Ideias na Mesa - Blog


Posts Relacionados com a(tag):Receita Fotográfica

postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2016

Pesto do Cerrado

Ingredientes:

1 Maço de manjericão fresco

200ml de azeite extra virgem

70g de queijo pecorino (leite de ovelha) ou parmesão

50g de castanha de barú

2 dentes de alho

Pitadas de sal grosso

Como fazer

  1. Selecione um maço de manjericão fresco e com folhas largas
  2. Lave, seque por completo e separe apenas as folhas
  3. Reserve cada ingrediente em um recipiente (barú sem casca)
  4. Bata no processador ou liquidificador metade da quantidade de azeite, das folhas de manjericão e do barú
  5. Adicione todos os ingredientes e repita até que fique homogêneo
  6. Bata uma última vez com a outra metade do barú
  7. Tá pronto! Pode ser usado de imediato ou guardado na geladeira

Rendimento: 300g

Tempo de preparo: 20’

via GIPHY

 

O pesto é um molho simples e extremamente saboroso que vai bem com uma infinidade de alimentos. Ele pode ser utilizado acompanhando pastas como fusilli, na salada, bruschettas ou até como tempero para carnes. Sua origem é italiana, mais especificamente da cidade de Genova, e cada família possui a sua “receita especial” ainda que os ingredientes base não mudem.

Manjericão, azeite de oliva, queijo pecorino e pinoli, quatro ingredientes que contam muito mais do que um prazer gastronômico. O pesto é um exemplo de preparação que surge e leva em consideração os alimentos disponíveis na região, desta forma é possível aproveitar o melhor do sabor e valorizar a produção local. Resgate este que tem sido cada vez mais valorizado na busca por uma alimentação mais saudável e sustentável e recomendado nos documentos de alimentação como o Guia Alimentar e no Marco de referência de EAN.   

Valendo-se de uma licença poética culinária e dos elementos que circundam a origem da receita original, nós substituímos um dos ingredientes da receita para tornar a preparação mais acessível e contextualizada com a nossa disponibilidade local, e por isto, o nome “Pesto do cerrado”. O ingrediente pinoli – oleaginosa típica de pinheiros encontrados no mediterrâneo – é substituído pela versão do centro-oeste brasileiro pertencente ao mesmo grupo, a castanha de barú. A castanha do pará é também um bom substituto. Outro ingrediente passível de substituição é o queijo pecorino. Como a produção de queijos de ovelha e cabra ainda está em crescimento por aqui, estes alimentos são em geral mais caros e de difícil acesso.

Não perca a chance de preparar a receita original quando possível, afinal de contas comer é também um ato de cultura e tradição, mas não deixe de se aventurar na cozinha só porque não encontrou todos os ingredientes. Plantar um pezinho de manjericão em casa já é meio caminho andado para esta receita, e preparar o ‘Pesto do cerrado’ com ingredientes locais torna sua alimentação mais sustentável.        


Gostou? Tentou e algo deu errado? Compartilhe sua experiência na cozinha conosco publicando a foto da receita com as hashtags #receitafotografica, #comidadeverdade e #ideiasnamesa no Instagram e Facebook.

Perdeu a receita passada? Confira aqui. 

 

                   

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2016

A equipe de colaboradores do Ideias na Mesa voltou com força total em 2016 e já preparamos receitas práticas deliciosas, saudáveis e sustentáveis cheias de conteúdo para este ano!

O quadro de hoje é dedicado a tornar sua alimentação mais saudável e natural se livrando de um produto ultraprocessado muito utilizado dentro de casa: Preparado de caldo de carne/legumes conhecidos como ”realçadores de sabor”. A receita de hoje foi testada e enviada por Gisele Fernandes, estudante de arquitetura que busca uma alimentação mais natural.  

