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postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017

Durante o mês de fevereiro o Ideias na Mesa tem trazido algumas referências relacionadas à Agroecologia e Sustentabilidade e no post do [Comida na Tela] de hoje vamos apresentar o filme "Dive - Living Off America Waste". O documentário surge a partir da curiosidade sobre a falta de cuidado com o lixo nos EUA. 

A partir disso, o cineasta Jeremy Seifert e alguns amigos seguem pelos supermercados de Los Angeles, observando o lixo produzido por eles. Durante esse processo eles acabam salvando centenas de dólares que seriam jogados fora com o desperdício de alimentos que ainda podem ser utilizados para o consumo. Em uma das partes do documentário Jeremy mostra que com alimentos retirados do lixo ele, a família e amigos podem se alimentar melhor do que se fossem a um restaurante, o cineasta ainda brinca dizendo que isso se torna ainda mais real quando se tem um amigo que é chefe de cozinha. 

Alguns dos questionamentos que motivam o cineasta são:

- Se existem tantas pessoas passando fome, porque temos jogado fora tanta comida boa, ao invés de doá-la a quem precisa?

- É simplesmente mais fácil para os supermercados jogar fora os alimentos que estão próximos de vencerem do que pensar em uma solução ou destino para esses alimentos?

- É justo pessoas serem repreendidas ou até mesmo presas por estarem pegando comida de qualidade que é jogada fora pelos supermercados?

Ao longo da produção Jeremy tenta entrar em contato com as empresas para pedir respostas aos seus questionamentos, mas não é atendido, então ao longo do documenttário ele vai tentando encontrar outras referências que possam responder suas perguntas.

O documentário premiado alerta para uma questão importante do sistema alimentar, o desperdício de alimentos e a desigualdade no acesso à alimentos saudáveis e adequados. Confira!

Para baixar o filme e assisti-lo acesse o site do projeto aqui!



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Quinta-feira, 06 de Outubro de 2016

Um importante ponto no cenário atual de combate à insegurança alimentar é o problema do alto nível de desperdício em todo sistema alimentar mundial. O mundo descarta, aproximadamente, um terço do alimento produzido globalmente, o equivalente a 1,3 bilhão de toneladas anuais. Em países como os Estados Unidos, Austrália e Inglaterra, que concentram a maior parte do desperdício no final da cadeia, o percentual descartado ultrapassa um terço da produção.

Desde 2013, quando o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) lançaram a iniciativa Save Food, diversos países têm iniciado campanhas de promoção do consumo sustentável de alimentos ou estabelecido suas próprias metas de redução das perdas e desperdício de alimento. Mais recentemente, entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas em 2015, destaca-se "Reduzir pela metade, até 2030, o desperdício de alimentos per capita mundial, nos níveis de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos nas outras etapas da cadeia agroalimentar".

Pensando nisso o [Mais que Ideias] de hoje traz o trabalho da artista Aliza Eliazarov, que tem como propósito alertar sobre o desperdício nos Estados Unidos, um dos países que mais desperdiça alimentos na etapa de consumo domiciliar. O projeto fotográfico “Waste Not” retrata a grande variedade de alimentos encontrados no lixo que, depois de fotografados, foram entregues para bancos de alimentos de Nova Iorque. Leia aqui mais sobre o assunto.

Confira aqui o resultado desse trabalho:

E você, já parou pra pensar como o desperdício está no seu dia a dia, e como você pode diminuí-lo?



postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 10 de Agosto de 2016

O desperdício de alimentos é um tema que vem ganhando cada vez mais destaque fruto da sensibilização das pessoas para este assunto. A primeira associação que se faz é entre o paradoxo do desperdício e da fome, apesar de pertinente, essa associação não é tão direta quanto se pensa.

Em matéria escrita pelo Jornalista Marcelo Torres para a Revista SAN do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA), o professor e ex-presidente do Conselho Renato Maluf apresenta outros elementos para discussão. Segundo levantamentos da FAO, cerca de um terço da produção de alimentos mundial é desperdiçada em diferentes etapas do sistemas alimentar como colheita, distribuição (em Centrais de Abastecimento e supermercados, por exemplo) e consumo. Quando se fala de Brasil, o país  é o quarto maior produtor de alimentos do mundo, mas também está na lista dos dez que mais desperdiçam.

