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postado por Ideias na Mesa em Quinta-feira, 03 de Novembro de 2016

Por Mariana Ferraz

Pensou em comida nos Estados Unidos, logo as grandes redes de Fast Food vem à mente. Mas a "Cidade que Nunca Dorme", não dorme no ponto e desperta para disponibilização de comida de verdade aos que buscam formas mais saudáveis e justas de alimentação.

Sim, justas!  Isso porque os mercados verdes (chamados de greenmarkets – a nossa boa e velha “feira”) tem como lema levar à cidade o que é produzido localmente. Assim, consumidor e produtor são aproximados, permitindo uma remuneração mais justa pelo alimento, uma vez que são reduzidos os custos de intermediários e de deslocamento por longas distâncias.

Ao contrario do que imaginamos, os greenmarkets não são coisas tão recentes em Nova Iorque. Na década de 70 nasceu a GrowNYC, uma organização sem fins lucrativos que colabora com o governo municipal na gestão das feiras verdes. Não só isso, a organização tem projetos interessantíssimos relacionados à educação juvenil e hortas comunitárias. Todos esse projetos apoiam-se na visão da promoção de comida fresca, saudável, cultivada localmente por agricultores familiares e vendida diretamente ao consumidor.

Nas feiras é possível encontrar legumes e verduras fresquinhas, coloridas frutas da estação e também pães, queijos, vinhos, iogurtes, bolos e docinhos feitos com ingredients locais.  Um ambiente perfeito para trocar ideias, conhecer a história dos alimentos, de onde vêm, como foram produzidos, e claro, receber ideias e sugestões de como preparer novas receitas. Para sentir o clima dos greenmarkets, assista o video produzido com carinho por Mariana Ferraz, colaboradora do Ideias na Mesa.

 

Mais informações:

http://www.grownyc.org/greenmarket/ourmarkets



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2015

A Equipe do Ideias na Mesa foi para campo e acompanhou um mutirão de manejo agroecológico na Chácara Divina Luz, na região do Pipiripau em Brasília.

A Chácara Divina Luz está passando pelo processo de transição agroecológica e hoje já conta com hectares de agrofloresta, plantações de hortaliças e frutas nos moldes da agroecologia, além da produção de mudas para a recuperação de nascentes do Rio Pipiripau.

 

Todo o trabalho agroecológico, incluso os mutirões de manejo são feitos de forma coletiva e seguem ao pé da letra os princípios da agroecologia em relação à produção para o autoconsumo da família.

 

Entretanto a propriedade já é capaz de produzir alimentos para além do auto consumo familiar e, portanto gera excedentes de produção.

Dessa forma, nós do Ideias na Mesa nos perguntavamos: de que forma é escoada esse excesso da produção alimentar da chácara?

O [Mais que Ideias] de hoje traz a resposta que buscávamos, dado pelos próprios produtores da chácara, de como a comercialização/escoamento desses alimentos é feita.

Confira a iniciativa daqui de Brasília e também de outros estados do país. 

Coloquem os cintos e vamos lá!

A produção agroecológica da Chácara Divina Luz e das demais propriedades da região que cultivam produtos orgânicos e agroecológicos são escoadas e revendidas por meio do Coletivo Orgânico.

O Coletivo Orgânico é uma feira agroecológica sobre rodas do Distrito Federal, mais precisamente uma rede de agricultores ecológicos e consumidores, que buscam enfrentar os desafios enfrentados pelas pessoas (tanto consumidores, quanto agricultores) em relação à distribuição e a comercialização de alimentos saudáveis nas cidades, visto o “cenário de veneno” que encontramos quando vamos às compras de nossos alimentos nos grandes supermercados.

O grupo trabalha para produzir alimentos saudáveis e adequados que garantam a saúde e a segurança alimentar e nutricional do consumidor, através de plantios biodiversos que seguem os princípios da agricultura natural e dos ecossistemas saudáveis, não utilizando agrotóxicos e preservando o meio ambiente.

Para distribuir e comercializar esses alimentos, o Coletivo Orgânico segue os princípios da economia justa e solidária, de forma a fortalecer a economia local, a valorização do trabalho rural, a aproximação do consumidor/produtor, além de garantir alimentos frescos, baratos e saudáveis à mesa das famílias.  

 

Os pontos de venda direta são feitos com feiras itinerantes em locais estratégicos de Brasília através do ônibus adaptado à estrutura de feira. Além da venda direta, o grupo ainda realiza a venda por um sistema de feira online com entrega a domícilio.

Confira a página no Facebook do Coletivo Orgânico!

Seguindo na mesma linha do projeto independente de Brasília, o Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides) lançou o projeto “Feira sobre Rodas”, o primeiro ônibus adaptado de Sergipe para a comercialização de alimentos orgânicos e saudáveis na capital Aracaju e em outras cidades do estado.

O objetivo também é promover a alimentação saudável e adequada para a melhoria da qualidade de vida das populações em vulnerabilidade social, além de valorizar e fortalecer a produção de pequena escala e a renda familiar dos pequenos agricultores.