CALDO DE FRANGO NATURAL

Ingredientes:

Carcaça de 1 frango
4L de agua
3 Talos de salsão
1 Talo de alho poró
1 Cenoura
1 Cebola
3 Ramos de alecrim
1 Ramo de tomilho
4 dentes de alho
2 folhas de louro
Pimenta em grãos e pitadas de sal

Como fazer:

    1. Reserve a carcaça de um frango inteiro e utilize para o caldo
    2. Colha os temperinhos que tiver em casa e compre os demais ingredientes preferencialmente em feiras orgânicas/agroecológicas
    3. Descasque apenas a cebola e a cenoura e corte os ingredientes maiores em metades   
    4. Coloque tudo na panela e despeje a água ainda fria
    5. Deixe em fogo alto até ferver e diminua o fogo de forma que fique levemente borbulhando
    6. Ferva com a tampa na panela por aproximadamente 3 horas mexendo ocasionalmente
    7. Espere esfriar e coe em uma peneira
    8. Guarde em recipientes e leve ao congelador

via GIPHY

 

Dicas!

Este caldo pode tanto ser utilizado na hora como base para risotos quanto congelado e acrescentado em preparações futuras. O mesmo processo pode ser utilizado para produzir caldos de carne, peixe ou apenas de vegetais, basta usar carcaças de peixe (ou cascas de camarão) e ossos e miúdos de carne bovina;

Em relação ao passo 1: Se programe para quando consumir um frango inteiro aproveitar a carcaça para o caldo, além de diminuir o desperdício ossos a miúdos dão o sabor da preparação;

Em relação ao passo 6: Além do tempo, um bom indicador de que está pronto é quando o caldo engrossa e os vegetais perdem a cor; 

Escolhemos o Caldo de Frango Natural como a receita de hoje pois ao preparar a versão caseira, você torna sua alimentação mais saudável por não consumir alguns ingredientes comumente encontrados no caldo industrial como gordura vegetal, condimento preparado, realçadores de sabor glutamato monossódico, aromatizantes e corantes. 


 

Para além desta receita é mportante entender o que vem a ser um produto “ultraprocessado” e porque devemos excluí-los de nossa alimentação. O Guia Alimentar para População Brasileira os define da seguinte forma:

“São formulações industriais feitas inteiramente ou majoritariamente de substâncias extraídas de alimentos (óleos, gorduras, açúcar, amido, proteínas), derivadas de constituintes de alimentos (gorduras hidrogenadas, amido modificado) ou sintetizadas em laboratório com base em matérias orgânicas como petróleo e carvão (corantes, aromatizantes, realçadores de sabor e vários tipos de aditivos usados para dotar os produtos de propriedades sensoriais atraentes). Técnicas de manufatura incluem extrusão, moldagem, e pré-processamento por fritura ou cozimento”.

Os malefícios destes alimentos são:                  

“Eles são nutricionalmente desbalanceados por conta de sua formulação e apresentação e tendem a ser consumidos em excesso e a substituir alimentos in natura ou minimamente processados. As formas de produção, distribuição, comercialização e consumo afetam de modo desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente”.

O conceito de alimentos in natura, processados e ultraprocessados está presente nos diversos grupos alimentares, e o Guia Alimentar define como a Regra de Ouro que se prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.

As figuras a seguir ilustram alguns exemplos destes três tipos de alimentos:

Gostou? Tentou e algo deu errado? Compartilhe sua experiência na cozinha conosco publicando a foto da receita com as hashtags #receitafotografica, #comidadeverdade e #ideiasnamesa no Instagram e Facebook.

Perdeu a receita passada? Confira aqui. 




postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 08 de Outubro de 2015

Aproveitando a comemoração do Dia das Crianças na próxima segunda (12 de outubro), dedicamos o quadro de hoje para ensinar uma preparação que é sem dúvida uma unanimidade quando o assunto é infância e festividades.

