Ideias na Mesa - Blog


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postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 17 de Outubro de 2016

O [Você no Ideias] de hoje traz uma experiência que tem como proposta associar arte e saúde, trabalhando junto aos manipuladores de alimentos, do Banco de Alimentos de Ribeirão das Neves, os sentidos (visão, audição, olfato, paladar e tato) trazendo também aspectos do dia a dia destes profissionais para sensibilização dos mesmos a um novo olhar frente aos alimentos, especialmente no que tange à higienização das mãos, utilização correta dos equipamentos/materiais, bem como a sanitização dos alimentos.

O projeto de extensão desenvolvido por estudantes do curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, com o tema “Arte faz bem para a saúde: novos hábitos da velha higiene”, foi dividida em 10 encontros, falaremos aqui apenas o caminho percorrido pelos alimentos no corpo humano e os prejuízos causados pelos parasitas.

Os estudantes utilizaram um manequim para melhor explicar/exemplificar os órgãos do corpo humano, especialmente aqueles responsáveis pelo sistema digestivo. Estes órgãos foram confeccionados em tamanho real com materiais recicláveis. Em seguida, foi exposto o caminho percorrido pelos alimentos, e a importância de cada órgão neste processo. Neste módulo, também foi trabalhado o olfato, onde todos deveriam identificar pelo cheiro qual alimento estava guardado nos frascos. Tal dinâmica possibilitou o despertar para uma maior atenção não somente ao aspecto visual do alimento a ser manipulado, mas também ao odor que o mesmo exala. Em outro módulo, discutiu-se a presença de parasitas no corpo humano, e suas formas de contaminação. Essa discussão é de extrema relevância num Banco de Alimentos, uma vez que ao longo da cadeia produtiva o alimento pode passar por diversas formas de contaminação, e a correta manipulação terá toda uma influência junto ao seu destinatário final: os beneficiários das instituições cadastradas. E nada melhor do que utilizar de dinâmica envolvendo o paladar para abordar os parasitas: neste módulo os participantes deveriam identificar o alimento pelo sabor dos mesmos. E por mais que nos seja tentador o sabor dos alimentos, comê-lo "às escuras" (sem obervar seu aspecto geral) implica talvez em algum tipo de contaminação. Ao término de cada encontro, foram expostas telas de artistas para conhecimento de todos e associação das obras ao tema estudado. Sobre o corpo humano e o percurso dos alimentos, utilizou-se de obras com a Deusa Vênus. Sobre os parasitas, as obras de Candido Portinari, que retrata trabalhadores, retirantes, etc., instigando a todos a pensar nas possíveis condições sanitárias a que estariam expostos o público das obras à época de sua criação.

Trabalhar a segurança alimentar, através do correto manuseio e sanitização dos alimentos, contando para isso com a reeducação e/ou reciclagem dos profissionais quanto a sua própria higiene, bem como o impacto disso no seu ambiente de trabalho, fará toda a diferença, segundo os idealizadores do projeto. Os profissionais tornam-se mais entusiasmados e atenciosos com o trabalho, tendo sua autoestima valorizada frente à importância da sua ação perante toda a sociedade e público beneficiado com as doações de alimentos pelo Banco de Alimentos. O ato de manipular o alimento não diz respeito somente à minimização da fome, mas também um mecanismo de promoção da saúde e garantia do direito à segurança alimentar e nutricional.

Para saber mais sobre a experiência e seus resultados, clique aqui!


Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como o Banco de Alimentos de Ribeirão das Neves/MG, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 10 de Outubro de 2016

Levando em consideração o crescente consumo, entre as crianças, de guloseimas  processadas, em substituição ao que é oferecido em casa e até no cardápio da merenda escolar, o [Você no Ideias] de hoje traz uma experiência que teve como objetivo propagar a valorização da cultura alimentar e dos hábitos alimentares dos antepassados das crianças do município de Pedras de Fogo, Paraíba.

O Projeto Contação de Histórias, realizado por profissionais no NASF, no ano de 2015, foi desenvolvido pela necessidade de despertar o interesse dos pequenos estudantes por alimentos produzidos pela agricultura familiar local. A ação foi realizada por apoiadores das escolas e creches do município que, vestidos de personagens, contavam histórias e lendas sobre os alimentos.