Nosso país saiu do mapa da fome da FAO pela primeira vez em 2014, entretanto, 3,8% da população - valor significativo já que se fala de um país com dimensões continentais - ainda se encontra nessa situação. A quantidade de alimentos desperdiçados em solo brasileiro seria suficiente para alimentar a população que ainda enfrenta a fome. Mas Renato Maluf explica que essa relação não é tão simples, uma vez que é falsa a impressão de que desperdiçando menos alimentos, automaticamente o problema da fome é resolvido.

Com toda certeza, o desperdício de alimentos deve ser solucionado, mas Maluf ressalta que o desperdício e a fome são fenômenos distintos. Renato destaca duas medidas importantes para controle dessa situação. Uma delas deve ser realizada pelos Bancos de Alimentos, que distribuem comida para indivíduos em situação de insegurança alimentar, e que, na opinião de Maluf, precisam ser ampliados para atingir mais pessoas. A segunda medida está relacionada ao fator econômico da diminuição do desperdício, já que uma maior oferta de alimentos leva a uma redução nos preços, possibilitando um maior acesso.

Para ler a matéria na íntegra acesse o link.            


 

 



postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Quinta-feira, 30 de Junho de 2016

Sabe-se que o desperdício de alimentos no Brasil e no mundo advém de inúmeros fatores sociais, históricos, culturais e até de lógicas comerciais capitalistas, que priorizam um alimento complemente "perfeito" nos moldes econômicos. O desperdício, inclusive, interfere na construção de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável, princípio difundido pelo Novo Guia Alimentar para a População Brasileira de 2014.

Segundo a ONU, cerca de um terço de toda a comida é perdida ou desperdiçada no caminho entre onde foi produzida até onde é consumida. Além disso, este descarte contribui para um impacto direto na poluição do ar, sendo responsável por 8% das emissões de gases que causam o efeito estufa. 

A fotógrafa estadunidense Eliza Eliazarov, sensibilizada pela temática, decidiu criar o projeto Waste Not, onde retrata em fotos, a grande variedade de alimentos que encontra no lixo de diversos pontos da cidade.

Confira algumas abaixo:

 

 

 

 

 

No Brasil, uma estudante da Universidade Federal de São Carlos, a Marilu, juntamente com outras duas colegas, decidiram lançar o projeto Virando Latas. Neste projeto, também tocadas pela temática do desperdício, decidiram passar 30 dias se alimentando somente de coisas encontradas no lixo e documentando e registrando as suas evoluções nas midias sociais. A prática, que não é nova no Brasil, existe em outros países e é conhecida como Freegan ou freeganismo.

Veja algumas fotos do projeto:

 

 

 

 

 

Aliás, o site Catraca Livre, a partir do Instituto Akatu (uma ONG que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o consumo consciente) disponibilizou 11 dicas que você pode adotar para evitar o desperdício de alimentos:

 

1 - Faça o cardápio da semana

2- Não se preocupe com a aparência dos alimentos

3 - Cuidado ao manipular os alimentos

4 - Aproveite as partes boas de verduras e legumes

5 - Opte apenas pelo essencial

6 - Não jogue fora as sobras

7 - Sirva no prato somente o que vai comer

8 - Prefira produtos da estação

9 - Produtos regionais são muito gostosos

10 - Faça o alimento durar mais

11 - Aproveite cascas, sementes e talos dos alimentos

 

Para saber mais sobre estas dicas, clique aqui.

E você? Está fazendo algo para evitar o desperdício de comida? Que tal começar? Junte a sua família, amigos e comunidade e mãos à obra!

 



postado por Lucas Oliveira Teixeira em Terça-feira, 21 de Junho de 2016

A estrutura de produção e industrialização de alimentos está corrompida, o dizem. Usamos excessivamente agrotóxicos que contaminam nossos corpos e ambientes, distribuímos erroneamente a comida produzida, desmatamos nossas florestas, desperdiçamos nossas reservas de água, etc.


AFP/Archives


O [Pensando EAN] desta semana apresenta o discurso de Tristam Stuart, pesquisador, escritor, comunicador, empresário, e especialista nos impactos ambientas e sociais do desperdício de comida; em uma apresentação de seu TEDTalks, O escândalo global de desperdício de comida, tradução livre.

Stuart apresenta o desperdício e a exclusão de alimentos por motivos estéticos e superfluos como aparência e tamanho.

