de alimentos que se enquadrem neste grupo. Desta forma, doenças associadas ao sobrepeso e a obesidade que são um problema global podem ser evitadas resultando na melhoria da qualidade de vida da população.    

Acesse o artigo em nossa biblioteca. 




postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 03 de Fevereiro de 2016

Foi lançado em 2015 pelo Ministério da Saúde mais um Caderno de Atenção Básica. Dessa vez sobre saúde das crianças, mais precisamente, aleitamento materno e a alimentação complementar.

Para reforçar a divulgação, nós do Ideias na Mesa trazemos a publicação para o post do [Biblioteca do Ideias] de hoje.

O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil.

Dessa forma a publicação tem por objetivo potencializar as ações que promovam a alimentação saudável e de apoio ao aleitamento materno, numa linha de cuidado integral à Saúde da Criança.

O Caderno de Atenção Básica traz vários capítulos que tratam desde os tipos de aleitamento materno até as características e funções do leite materno para a criança. Além também de mostrar a importância do ato como um provedor de redução das chances de obesidade da criança, diminuir os riscos de alergias, evita diarreias, infecção respiratória e principalmente a promoção do vínculo afetivo entre mãe e filho.

 

Sobre alimentação complementar o caderno aborda questões sobre a alimentação complementar saudável, a formação de hábitos alimentares, a alimentação para crianças não amamentadas, entre outros.

Essa publicação você pode encontrar na [Biblioteca do Ideias]. Deem uma conferida!



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016

Você sabia que no Brasil, 83% das propriedades orgânicas são familiares?

E você já pensou em iniciar uma plantação orgânica?

Na [Biblioteca do Ideias] temos hoje o Guia do Produtor Orgânico, elaborado pelo professor Moacir Roberto Darolt, com várias orientações precisas para os produtores orgânicos de pequeno e médio portes, mas também para aqueles que desejam iniciar sua plantação.

Além da linguagem de fácil compreensão e entendimento, a publicação também traz inúmeras ilustrações que facilitam todo o processo de aprendizagem e manejo das plantações, desde o preparo dos solos, escolha de sementes e mudas, cuidados com água, colheita, armazenamento e comercialização.

O guia ainda nos mostra o que é a agricultura orgânica, com suas particularidades e características, e também dos principais correntes da agricultura de base ecológica.

 

Temos também dez motivos para se tornar um produtor orgânico, os dez cuidados que todo bom agricultor orgânico deve tomar, os passos para o processo de certificação, os caminhos para a conversão orgânica, entre outros.

  

Veja essa publicação na [Biblioteca do Ideias].



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016

Você já ouviu falar ou comeu mangarito, taioba? E bertalha?

 

                  

Sabia que ela são algumas das hortaliças tradicionais que encontramos no Brasil ? Mas que ainda são pouco consumidas e conhecidas pela nossa população.

Por isso a [Biblioteca do Ideias] de hoje traz uma cartilha publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sobre as hortaliças não-convencionais ou tradicionais, para assim estimular o consumo destas no prato da população brasileira.



A publicação visa estimular os agricultores familiares a resgatar o cultivo destas culturas, hoje preservadas de forma isolada junto a populações tradicionais, e principalmente incentivar o consumo das variedades locais de hortaliças não-convencionais ou “hortaliças tradicionais” por parte da população em geral.

Além do aspecto da cultura, o estímulo às hortaliças tradicionais também visa perpetuar bons hábitos alimentares e a valorização do patrimônio sociocultural do povo brasileiro, visto que estas plantas são esquecidas e possuem um potencial para o enriquecimento da alimentação e melhoria de rendas das comunidades.

A cartilha traz algumas instruções básicas para o plantio das hortaliças e ainda algumas receitas deliciosas feitas com esses alimentos.

 

 

 Não deixe de conferir esta publicação na [Biblioteca do Ideias].

 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Terça-feira, 15 de Dezembro de 2015

Durante o 1º Encontro da Rede Ideias na Mesa tivemos o compartilhamento de inúmeras experiências de EAN em diversos cenários e de todo o país.

No 2º dia do Encontro tiveram palestras com experiências de EAN no contexto do Marco de Referências para Políticas Públicas, já que o documento também fez 3 anos junto com a Rede, o destaque de hoje do [Biblioteca do Ideias] será as palestras proferidas pelos palestrantes do encontro, que gentilmente nos cederam suas apresentações.

Primeiramente a professora Vanille Pessoa da Universidade Federal da Paraíba do Campus de Cuité e coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Estudos em Nutrição e Saúde Coletiva - Núcleo Penso da Universidade  Federal de Campina Grande - UFCG, nos apresentou sua experiência de EAN desenvolvida como um projeto de extensão: Práticas de EAN para Promoção de Alimentação Saudável - Grupo Vida Nova com mulheres da cidade por meio de oficinas culinárias, saraus, rodas de dialogo, etc.

Em nossa [Biblioteca do Ideias] você pode conferir a apresentação dessa experiência em formato PDF.

Logo após a professora  Thais Salema do Departamento em Saúde Pública da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e coordenadora do PRO-PET Saúde nos apresentou suas experiências EAN, como o próprio PET Saúde que faz um trabalho transdisciplinar, intersetorial e multiprofissional com inúmeras atividades e temáticas, como alimentação saudável, práticas corporais e esportivas realizadas na comunidade.

Além dessa experiência, a professora mostrou como é riquíssimo seu trabalho e nos apresentou o projeto Comer para quê? que visa desenvolver estratégias educativas e de mobilização sobre alimentação para o público jovem, que contemplem uma abordagem mais adequada ao momento de vida em que se encontram, considerando suas rotinas, linguagens e interesses.

Veja na [Biblioteca do Ideias] essa apresentação.

Por fim, o Dr. Nuno Madeira, engenheiro agrônomo da Embrapa Hortaliças abordou a questão das hortaliças não convencionais ou tradicionais na perspectiva da busca de uma alternativa de alimentação saudável e adequada, além de ser uma forma de combater a insegurança alimentar e nutricional que muitos povos ainda sofrem.

Sendo estas espécies de hortaliças que ainda não receberam a devida atenção por parte da comunidade técnico-científica e da sociedade como um todo, acarretando em seu desuso ou consumo localizado.

A apresentação também encontra-se na [Biblioteca do Ideias].

Desde já agradecemos às professoras Vanille e Thais e ao engenheiro Nuno pela exposição de seus trabalhos em nosso 1º Encontro da Rede Ideias na Mesa e também pela autorização em disponibilizar em nossa Rede os materiais de suas apresentações.



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