Primeiramente, buscou-se conhecer os hábitos alimentares das crianças, isso possibilitou a percepção de que alguns alimentos oferecidos no cardápio escolar, como a macaxeira (ou mandioca), eram rejeitados. Este alimento é abundante na agricultura familiar da região então se buscou saber a origem do mesmo.

Em conversas com professores e a população percebeu-se que muitas famílias tinham descendência indígena.  Assim, por meio da internet, encontraram algumas histórias e lendas sobre a macaxeira, alimento este que está ligado à cultura indígena e adaptaram ao texto que usaram para uma peça de teatro. Além disso, fizeram pintura de rosto e dançaram ciranda de roda com as crianças que participaram daquele momento especial com muita alegria.

A equipe que realizou essa experiência percebeu resultados positivos devido ao aumento na aceitação da merenda escolar!

Para saber mais sobre a experiência e seus resultados, clique aqui


 

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a SHEILLA VIRGÍNIA SILVA NASCIMENTO, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 03 de Outubro de 2016

A experiência de hoje evidência atividade de educação alimentar e nutricional realizada por estudantes do curso técnico de nutrição com pré-escolares do Centro Educacional de Japaratuba/SE.

O objetivo da atividade foi trazer aos escolares conceitos sobre uma alimentação saudável de maneira lúdica e com linguagem acessível a faixa etária. Para tanto, o grupo realizou uma visita na escola para ter um primeiro contato na fase de diagnóstico, e posterior a este momento, foram elaboradas quatro etapas com as crianças.

Na primeira delas, a equipe promoveu uma apresentação de teatro com fantoches mostrando os benefícios de uma alimentação saudável e os malefícios do consumo de alimentos ultraprocessados. Frutas, vegetais assim como alimentos processados foram utilizados como personagens para captar a atenção do público e dialogar sobre alimentação. A atividade seguinte juntou a explicação dos benefícios do consumo de alimentos saudáveis com oficinas de desenhos para que as crianças fixassem os conteúdos de maneira visual.         

Na terceira etapa as crianças foram vendadas e colocadas a provar alimentos explorando os sentidos do tato, olfato e paladar em atividade denominada TOP. Nesta etapa também foram passadas informações sobre a importância de higienizar as mãos. Durante a quarta e última etapa as crianças vestiram avental e toucas e foram orientadas a montar um espetinho saudável provando frutas inclusive que algumas delas nunca tinham tido contato.

O grupo de nutricionistas que conduziu as atividades de educação alimentar e nutricional observou uma grande adesão por parte das crianças que se mostraram interessadas principalmente com as atividades de fantoches e na parte sensorial TOP. Eles relataram que os escolares tiveram ações positivas incluindo expressões não verbais e outras manifestações como o relato de provar alimentos pela primeira vez.  

       


 

 



postado por Marina Morais Santos em Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016

A adolescência é uma fase muito importante na formação de hábitos saudáveis, uma vez que, neste período, o indivíduo começa a exercer maior autonomia sobre as suas escolhas alimentares. Diante disso, a usuária Jaquieli Gruhm Franco e seu grupo de trabalho realizaram como parte da disciplina de Educação Alimenta e Nutricional da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM, RS), uma ação de EAN voltada para os adolescentes de uma escola municipal da zona rural do Rio Grande do Sul.

No primeiro encontro, foi realizada uma roda de conversa interativa e descontraída. Nesta roda, uma das questões que ficaram evidentes foi o fato de que os adolescentes não consumiam a merenda escolar e não faziam nenhum lanche durante todo o período de aula. Portanto, o objetivo dessa experiência foi conscientizar os adolescentes da importância de realizar lanches saudáveis no intervalo das aulas e na hora de voltar para casa. 

Para alcançar esse objetivo, o grupo escolheu a estratégia da gincana para que os adolescentes interagissem aprendendo e brincando ao mesmo tempo. A turma, composta por 11 alunos, foi divida em duas equipes e participou de duas atividades: um jogo de "Passa ou Repassa", em que os participantes respondiam perguntas sobre Alimentação Saudável; e um atividade de "Identificação de Sabores", em que os alunos eram vendados e experimentavam uma variedade de sucos de fruta diferentes tentando adivinhar o sabor deles. 