 

Acompanhe aqui a reportagem sobre o “Feira sobre Rodas”.

Sabia que o Ceará já conta também com alguns ônibus desses?

Pois é, o projeto cearense faz parte da iniciativa das Centrais de Abastecimento do Ceará (Ceasa) que leva frutas e verduras frescas a bairros de Fortaleza com preços mais acessíveis daqueles ofertados nos supermercados e bem mais saudáveis também.

  

Os produtos são vendidos em um ônibus que fica em diferentes pontos da cidade, mas também como o Coletivo Orgânico, realiza o serviço de entrega em domicilio.

Temos aqui também a reportagem do projeto cearense.

O “ônibus-feira itinerante” é uma ideia bastante difundida pela Europa e no Canadá (veja aqui) na promoção de uma alimentação saudável e adequada à população, entretanto frisamos aqui as experiências brasileiras para mostrar que em uma parada próxima à sua casa um ônibus pode trazer uma boa opção de alimentação saudável e sustentável.

*Fotos: Coletivo Orgânico - Felipe O Resende



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 22 de Outubro de 2015

A ascensão das redes de supermercados tem colocado um fim para muitas feiras que comercializam produtos frescos ao redor do mundo. Na America Latina, por exemplo, a partilha de lucros dos supermercados com a venda de alimentos aumentou de 15% para 60% entre 1990 e 2000. Entretanto, como a crescente tendência de feiras de hortifruti no Reino Unido e Estados Unidos têm mostrado, os hábitos podem mudar. O The guardian visitou alguns destes espaços coloridos ao redor do mundo, desde as gigantescas feiras a céu aberto na Índia até os mercados flutuantes em canais na Tailândia.    

Egito

Fotografia: Mohamed El-Shahed/AFP/Getty Images

Um vendedor Egípcio arruma frutas atrás de caixotes em um mercado em Cairo.

Grécia

Fotografia: Emilio Morenatti/AP  

Um varejista na espera por clientes em sua gondola de frutas no centro de Atenas.

Rússia

Fotografia: Hannibal Hanschke/Reuters

Um garoto durante a pausa para o almoço no mercado central em Kazan

Reino Unido

Fotografia: Graeme Robertson for the Guardian

Um vendedor de frutas sentado ao lado de seus produtos em Brixton, Londres.  

Canada

Fotografia: Walter Bibikow/JAI/Corbis

Pessoas visitam o Mercado Jean Talon no Quebec, Montreal.

Bangladesh

Fotografia: AM Ahad/AP

Um vendedor local escolhe bananas para vender em mercado varejista em Dhaka.

India

Fotografia: Amit Dave/Reuters

Pessoas compram frutas e hortaliças em uma feira a céu aberto e Ahmedabad.

Cuba

Fotografia: Jeremy Woodhouse/Getty Images

Um vendedor de frutas de pé em sua loja em mercado de rua na cidade de Trinidad

Tailândia

Fotografia: Christophe Archambault/AFP/Getty Images

Uma vendedora espera por clientes do lado de seu barco ancorado no rio Mae Khlong na província de Samut Songkhram localizada a 80Km de Bangkok. O canal se torna um grande mercado durante os fins de semana.  

Vietnam

Fotografia: Blickwinkel/Alamy

Fruta “Durian” - muito comum no sudeste asiático e de um odor extremamente forte – ao lado de outrasfrutas e vegetais dentro do mercado Ben Thanh na cidade Ho Chi Minh.

Argentina

Fotografia: Martin Zabala/Xinhua Press/Corbis

Um homem caminha por uma bancada de frutas e vegetais em Buenos Aires. Fazendeiros Argentinos protestaram recentemente com o slogan “no maten el campo” (não mate o campo), um pôster que pode ser visto ao fundo. 

Camboja

Fotografia: Martin Zabala/Xinhua Press/Corbis

Pessoas vendem frutas e vegetais no mercado noturno de Phnom Penh.

Sudão

Fotografia: Hemis/Alamy

Um homem vai as compras atrás de frutas em Om, Sudão.

China

Fotografia: Kevin Frayer/Getty Images

Vendedor chinês a espera de clientes em um mercado local em Beijing.  

Confira as fotos e a publicação em sua fonte original. 


 

 

  

 

 

 

 

 



postado por Maína Pereira em Quinta-feira, 28 de Março de 2013

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) acaba de lançar um vídeo para contribuir com a forma como nos alimentamos.

O vídeo contou com a participação dos atores Sergio Marone e Cazé Pecini para alertar sobre o uso de agrotóxicos no Brasil e como podemos optar por uma alimentação mais saudável e viável, consumindo alimentos orgânicos.

Poucos sabem, mas existe uma rede enorme de pequenos agricultores orgânicos por todo o Brasil! O Idec está trabalhando para ampliar essa rede com o Mapa de Feiras Orgânicas, um mapa que mostra feiras orgânicas e grupos de consumo responsável por todo o Brasil. No mapa você também pode verificar quais são as frutas e hortaliças da estação! Confira aqui: http://www.idec.org.br/feirasorganicas

(Por João Paulo - IDEC)



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