Ideias na Mesa - Blog


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postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 13 de Junho de 2016

Como juntar Educação Alimentar e Nutricional com distribuição de alimentos saudáveis à pessoas com insegurança alimentar e ressocialização de detentos? O [Você no Ideias] de hoje traz o "Projeto de Piscicultura", pioneiro nessa área, que acontece desde 2012 na cidade Ribeirão das Neves-MG.

Piscicultura e EAN

Em Ribeirão das Neves, onde uma significativa parte da população vive em situação de fragilidade alimentar e financeira, destaca-se o Presídio Antônio Dutra Ladeira, onde se têm desenvolvido o "Projeto de piscicultura" que une um processo de ressocialização e capacitação dos detentos com a minimização desses aspectos que afligem os habitantes da região. Pioneiro no Estado de Minas Gerais, este projeto visa a criação de peixes pelos detentos e sua doação para o Banco de Alimentos que repassa às instituições sociais mediante orientação, realização de cursos e fornecimento de material informativo sobre o armazenamento, manipulação e preparo do pescado. Além da importância nutricional dos peixes para a saúde dos beneficiados, tem-se a intenção de garantir a segurança alimentar e nutricional dos usuários das instituições. Desta forma, o projeto visa trabalhar a alimentação saudável dos cidadãos, de forma gratuita, uma vez que os peixes são doados e não vendidos.

O projeto é uma parceria da Superintendência Federal de Minas Gerais do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), com a Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS) e o Banco de Alimentos de Ribeirão das Neves, e sua concepção, apesar de ter começado em 2006, só teve sua primeira despesca realizada em fevereiro de 2011.

Mais do que a certificação da capacitação, os detentos aprendem como tratar os animais, qual ração utilizar em cada fase da vida e como fazer a higienização do local e a retirada dos peixes. eles recebem também remuneração de um terço do salário mínimo e o direito de remissão da pena – a cada três dias trabalhados o participante pode abater um dia na sentença a cumprir. O projeto oferece oportunidades reais de ressocialização, no qual alguns detentos conseguiram empregos na área de criação de peixes após sair da detenção (a maior dificuldade de ex-detentos é a aceitação em um emprego, causada por todo estigma social existente).

O peixe tem se tornado um importante complemento alimentar na mesa dos nevenses, e como a gerente do Banco de Alimentos de Ribeirão das Neves, Maria Senhora França, explica, o pescado é um alimento nutritivo e saudável, mas, por ser caro, dificilmente está presente na dieta das pessoas mais pobres. “O pessoal vibra com a chegada das tilápias nas cozinhas das instituições e das famílias beneficiadas”, diz.

Em maio de 2016, cerca de 40 instituições, como asilos e creches, do município de Ribeirão das Neves, receberam peixes fruto do projeto. Foram quase mil quilos da espécie tilápia entregues ao Banco de Alimentos da Prefeitura.

Veja aqui como o projeto está atualmente e aqui a experiência completa cadastrada no Ideias. 


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Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como o Banco de Alimentos de Ribeirão das Neves/MG, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 30 de Maio de 2016

Que tal um jogo que ensine sobre EAN de forma divertida por meio da percepção dos alimentos pelos sentidos? Essa foi a proposta do jogo de tabuleiro tamanho criança, criado por estudantes de nutrição da Universidade Federal de Sergipe e aplicado em uma escola de ensino fundamental em Socorro-SE.

No tabuleiro, onde as crianças eram as próprias peças, havia casas com interrogações que continham perguntas referentes a hábitos alimentares, e casas com imagens de ‘rostos tristes’ que continham algumas informações negativas à respeito de alimentação. Além delas, havia casas dos sentidos onde ‘T’ indicava o tato - a criança vendada deveria adivinhar qual o alimento que tem em mãos -, ‘P’ indicava o paladar - a criança deveria saborear a fruta para descobri-la-, e ‘O’, o olfato - deveria cheirar para tentar adivinhar-.

Algumas perguntas foram feitas em forma de charadas para manter a atenção e a diversão das crianças, que tinham entre seis e sete anos, como por exemplo: O que é o que é, que tem escama, mas não é peixe, tem coroa, mas não é rei? R: ABACAXI.