O autor sugere que um bom lugar para se começar a pensar sobre o desperdício são os supermercados. Suas lixeiras representam um colossal desperdício de alimentos, o diz. E conforme Stuart, "Quando você começa a subir a cadeia de abastecimento irá constatar onde o real desperdício de alimentos está acontecendo em uma escala gigantesca".


Sua análise é focada em aspectos comportamentais individuais, corporativos e estatais, o diagrama criado é o de uma cadeia alimentar na qual seus atores, em diversos níveis impactam, direta ou indiretamente, a problemática da fome, seja com o desperdício de alimentos sobressalentes, ou com a peneiragem estética, a qual os produtos primários são expostos.


Fazendeiros, por exemplo, descartam até um terço ou mais de suas colheitas, por conta de padrões estéticos. Tristam apresenta o exemplo de um fazendeiro o qual investiu 16.000 libras numa plantação de espinafre e nada foi colhido, a razão? Por haver grama crescendo entre eles. Bananas no Equador, Chirvias e laranjas na Flórida são descartadas pelos mesmos motivos.


 

 


Assista à palestra completa aqui:


 

 



postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Quarta-feira, 15 de Junho de 2016

Recentemente, foi divulgado pelo PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - um dado que interfere na contrução de um sistema alimentar sustentável: um terço de toda a comida é perdida ou desperdiçada no caminho entre onde foi produzida até onde é consumida. 

O desperdício de alimentos é atualmente um problema importante pois além de gerar impactos ambientais, sociais e políticos, acarreta perdas financeiras da ordem de US$ 940 bilhões, ou o equivalente a mais de R$ 3,3 trilhões por ano. Sua raízes envolvem desde questões culturais e sociais, até lógicas comerciais capitalistas, que priorizam um alimento complemente "perfeito" nos moldes econômicos.

Pensando em toda esta problemática, uma ONG dinamarquesa decidiu criar o We food. Este estabelecimento é totalmente destinado a vender produtos que iriam pro lixo, mas que ainda preservam suas características nutricionais e organolépticas como cor e sabor.

A ONG relata que muitos alimentos, por não estarem em um padrão visual completamente "perfeito", ou por estarem perto de amadurecerem, são jogados fora por supermercados. Logo, eles coletam estes alimentos e o vendem a um preço consideravelmente menor. Todos os lucros então são destinados a ações sociais dentro e fora do país.

A iniciativa já tornou-se reconhecida, e grandes figuras políticas do país já foram visitar e comprar no Wefood.

Veja algumas fotos abaixo:

 

 

 

 

Porém, esta iniciativa não se restringe somente à Dinamarca! O Brasil possui algumas experiências de educação alimentar e nutricional que focam neste tema e que inclusive, estão cadastradas em nossa rede virtual. Um exemplo é o de estudantes de nutrição da Universidade Federal de Lavras (UFLA) que realizaram uma ação para conscientizar feirantes e consumidores.

O grupo criou um questionário específico para os feirantes e outro para os consumidores, buscando diagnosticar o desperdício de alimentos decorrente da eliminação de frutas e hortaliças que não apresentam o padrão estético "perfeito" pregado pelas logísticas comerciais. Os estudantes organizaram também, uma banquinha com alimentos fora do padrão e distribuíram panfletos e materiais para conscientizar à todos.



Vale ressaltar que o Ideias na Mesa lançou também neste ano o Concurso da Beleza interior dos alimentos, onde haviam 3 concorrentes um tanto quanto charmosos e deliciosos! A intenção era justamente trazer toda essa discussão sobre desperdício e padrões comerciais de alimentos.

Que tal escolher o seu canditato preferido? Confira abaixo e divirta-se!

 

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 21 de Março de 2016

Estudantes de nutrição da Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizaram atividade de educação alimentar e nutricional para conscientizar feirantes e consumidores acerca do desperdício de alimentos. A atividade foi desenvolvida como parte da disciplina ‘Ações de Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva’.

A motivação para o grupo de estudantes elaborar a intervenção foi o fato de 1 terço dos alimentos ser desperdiçado a nível mundial. Eles se basearam no primeiro princípio do Marco de Referência em EAN que aborda a Sustentabilidade social, ambiental e econômica para embasar a intervenção, cuja ação dizia respeito a conscientização de agricultores e consumidores em relação a desconstrução de padrões estéticos dos alimentos. 