Para saber mais sobre a experiência e seus resultados, clique aqui

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Jaquieli Gruhm Franco, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 19 de Setembro de 2016

“Compreendemos facilmente que uma refeição deve ser avaliada não só por um balanço nutritivo, mas também pelas justas satisfações proporcionadas à totalidade do ser inconsciente”.

Frase do filósofo Gaston Bachelard que acredita que a construção de uma poética dos alimentos deve atentar não apenas às matérias que alimentam o corpo, mas também a alma.

A partir dessa perspectiva, o [Você no Ideias] de hoje apresenta a experiência "Promoção da alimentação adequada e saudável nas escolas pela via da literatura", que teve como objetivo auxiliar o desenvolvimento de ações de EAN nas escolas sob a ótica da arte.

A partir de uma pesquisa dividida em duas fases: elaboração de um diagnóstico nutricional (DN) das escolas, com professores e bolsistas do projeto Alimentação Escolar; e construção do diagnóstico educativo (DE) junto às comunidades escolares de todas as Diretorias Regionais de Alimentação Escolar de Rio Grande do Norte; foi construído um material de Educação Alimentar e Nutricional que refletia a realidade das escolas.

Os pesquisadores desenvolveram três livros que foram elaborados para um momento formativo específico de alunos do ensino fundamental e do ensino médio. 

Cada livro tem foco em um membro da comunidade escolar. A merendeira ganhou centralidade, visto que cada um dos volumes é narrado por alguma cozinheira já conhecida pela literatura:

1. Oníria, de Quase de verdade, Clarice Lispector;

2. Françoise, de Em busca do tempo perdido, Marcel Proust;

3. Tita, de Como água para chocolate, Laura Esquivel.

      

Em cada capítulo, a literatura serviu como tema para a discussão de EAN. Além do foco na comunidade escolar, cada capítulo apresenta uma discussão relacionada às disciplinas ou às áreas de conhecimento, garantindo uma abordagem multidisciplinar, por meio da literatura.

Também estão presentes nos livros outras questões educativas, que são adjacentes às problemáticas encontradas nos diagnósticos e que podem ser trabalhadas junto aos estudantes que utilizarão o material didático, como: história da alimentação; alimentação: natureza e cultura; o que é alimentação saudável; a alimentação na escola: o que é o PNAE e o DHAA?; desvendando a minha região: o que se come aqui?; comer é uma festa: comida e festejos; o que nos torna humanos: comer juntos; tópicos da alimentação contemporânea: industrializados, corpo-estética, alimentos transgênicos

Para saber mais sobre essa experiência acesse aqui!


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Michelle Cristine Medeiros da Silva, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.



postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 12 de Setembro de 2016

A doença celíaca pode ser caracterizada como uma desordem sistêmica autoimune, desencadeada pela ingestão de glúten. A doença gera uma inflamação crônica da mucosa do intestino delgado que pode resultar na atrofia das vilosidades intestinais.A doença celíaca ocorre em pessoas com tendência genética. Geralmente aparece na infância, nas crianças com idade entre 1 e 3 anos, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive nas pessoas adultas. Por isso, é importante ações de Educação Alimentar e Nutricional que contribuam para a melhora da saúde dessas pessoas.

O [Você no Ideias] de hoje apresenta um Programa de Orientação Alimentar para Celíacos - PROACEL, um projeto de extensão da Universidade Federal do Pará que oferece à comunidade Celíaca Paraense, atendimento e acompanhamento nutricional, palestras/ roda de conversa com temas relacionados a doença celíaca e oficinas culinárias sem glúten. O projeto foi idealizado frente a carência de atividades de apoio e aconselhamento ao grupo celíaco na cidade de Belém e na constatação de inúmeras situações que podem comprometer a qualidade de vida e limitar a vida social.