Assim, ao final, pôde ser comprovado que o público infantil dedica mais a sua atenção quando a ação de educação em saúde é de forma lúdica e que tais crianças tinham um conhecimento prévio sobre alimentação saudável, o que resultou em um ótimo rendimento no jogo.

 

Veja a experiência completa aqui!

 


 

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Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Letícia Caroline S. Oliveira, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil

 



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 23 de Maio de 2016

Um dos princípios de EAN é a valorização da cultura alimentar local e a sustentabilidade social, ambiental e econômica. Pensando nisso o [Você no Ideias] de hoje traz a experiência que produziu o Livro de Receitas dos Agricultores de Itanhaém: "Feiras Gourmet".

Em 2011 foi implementado o Projeto Feiras Populares em Itanhaém, que é gestado com a participação de em média 30 agricultores familiares e que teve como objetivo geral a implantação de mais um Equipamento Público de Abastecimento local, buscando a geração de renda no campo, a diversificação da produção agrícola, a comercialização direta dos produtos da agricultura familiar, resgate da cultura-culinária caiçara e o estímulo à prática de agricultura natural e orgânica.

Então observou-se dois fenômenos que ocorreram simultaneamente: A percepção por parte dos agricultores da importância da diversificação da produção (antes baseada na monocultura de banana) para a sustentabilidade da Feira e a partir daí a possibilidade de revitalização de antigos hábitos alimentares locais por meio de preparações de pratos com variedade de produtos que começaram a cair no gosto dos frequentadores.

Diante disso, concebeu-se a ideia de produzir um Livro de Receitas, que pudesse traduzir toda esta transformação, e que principalmente pudesse dar maior visibilidade a esta retomada criativa da comercialização rural direta, que valorizasse a cultura gastronômica local, aumentasse significativamente o volume de venda da Feira, e que servisse de mais uma iniciativa exitosa para ações de divulgação de SAN.

O livro pode ser baixado online, e você pode acompanhar noticias da feira agrícola de Itanhaém a partir do blog.

Veja a experiência completa aqui!


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Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Luciana de Melo Costa, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 16 de Maio de 2016

Que tal transmitir conhecimentos acerca de costumes alimentares indígenas e de alimentos regionais de forma lúdica para escolares? A experiência de hoje vem do Centro Educacional da Primeira Infância (CEPI) em Sobradinho – Distrito Federal, e propõem uma atividade com este propósito.

O objetivo além da transmissão de conhecimento ao público infantil, foi incentivar o consumo de alimentos presentes em nossa cultura como o milho e a mandioca. Com o intuito de aumentar o interesse e criar o ambiente lúdico, foi contada primeiramente a lenda da mandioca para o público formado por crianças de até 6 anos de idade.

 A lenda conta a história da pequena índia chamada “Mandi” que faleceu ainda na infância e foi enterrada por seus pais dentro da oca, como de costume em sua tribo. Poucos dias depois começou a brotar uma planta que tinha a raiz marrom por fora e branca por dentro da cor da pequena Mandi. Em sua homenagem e juntando a simbologia da oca, foi dado ao tubérculo o nome de “mandioca”.

Após a contação de história, a nutricionista que coordenou a atividade usou uma mandioca de verdade como fantoche, enfeitada com olhos e boca, para “conversar” com as crianças e aprofundar a atividade. Para a colação das crianças foi servido milho na espiga e mandioca cozida com o intuito de encerrar a atividade de uma forma que as crianças não apenas conhecessem, mas também provassem os alimentos.       

Como resultado da atividade, foi relatada uma alta adesão do público infantil em virtude do momento lúdico da contação de história e mais ainda por conta da interação com o fantoche da mandioca in natura. Em relação ao lanche, a aceitação do milho e da mandioca foi praticamente total. Também foi observada uma maior aceitação de verduras durante o almoço. 

Confira a experiência completa neste link.


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Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Débora Castilho, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!

 

 



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 09 de Maio de 2016

A autonomia alimentar, um dos princípios do Marco de Educação Alimentar e Nutricional, só pode ser alcançada a partir do acesso á informação e seus significados. Pensando nisso e na situação atual da sociedade, onde é alto o consumo de produtos industrializados, os alunos do curso de Nutrição da Universidade Federal de Lavras, criaram o projeto "Semáforo Nutricional", que tem por objetivo ajudar a população a escolher os produtos de forma mais saudável por meio da leitura dos rótulos contidos nos alimentos.