    

O grupo elaborou um questionário específico para os feirantes e outro para os consumidores, buscando diagnosticar o desperdício de alimentos decorrente da eliminação de frutas e hortaliças que não apresentam o padrão estético esperado pelo mercado. Por parte dos consumidores, foi questionado a inclinação para comprar alimentos com aspecto visual diferente do usual e se eles os comprariam pela metade do preço.

Foi constatado que os comerciantes jogam fora os hortifrútis “imperfeitos” por acreditarem que os consumidores não têm interesse neste tipo de alimentos. Por parte dos compradores, entretanto, apesar do relato de que eles não possuem o costume de comprar alimentos caracteristicamente diferentes, eles poderiam compra-los caso o preço fosse mais barato.

Em um segundo momento, os estudantes organizaram na própria feira uma banquinha com alimentos fora do padrão e afixaram cartazes e distribuíram panfletos para conscientizar quem passava na feira sobre o tema. A TV universitária da UFLA acompanhou o grupo e fez uma reportagem no local: 

Confira esta experiência na íntegra clicando aqui. 




postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Segunda-feira, 09 de Novembro de 2015

Temos hoje no [Você no Ideias] uma experiência de EAN que visou promover a alimentação adequada e saudável e também gerar conscientização a respeito ao desperdício de alimentos.

A ação foi realizada em Juiz de Fora (MG), mais precisamente na Universidade Federal de Juiz de Fora e em seu restaurante universitário, com as/os usuárias/os, principalmente as/os alunas/os.

O projeto abordou a importância ao desperdício de alimentos e seus impactos na sociedade e no meio ambiente usando a EAN para gerar a conscientização nas/os usuárias/os do RU do Campus da UFJF.

As ações de EAN foram realizadas em 5 abordagens, entre elas ocorreu visitas ao RU para observar o resto-ingestão dos alimentos dentro do restaurante, entrega e exposição de material visual (cartazes, banner, faixa e vídeo), exposição de alimentos in natura com frases de conscientização e uma exposição de um varal de fotos com imagens de fome e insegurança alimentar, entre outras intervenções.

 

Além dessas intervenções e atividades, as/os usuárias/os preencheram o questionário “Avaliação das atividades sobre o desperdício de alimentos”, a respeito da eficácia ou não das atividades de conscientização realizadas.

Veja essa experiência completa aqui!


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2015 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Larissa Loures Mendes, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil! 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quinta-feira, 05 de Novembro de 2015

Segundo a FAO, cerca de 1/3 dos alimentos produzidos anualmente no mundo para o consumo humano é perdido ou desperdiçado.

Todos os anos 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são jogadas no lixo e geram um prejuízo de US$ 750 bilhões.

 

A FAO também acredita que o combate à fome só poderá ser feito com a reversão do desperdício de comida no mundo.

De forma a combater esses males o [Mais que Ideias] traz duas experiências postadas pelo site Hypeness são iniciativas de combate ao desperdício de alimentos e torna-os refeições para as pessoas novamente.

Uma delas foi iniciada pelas amigas designers berlinenses, Lea Brumsack e Tanja Krakowsk que decidiram fazer algo a respeito e apostaram no combate ao desperdício de alimentos por meio do fornecimento à população de opções sustentáveis de alimentação.

Elas criaram a Culinary Misfits, uma empresa que tem como matéria-prima alimentos em ótimo estado como hortaliças, tubérculos, frutas e verduras, mas que são jogados fora por armazéns, feiras, supermercados e afins, por serem esteticamente inadequados.

 

Assim, as duas amigas preparam a comida e oferecem verdadeiros banquetes ao público em eventos de pequeno e médio porte ou feiras livres.

A outra iniciativa ao desperdício de alimentos é o movimento do “Dumpster Diving”, que em uma tradução livre significa “mergulho na lixeira”. Um estilo de vida que se sustenta pelo ato de catar itens, mais precisamente, alimentos do lixo.

 

O dumpster diving é praticado em diversos países e o objetivo é criar um contraponto à overdose de consumo e à cultura do desperdício tão disseminadas na sociedade atual. 

Algumas dicas para iniciantes encontradas na web seguem o básico do bom senso. Usar luvas, verificar se não há ratos dentro da lixeira e higienizar os alimentos encontrados, por exemplo. Outras são mais específicas, como evitar a coleta de melões. Eles podem absorver líquidos que apodrecem a fruta por dentro sem que isso fique visível na casca.