O Proacel posui 4 linhas de atividades: 

1. Atendimento e acompanhamento nutricional

2. Rodas de conversa/ Palestras

3. Oficinas culinárias sem glúten

Além do Programa, o projeto de extensão percebeu fragilidades na literatura, quando o assunto é Doença Celíaca, relacionadas ao diagnóstico, ao acesso a apoio nutricional e psicológico, à formação continuada de profissionais que compõe a atenção básica e à fragilidade na educação para saúde e para o autocuidado.

Nesse sentido o projeto criou a  "Revista proacel: educação em saúde para celíacos", visando amenizar tais fragilidades e tratando temas diversos que possam garantir a informação continuada dos celíacos, bem como de profissionais da área da saúde que ainda desconhecem a doença.

Para conferir a experiência do projeto clique aqui! E para saber mais sobre a Revista acesse esse link!

 

Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Carolina Vieira Bezerra, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.



postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 05 de Setembro de 2016

Você professor, já pensou em associar oficinas culinárias à discussão de temas como: alimentação como patrimônio cultural, comida, memórias e afeto e a importância do gosto. Essa atividade tem sido desenvolvida com alunos do sétimo semestre, do curso de Nutrição, da Universade Federal do Triângulo Mineiro e é o destaque do [Você no Ideias] de hoje! 

As receitas a serem testadas são previamente selecionadas pelos envolvidos no projeto, sendo observados os seguintes critérios:

(a) serem compostas por alimentos que sejam familiares para população em geral e facilmente encontrados em supermercados e hortifruti;

(b) serem compostas, em sua maioria, por ingredientes in natura e com baixo conteúdo de sódio, açúcar e gorduras totais;

(c) serem de baixo custo e de fácil preparo.

Após a seleção das receitas, é preparada a lista de compras e a aquisição dos ingredientes é de responsabilidade do professor-coordenador do projeto.

Após serem testadas, degustadas e aprovadas, as receitas são disponibilizadas para o público em geral na internet, na página do projeto (blog e facebook) e são também utilizadas como ferramenta de orientação alimentar e nutricional nos ambulatórios e enfermarias assistidos pelo curso de nutrição da UFTM.

Com as receitas finalizadas o grupo se reúne da discutir e refletir sobre as dimensões "não-nutricionais" do alimento, tão importantes para a alimentação e nutrição. 

Veja aqui a experiência completa!


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Fernanda Rodrigues, de Uberaba, Minas Gerais , você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016

Pensando na regra de ouro do Guia Alimentar para a População Brasileira: preferir sempre o consumo de alimentos in natura aos processados, o [Você no Ideias] de hoje traz o relato de uma experiência que teve como objetivo conscientizar as pessoas sobre como a hiperpalatabilidade dos alimentos processados e ultraprocessados influencia no sabor e sua percepção, induzindo hábitos e até mesmo criando dependências. 

A experiência foi realizada com alunos do Campus Saúde da Universidade Federal de Minas Gerais e foi motivada pelo alto consumo de alimentos processados e ultraprocessados em tal contexto- uma das principais causas do aumento da obesidade e de doenças e agravos não transmissíveis.

Os produtos processados e principalmente os ultraprocessados são em sua maioria ricos em sal, açúcar, gorduras e calorias. Muitos produtos são criados a partir de substâncias derivadas de alimentos ou sintetizadas em laboratório. Em geral, são produtos pobres nutricionalmente e com grandes quantidades de aditivos químicos, como realçadores de sabor e conservantes para aumentar o prazo de validade.

Na atividade, primeiramente, aplicou-se com pessoas aleatórias um questionário de consumo como meio de diagnóstico. Este questionário abordou a frequência de ingestão de alguns alimentos e avaliou a auto percepção da qualidade da alimentação diária dos entrevistados.

Depois para a intervenção utilizaram-se amostras de preparo caseiro e industrializado de bolo de cenoura e suco de limão, e amostras de pipoca temperada com sal e glutamato monossódico. Os participantes foram orientados a experimentar seguidamente os dois tipos de amostras de cada alimento. Durante a degustação, foi aconselhado que eles sentissem o sabor de cada uma das amostras para depois escolherem qual preferiram.