Foi elaborado um folder, contendo valores adequados e inadequados, para uma alimentação saudável, de diferentes nutrientes contidos nos alimentos, sendo eles: gorduras totais, gorduras saturadas, sódio e fibras. Os três primeiros são os principais desencadeadores de diversas doenças crônicas não transmissíveis, já as fibras, quando consumidas em quantidades adequadas trazem diversos benefícios para a saúde. 

A ação foi aplicada em uma rede de supermercados onde os alunos abordaram os consumidores e explicaram sobre a rotulagem dos alimentos, os impactos na saúde de seus nutrientes e como utilizar o folder para auxiliá-los na hora de escolher o que comprar.

Os alunos perceberam que, apesar da população estar cada vez mais interessada em ter uma vida saudável, a maioria não sabia interpretar corretamente as informações nutricionais contidas nos rótulos dos alimentos.

Veja a experiência completa.

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Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Najla Cecília Xavier Andrade, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!

 



postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Segunda-feira, 25 de Abril de 2016

Quem nunca foi a uma peça de teatro, que atire a primeira pedra!

O teatro é uma forma de expressão artística-cultural extremamente importante para a construção e desenvolvimento da inteligência emocional, do senso crítico, da firmação humana e imagética. Reunindo elementos como música, dança, artes plásticas, literatura e comunicação, o teatro consegue ser um excelente instrumento de educação alimentar e nutricional para qualquer público.

O [Você No Ideias] de hoje traz uma experiência teatral lúdica e educativa especialmente voltada para crianças de uma creche de Brasília - Distrito Federal.

Elaborada pelos estagiários de nutrição Rafael Arantes, Lara Saeles e Amanda Guimarães da Universidade de Brasília e sob supervisão da nutricionista Shirlei de Jesus, a peça trazia como objetivo incentivar o aumento no consumo de raízes , através de personagens feitos de alimentos in natura, como a batata, cenoura e inhame.

Confira algumas fotos:

 

 

 

 

Que tal montar uma atividade como essa na sua cidade? Os resultados serão super legais! Você pode trabalhar vários conceitos!

Se quiser saber mais, acesse o link com a experiência completa aqui

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Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como na experiência de Brasília - DF, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 28 de Março de 2016

As elaboradoras da experiência de hoje aproveitaram a páscoa para realizar uma atividade temática de educação alimentar e nutricional com crianças no Centro Municipal de Educação Infantil de Várzea Grande-MT.

A experiência se desenvolveu através da parceria entre professoras de uma instituição de educação infantil local e estagiárias de Nutrição do Centro Universitário Univag. O objetivo foi aproveitar o período da páscoa para incentivar as crianças a consumir mais hortaliças, e a cenoura foi o vegetal escolhido para criar um ambiente lúdico relacionado com o coelho da páscoa.

No primeiro momento as estagiárias de Nutrição conversaram com os estudantes sobre a importância de comer cenoura, apontando os benefícios de uma forma compreensível ao público. Paralelamente, foi desenvolvida uma atividade de colagem de papel crepom em desenhos de cenoura que também contou com a cantoria da música “coelhinho” para explorar a parte cognitiva e aumentar o interesse dos alunos.

Em um segundo momento, máscaras foram confeccionadas pelas próprias crianças com a orientação das professoras propiciando um momento de descontração e entretenimento. Por fim, foram preparadas para a merenda refeições feitas com a cenoura de ingrediente principal, como por exemplo, torta com cenoura, brócolis, frango e bolo de cenoura.

O relato da experiência evidenciou que as crianças tiveram uma boa interação com as atividades propostas assim como uma aceitação positiva em relação as preparações culinárias oferecidas.      

Acesse o link com a experiência completa.


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Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como na experiência de Várzea Grande-MT, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!

 

                                                                  

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 21 de Março de 2016

Estudantes de nutrição da Universidade Federal de Lavras (UFLA) realizaram atividade de educação alimentar e nutricional para conscientizar feirantes e consumidores acerca do desperdício de alimentos. A atividade foi desenvolvida como parte da disciplina ‘Ações de Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva’.