Acreditamos que a nutrição dentro do contexto alimentar não se reduz a ingestão de nutrientes e energia, envolvendo também memória, tradições, aspectos sensoriais e cultura. Por outro lado, não podemos desconsiderar os prejuízos para saúde que os alimentos ultraprocessados ricos em sódio, açúcar e gorduras estão gerando na população. Especificamente em relação ao público infantil, uma em cada três crianças brasileiras entre 5-9 anos estão com o peso acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Levando-se em consideração estes aspectos, nós convidamos familiares e crianças para juntos desfrutar um tempinho na cozinha preparando esta delícia nacional, no intuito de mostrar que é possível preservar afeto e tradição usando comida saudável e de verdade.

Ingredientes

  • 500g de inhame  
  • 70g de leite em pó integral
  • 50 de cacau em pó (50 ou 70%)
  • 30g de açúcar mascavo
  • 15g de manteiga
  • Granulado (opcional)

Passo a passo

  1. Descasque e cozinhe o inhame usando cuscuzeira ou panela com água fervendo até amolecer apro. 15min
  2. Pique o inhame e reserve em um pote. Faça o mesmo com os outros ingredientes
  3. Passe o inhame no processador ou amasse até ficar uniforme  
  4. Unte a panela com manteiga e misture todos os ingredientes sem ligar o fogo
  5. Mexa em fogo baixo até dar o ponto aprox. 12min
  6. Deixe esfriar e enrole no granulado ou cacau em pó

Dicas

Passo 1 - O inhame costuma liberar um líquido, por isso cozinhar na cuscuzeira é uma boa opção, além de usar menos água  

Passo 3 – Passar no processador deixa com uma textura homogênea, mas corre o risco de ficar muito líquido

Passo 6 – A opção pelo granulado ou cacau depende do gosto, eu particularmente prefiro cacau, mas para crianças que vão experimentar pela primeira vez o granulado preserva mais as características do brigadeiro 

Aproveite o Dia da Criança para se aventurar na cozinha com a criança amada ou para relembrar a infância de uma maneira mais saudável e não menos saborosa. 

Gostou? Tentou e algo deu errado? Compartilhe sua experiência na cozinha publicando a foto da receita com as hashtags #receitafotografica #comidadeverdade no Instagram e Facebook.

Perdeu a receita passada? Confira aqui. 




postado por Equipe Ideias na Mesa em Quinta-feira, 10 de Setembro de 2015

No quadro de hoje o Ideias veste o sombreiro para ensinar a fazer Guacamole.

Para quem não conhece, a iguaria é originária do México e bastante assimilada nos países da América do Sul como Chile, Colômbia e Peru. A pasta além de prática é bastante versátil, podendo ser servida com nachos, torradas, pães e até em saladas.

Ingredientes

- 1 Abacate

- 1 Cebola roxa pequena

- 1 Tomate

- ½ Limão

- Pimenta do reino

- Sal  

Tempo de preparo: 9 minutos.

Como fazer:

1. Pegue seu abacate em algum pé na rua (Caso não ache compre em feiras orgânicas ou agroecológicas)
2. Reserve a polpa em um recipiente separando da casca e do caroço
3. Pique os tomates e a cebola em cubos e junte ao abacate

4. Acrescente suco de meio limão (também pode ser encontrado em árvores na rua) 

5. Adicione pimenta do reino e sal a gosto

*Dica:Fique à vontade para adicionar outros ingredientes, como: coentro, salsinha, cebolinha e pimenta dedo-de-moça.

Reúna alguns bons amigos e use a Guacamole no prato que melhor servir a ocasião!


A esta altura do campeonato você deve estar se perguntando por quê “Guacamole Urbana”? Pois bem, o que queremos mostrar com a receita de hoje é que muitos pratos podem ser preparados com ingredientes encontrados em árvores frutíferas nas ruas ou no quintal de casa.

O conceito de Agricultura Urbana não é recente, porém, tem voltado a receber atenção de projetos governamentais e principalmente a mobilização e legitimação por parte da sociedade civil. Ela visa entre outras coisas a utilização dos espaços urbanos para produção de alimentos e práticas sustentáveis.

O abacate utilizado nesta receita foi colhido de um abacateiro em uma quadra residencial na asa norte, Brasília–DF. E assim como esta fruta, várias outras crescem e estão livremente disponíveis nas ruas das cidades Brasil a fora.