Ao final, eles eram informados sobre a origem dos alimentos experimentados e quais foram os seus preferidos e então eram passadas informações importantes sobre o consumo de alimentos industrializados.  Entre as amostras de suco de limão, a indicada como mais saborosa foi a caseira, referente ao suco natural adoçado com açúcar (72,2%). Entre as amostras de bolo de cenoura, a amostra caseira também foi a preferida (61,5%). Já entre as amostras de pipoca, a mais escolhida pelos participantes (62,5%) foi a amostra industrializada, que foi temperada com glutamato monossódico.

E você, já parou pra pensar na quantidade de alimentos industrializados que consome diariamente?

Veja a experiência completa aqui!

 


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Larissa Loures Mendes , você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.



postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 22 de Agosto de 2016

Existem alguns espaços nos quais a produção agroecológica ainda não ganhou o espaço de discussão e reconhecimento adequados. Por isso, um projeto de extensão realizado no Piauí realizou ações de ensino, pesquisa e extensão relacionadas aos conhecimentos, princípios, práticas e demais iniciativas que promovem a soberania e um sistema de base agroecológica sustentável. A experiência do [Você no Ideias] de hoje promoveu interação entre a comunidade escolar, agricultores familiares e sociedade civil, com vistas à valorização da perspectiva socioambiental do fortalecimento da agricultura familiar de base agroecológica.

O projeto foi realizado em 3 pólos nos quais estão inseridos 15 unidades de produção familiar que produzem: alface , abóbora, abobrinha, acerola, batata-doce, berinjela, beterraba, banana, coentro, cebolinha, cenoura, couve, feijão-verde, galinha caipira, milho-verde, macaxeira, maxixe, mamão, melancia, maracujá, ovo caipira, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rúcula, rabanete, repolho, tomate, tomate cereja, bolos e polpas.

Após a inclusão dos agricultores no projeto, foram realizados 5 encontros a partir dos temas:

I. Ambiente e agrobiodiversidade

II. Saúde - a melhor propaganda de valorização dos produtos de cultivo agroecológico de alimentos

III. Produtos e preparações oriundos da agricultura de base agroecológica;

IV. Produção sustentável, manejo, coleta e tratamento para a produção de alimentos saudáveis;

V. Comercialização, mercado local e os programas de compras governamentais de aquisição de produtos da agricultura familiar.

Como forma de agregar a proposta do projeto de extensão ao campus, foi iniciada uma horta local para a eventual necessidade de suprimento do Restaurante Institucional e Estudantil e para o desenvolvimento de atividades interdisciplinares.

Esse projeto já dura dois anos e seus idealizadores visam a sua continuidade, valorizando a intersetorialidade como peça fundamental para que este projeto se mantenha fortalecido com discussões permanentes com base no fomento da agricultura familiar e a promoção de estratégias de base agroecológicas para proteção da saúde e garantia da segurança alimentar e nutricional da população.

Para saber mais sobre essa experiência clique aqui.

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Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Tatiane Locádio Timóteo de São Raimundo Nonato, Piauí, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 15 de Agosto de 2016

Partindo da ideia da importância da autonomia no contexto da alimentação e de esta estar relacionada com a diminuição do desperdício, a experiência que o [Você no Ideias] traz hoje apostou na mudança da estrutura do serviço da cozinha escolar para alcançar tais pontos.

A Escola de Educação Básica Encruzo do Barro Vermelho teve seu refeitório transformado em self-service, onde,  no momento da refeição as crianças  eram acompanhadas pelas professoras que auxiliaram e incentivaram os alunos a fazerem boas escolhas alimentares, mas sempre preservando a autonomia.

Ao estimular a degustação dos alimentos variados e transformar as perparações em pratos mais atrativos com decorações, o desperdício praticamente sumiu, pois os alunos passaram a colocar a quantidade que necessitam no prato.

O "Projeto Refeitório" conseguiu atingir todos os seus objetivos! Depois dessa atividade, os alunos passaram a se servir sozinhos, colocando quantidade suficiente para satisfazer a fome, prática que também levou a redução do desperdício de alimentos. Outro aspecto interessante da experiência é que as crianças passaram a conhecer e manipular utensílios da prática culinária!

Para saber mais sobre essa experiência acesse aqui!


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como Claudia Beatriz de Medeiros, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil.

 



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