 

A prática do "Dumpster Diving" pode ser um quanto ousada e estranha, mas já conta com vários adeptos no mundo inteiro e é uma alternativa ao desperdício de alimentos e combate à fome, assim como a cozinha sustentável e inteligente da Culinary Misfits.

Você pode conferir as iniciativas completas no site Hypeness! Inspire-se!



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quinta-feira, 01 de Outubro de 2015

O [Mais que Ideias] traz hoje 5 iniciativas que podem nos inspirar no combate ao desperdício de alimentos, que segundo a ONU é dos principais problemas globais e nos dias de hoje tudo que é produzido de alimentos no mundo por ano, pelo menos um terço vira lixo.

O site Catraca Livre listou essas 5 iniciativas que demonstram o quanto pequenas atitudes podem mudar essa triste realidade mundial, seja por meio do reaproveitamento de alimentos ou até a mesma a doação. Vamos tentar nos inspirar em algumas e aplicar em nossos cotidianos e comunidade?!

Confira logo abaixo essas ideias:

Pay As You Feel Café

Na cidade inglesa de Leeds existe um café simpático e simples que abriga até 30 pessoas com o nome de Pay As You Feel (“Pague o que quiser”, em tradução livre). Como o nome sugere, o cliente paga apenas o quanto ele acha justo pelo que está consumindo. O que neste caso são diversas opções de comidas produzidas a partir de alimentos que passaram do prazo de validade, mas que ainda estão em perfeitas condições de consumo. O cardápio que procura sempre oferecer opções nutritivas e saudáveis varia de acordo com o estoque de alimentos doados por supermercados, feiras e restaurantes.

Aqui você confere mais sobre o Café.

Movimento Satisfeito

Você senta no restaurante escolhe o prato que deseja comer e na hora de fazer o pedido avisa que você quer a porção "Satisfeito". Essa opção reduz em um terço a quantidade de comida que seria servida. Você paga o valor normal do prato ao restaurante e o estabelecimento se compromete a doar em dinheiro o valor economizado na sua refeição ao Movimento Satisfeito, criado pelo Instituto Alana. Esse montante por sua vez é repassado para organizações inseridas no programa como a ONG Banco de Alimentos e o Seeds of Light.

Veja mais aqui sobre o movimento, inclusive com o vídeo que explica tudo sobre o Movimento Satisfeito.

Foodsharing

Sabe aquele pacote de feijão que você acabou comprando a mais por impulso e que iria acabar no lixo? Então, o site alemão Foodsharing criou uma plataforma que permite compartilhar este e outros alimentos que seriam desperdiçados de uma maneira bem simples. Para participar o usuário precisa cadastrar no site os itens que ele deseja doar. Os alimentos ficam disponíveis para busca através de um mapa que cobre toda a Alemanha, e o interessado só precisa ir até o endereço onde está sendo doada a mercadoria e retirá-la. Vale lembrar que a principal regra do site é de nunca doar algo que você não comeria.

Confira aqui mais sobre essa plataforma que facilita a doação e a troca de alimentos entre as pessoas.

Sainsbury’s

A Sainsbury's, tradicional rede britânica de supermercados, decidiu que todo alimento que não pudesse ser doado deveria ser transformado em energia para abastecer suas lojas. Nascia assim o projeto piloto voltado para converter restos de alimentos em gás biometano por uma empresa de reciclagem. Esse gás é transformado em energia elétrica que é enviado à uma loja da rede na região de Cannock por meio de uma linha de transmissão de 1,5 quilômetros de extensão, permitindo ao supermercado ter todo seu consumo energético baseado neste processo.

Saiba mais sobre a iniciativa da Sainsbury’s aqui!

FoPo Food Powder

Uma startup sueca criou uma tecnologia batizada de FoPo Food Powder que desidrata frutas vencidas e as transforma em um pó, aumentando sua validade de duas semanas para dois anos. É interessante notar que todas as frutas usadas no FoPo são compradas por um valor bem menor, pois todas estão perto de seu vencimento. Desta forma, agricultores e varejistas, também conseguem lucrar com um produto que certamente teria o lixo como destino. O objetivo da startup é alimentar 9 bilhões de pessoas até 2050, reduzindo 40% do desperdício dos alimentos produzidos no planeta.

Veja mais dessa tecnologia incrível.

Todas essas iniciativas estão listadas no Catraca Livre e você pode conferir no site do Catraca mais sobre essas inspirações!



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