Para os moradores da capital federal esta colheita ficou bem mais fácil. A Arquiteta Gabriela Bandeira mapeou as árvores frutíferas no Distrito Federa, disponível no “Novo guia de Brasília”, tornando a tarefa mais simples.

A Guacamole Urbana mostra como outros modelos de agricultura que não agridem o meio ambiente e nem coloquem a saúde das pessoas em risco são possíveis.   

Gostou? Tentou e algo deu errado? Compartilhe sua experiência na cozinha publicando a foto da receita com as hashtags#receitafotografica #comidadeverdade no Instagram ou Facebook.

Perdeu a receita passada? Confira aqui. 


 

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 27 de Agosto de 2015

Estamos nos aproximando do fim do inverno, uma ótima desculpa para aprender um chá diferente, simples de fazer e saboroso!  

Como fazer:

Tempo de preparao: 15 minutos. 

1. Compre abacaxi “de vez” orgânico/agroecológico ou em feiras

2. Higienize bem a casca

3. Remova a coroa e a parte de baixo 

4. Corte longitudinalmente os quatro lados

5. Guarde a polpa na geladeira para quando quiser

6. Leve as cascas à fervura por aproximadamente 10 minutos e saboreie!

*Dicas:

- O tipo pérola é o mais comum nesta época do ano

-“De vez” é um adjetivo popularmente usado para descrever frutas que estão recém maduras.

- Durante a etapa 4 pode deixar um pouco da polpa junto da casca.

- Na etapa 6 é possível acrescentar alguns ingredientes, canela em pau dá um gostinho especial e gengibre também faz uma composição interessante.

-Não é preciso adoçar, mas caso o abacaxi não esteja muito maduro um pouco de açúcar mascavo vai bem.  

Você já ouviu falar no conceito de aproveitamento integral dos alimentos? É uma prática que utiliza partes comumente desprezadas pelas pessoas, como por exemplo cascas, talos e folhas, pelo fato de muitos não terem ideia de que elas podem ser consumidas ou de como aproveita-las.   

O desperdício de alimentos assim como a geração de resíduos orgânicos sem uma correta destinação são problemas crônicos enfrentados no Brasil e no mundo. Tais questões estão relacionadas com a fome e ao comprometimento da qualidade dos solos. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), um terço de nossos alimentos é desperdiçado a nível mundial e ao mesmo tempo mais de 50% do nosso lixo doméstico poderia ser compostado para nutrir o solo. 

Aproveitar partes não comumente utilizadas dos alimentos, como no caso do chá de casca de abacaxi, é uma maneira de diminuir o impacto ambiental a nível individual e familiar. Além do mais, o chá é muito saboroso e nutritivo. A casca do abacaxi é rica em vitaminas e fibras assim como várias outras cascas, e possuí um conteúdo de vitamina C 38% maior do que a polpa. 

Além de aproveitar integralmente os alimentos no preparo de refeições, os restos podem ser destinados para compostagem caseira. Com esta atitude você não só evita o desperdício como também retorna os alimentos de uma maneira não agressiva aos solos.

Gostou? Tentou e algo deu errado? Compartilhe sua experiência na cozinha publicando a foto da receita com as hashtags #receitafotografica #comidadeverdade no Instagram ou Facebook.

Perdeu a receita passada? Confira aqui. 


 

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 13 de Agosto de 2015

É com água na boca que a equipe do Ideias na Mesa inaugura o quadro Receita fotográfica. Através dele, divulgaremos receitas práticas e de fácil execução. E tem muito mais! Para nós, a receita é só um dos ingredientes desta aventura culinária que se completa com um punhado de sustentabilidade, quanto bastar de cultura, curiosidade em lascas e uma pitada de afeto. Daí, sai fresquinho do forno para você preparações feitas com Comida de Verdade!         

Na estreia de hoje ensinamos a preparar o Ovo Poché, uma forma diferente e mais saudável (e gostosa) de se fazer ovo. É bem simples e divertido de se fazer, mas as dicas são importantes para que a sua empreitada não vire uma “sopa de ovo”.