A motivação para o grupo de estudantes elaborar a intervenção foi o fato de 1 terço dos alimentos ser desperdiçado a nível mundial. Eles se basearam no primeiro princípio do Marco de Referência em EAN que aborda a Sustentabilidade social, ambiental e econômica para embasar a intervenção, cuja ação dizia respeito a conscientização de agricultores e consumidores em relação a desconstrução de padrões estéticos dos alimentos. 

    

O grupo elaborou um questionário específico para os feirantes e outro para os consumidores, buscando diagnosticar o desperdício de alimentos decorrente da eliminação de frutas e hortaliças que não apresentam o padrão estético esperado pelo mercado. Por parte dos consumidores, foi questionado a inclinação para comprar alimentos com aspecto visual diferente do usual e se eles os comprariam pela metade do preço.

Foi constatado que os comerciantes jogam fora os hortifrútis “imperfeitos” por acreditarem que os consumidores não têm interesse neste tipo de alimentos. Por parte dos compradores, entretanto, apesar do relato de que eles não possuem o costume de comprar alimentos caracteristicamente diferentes, eles poderiam compra-los caso o preço fosse mais barato.

Em um segundo momento, os estudantes organizaram na própria feira uma banquinha com alimentos fora do padrão e afixaram cartazes e distribuíram panfletos para conscientizar quem passava na feira sobre o tema. A TV universitária da UFLA acompanhou o grupo e fez uma reportagem no local: 

Confira esta experiência na íntegra clicando aqui. 




postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 14 de Março de 2016

A Educação Alimentar e Nutricional pode ser difundida das mais diversas formas. Pensando assim, a experiência de hoje exemplifica a aplicação da EAN na forma de contos.

O projeto ‘Repasto Literário’ consistiu na elaboração de um livro de histórias lúdicas que valorizam os aspectos da cultura alimentar com o objetivo de estimular uma alimentação saudável em escolares da rede básica de ensino das zonas rural e urbana em Cuité/PB. Ele foi desenvolvido em parceria com o Núcleo de Pesquisas e Estudos em Saúde Coletiva (PENSO) na Universidade Federal de Campina Grande - UFCG.   

A criação do material educativo surgiu como desdobramento de uma oficina de capacitação para membros do projeto ligados ao curso de Nutrição, que após a experiência, decidiram materializar um livro de contos adaptado a temática da alimentação escolar.

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O livro ‘Repasto Literário – Promoção da alimentação saudável e contação de histórias’ é dividido em três sessões, I - A mitologia dos alimentos, II - O caldeirão da cultura e III - A partilha e o sabor. Nelas, são contados os mitos de formação de alguns alimentos, como por exemplo o milho e a mandioca, além da presença de cantigas visando aumentar a participação e engajamento do público infantil.

O material está sendo utilizado como ferramenta de apoio para atividades de EAN junto às escolas atendidas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), e a recepção por parte dos professores, alunos e gestores tem sido favorável, indicando que a experiência pode ser replicada.   

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Conheça essa experiência aqui!



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016

Vamos trabalhar a EAN com adolescentes hoje?

A experiência do [Você no Ideias] aborda essa temática e é uma ótima iniciativa para trabalhar a alimentação saudável e adequada com esse grupo social.

A iniciativa foi realizada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal e teve como nome” Nutrição na adolescência” e foi motivada pelo interesse do próprio órgão com o Programa de Saúde do Escolar da Secretaria de Saúde do DF.

Com o objetivo de atender ao público da escola PROEM, com alunos adolescentes em vulnerabilidade social.

 

A atividade inicialmente com a apresentação de um vídeo e uma palestra sobre a nutrição na adolescência e que abordasse dos alimentos que compõem a merenda escolar.

 

Logo após a foi realizada uma dinâmica em grupo através do quis de perguntas sobre a palestra e o vídeo. E no final, todas e todos se serviram de deliciosos sucos verde, de laranja e um bolo de beterraba.

Todas as preparações foram degustadas às cegas para a tentativa das/dos adolescentes descobrirem a composição do que estavam comendo.

Veja a experiência completa: http://goo.gl/1DjqP9 


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Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Heloyana Travassos, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



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