Passo a passo:

  1. Compre ovos de galinha caipira ou orgânicos
  2. Use os ovos mais frescos possível, quebre e reserve em um recipiente
  3. Fervente a água com algumas pitadas de sal
  4. Perto da fervura, mergulhe o recipiente liberando o ovo na panela 
  5. Deixe em fogo médio de 3-4 minutos para uma gema menos(3) ou mais(4) firme
  6. Escorra no papel toalha por alguns segundos
  7. Tempere com pimenta do reino, manjericão ou ingredientes a sua escolha e bom apetite!!

Tempo de preparo: 10min

Qual a diferença entre ovos de granja (convencional), caipira e orgânicos?

Os ovos de granja são os que a maioria das pessoas consome. As galinhas que os produzem ficam confinadas a vida inteira dentro de gaiolas minúsculas, em um esquema de produção industrial com uso intensivo de antibióticos e hormônios de crescimento para que os animais cresçam e produzam em tempo mais curto e a uma velocidade maior do que a natural (por isto o preço mais barato).   

Já os ovos caipira são produzidos a partir de galinhas criadas e que botam ovos fora de gaiolas e ciscam livremente. Além disto, para a alimentação dos animais são fornecidos vegetais e pequenos insetos que eles consomem ao ciscar em liberdade. Outro aspecto importante é que elas não recebem uso indiscriminado de antibióticos ou hormônios que estimulam o crescimento.

A produção de ovos orgânicos funciona na mesma lógica dos ovos caipira com uma vida menos estressante e mais próxima da natureza, o adicional é que além de todas estas etapas, as galinhas devem também ser alimentadas com alimentos comprovadamente orgânicos.

Benefícios

Ao optar por ovos caipira ou orgânicos você estará consumindo alimentos mais saudáveis, além de contribuir para um tipo de criação que possui uma relação menos prejudicial ao meio ambiente e menos opressora aos animais.

Dica: Estes alimentos são encontrados a um preço mais acessível em feiras agroecológicas e de agricultores familiares em comparação aos supermercados.

Gostou? Tentou e algo deu errado? Compartilhe sua experiência na cozinha publicando a foto da receita com a hashtag #receitafotografica no Instagram ou Facebook.


 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quinta-feira, 06 de Agosto de 2015

É com água na boca que a equipe do Ideias na Mesa divulga o novo quadro intitulado “Receita fotográfica”!

Tendo como princípio norteador a Educação Alimentar e Nutricional definida no Marco de Referência, buscamos munir as pessoas com informações acerca de uma alimentação adequada e saudável por meio de receitas que estejam alinhadas com as recomendações do novo Guia Alimentar Para a População Brasileira.

Para tanto, nos propomos a ir além da simples divulgação de receitas. Exploraremos a comensalidade e percorreremos diferentes etapas do sistema alimentar, passando pela aquisição de alimentos, até o seu preparo e consumo (e até pós-consumo!) na intenção de fortalecer o conceito da Comida de Verdade.

A nossa intenção é encorajar qualquer pessoa, até mesmo quem nunca se aventurou na cozinha mas busca opções mais saudáveis, a testar a criatividade.

A descrição das receitas mostrará como as escolhas que fazemos influenciam significativamente nos caminhos que os alimentos percorrem até chegar às nossas mãos. Além disso, o processo de cozinhar é também carregado de significados e pode ser um agente transformador de vida.

Divulgaremos frequentemente, aqui no blog, receitas de fácil preparo utilizando alimentos regionais, orgânicos, sazonais, de procedência sustentável e/ou socialmente justa (base agroecológica), compartilhando dicas, curiosidades e conceitos.

Ficou curioso (a)? Aguarde que na próxima semana publicaremos a primeira receita fotográfica!


 

 



Observatório Opsan UNB
facebook
twitter
Layout e programação do site Identidade visual
Faça o ligin para continuar!

clique aqui