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Posts Relacionados com a(tag):Pensando EAN

postado por Maína Pereira em Terça-feira, 27 de Maio de 2014

Por Inês Rugani para Revista Ideias na Mesa nº2

 

ines rugani

 

“Uma pergunta fundamental para as áreas de saúde, alimentação e nutrição é: O que é preciso fazer para avançar na promoção da alimentação saudável, na consolidação da Segurança Alimentar e Nutricional e no controle da obesidade? Buscando respondê-la, identifiquei três eixos de reflexão [...]: ampliar o horizonte de análise da questão alimentar; ressignificar a comida e o comer, resgatando seu sentido existencial e ampliando a consciência de sua dimensão política; e inovar no desenho e nos processos de trabalho das políticas públicas. ”  

 

 

Quer saber mais sobre os três eixos para refletir sobre o tema? Leia o artigo completo na Revista Ideias na Mesa nº2:

 


Pensando EAN

O Pensando EAN é um espaço para reflexões e citações sobre diversos temas relacionados à Comida, Cultura e Educação Alimentar e Nutricional. O texto dessa semana é um trecho do artigo publicado na Revista Ideias na Mesa nº2 de autoria da Inês Rugani, professora associada do Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e coordenadora adjunta do Grupo Temático Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva da Associação Brasileira de Saúde Coletiva.



postado por Maína Pereira em Terça-feira, 20 de Maio de 2014

Você já parou para pensar em como a comida molda nossas cidades?

Em apresentação para o TED Global de 2009, Carolyn Steel contribui com reflexões sobre o sistema alimentar atual e a importância da relação das cidades com o campo.

Para ela, “uma das grandes ironias do sistema alimentar moderno é que deixaram muito mais difícil o que prometeram deixar mais fácil. Ao possibilitar que se construa cidades em qualquer lugar, nos distanciaram do nosso relacionamento mais importante, que é com a natureza. E nos tornaram dependentes de sistemas que só eles podem realizar, que, como vimos, são insustentáveis”.

Ela acredita que se a cidade cuidar do campo, o campo cuidará da cidade: “Sabemos que somos o que comemos. Temos que entender que o mundo é também o que comemos. Se levarmos isso em conta, poderíamos usar comida como uma ferramenta poderosa para melhorar o mundo.”

Assista a apresentação completa no vídeo abaixo:

 

 

 

Pensando EAN

Pensando EAN é um espaço para reflexões e citações sobre diversos temas relacionados à Comida, Cultura e Educação Alimentar e Nutricional. O post dessa semana é uma apresentação sobre como a comida molda as cidades em que vivemos. Realizada no TED Global de 2009 (www.ted.com), a apresentação foi feita pela Carolyn Steel arquiteta e urbanista que o usa o alimento como um meio para “ler” as cidades e entender como elas funcionam.



postado por Marília Barreto Meneses Pessoa Lima em Terça-feira, 29 de Abril de 2014

“Ser ético é estar disposto a discutir e argumentar em um grande espaço de debate sobre os princípios que queremos respeitar e seguir. No espaço de debate sobre a legalidade da publicidade para o público infantil, o Instituto Alana sempre se manifestou sobre o assunto e diz com clareza como gostaria que a sociedade convivesse. Nesse contexto, surgiu a normativa do Conanda que determina o fim da publicidade para o público infantil na televisão. Nesse sentido, podemos perceber a ética como sendo uma vitória da convivência em detrimento dos interesses singulares/particulares”. 

Em relação à publicidade de alimentos, “as pessoas que são contrárias à regulamentação da publicidade não enxergam que estão delegando às empresas e às agências de publicidade a educação ética e moral dos seus filhos, e ainda acusam os defensores da proibição de descaso em relação ao cuidado das crianças”. Disse o professor Júlio Pompeu (professor de ética da UFES) que também participou do 1º Fórum Prioridade Absoluta – Criança em Primeiro Lugar.

Assista ao vídeo com a opinião do professor Clóvis de Barros Filho sobre Ética e publicidade infantil:

Pensando EAN

Pensando EAN é um espaço para reflexões e citações sobre diversos temas relacionados à Comida, Cultura e Educação Alimentar e Nutricional. O post dessa semana é um debate sobre Ética e publicidade infantil do professor Clóvis de Barros Filho que foi transmitido no 1º Fórum Prioridade Absoluta- Crianças em Primeiro Lugar.



postado por Marília Barreto Meneses Pessoa Lima em Terça-feira, 15 de Abril de 2014

O Pensando EAN dessa semana traz reflexões e caminhos que estão sendo percorridos para superar a desnutrição em Ruanda.

Ruanda é um dos países africanos com ritmo lento de redução da pobreza, em 2005 51% das crianças menores de 5 anos apresentavam desnutrição, em 2010 essa taxa diminuiu para 44% (Relatório UNICEF, 2011). Nesse sentido, destaca-se a importância da adoção de estratégias governamentais para melhorar a segurança alimentar e nutricional dessa população.

Em entrevista, Rafael Rurangwa, (Diretor de Planejamento Estratégico e Coordenação de Programas do Ministério da Agricultura e Recursos Animais) compartilha seu relato na publicação “Mudando sistemas alimentares para uma melhor nutrição” da UNSCN news. A UNSCN News é uma publicação periódica que apresenta a evolução da nutrição internacional, visando ajudar o compartilhamento de experiências em nutrição.

"A agricultura tem contribuído para melhorar a nutrição de todos em Ruanda, principalmente entre os jovens e crianças pequenas. Por meio da política de desenvolvimento, estamos tentando melhorar a situação de segurança alimentar. Podemos ver diferentes atividades que foram implementadas no país para dar suporte ao sistema de produção de alimentos e ter certeza que elas estão alcançando as famílias mais vulneráveis.

Nós focamos em grupos que estão em situação de insegurança alimentar e nutricional. Temos programas nacionais chamados One Cow (Uma vaca) e One cup of Milk per child (Um copo de leite por criança) que atingem famílias vulneráveis que possuem crianças em idade escolar. Esses programas estão tendo ótimo impacto, com a redução dos níveis de má nutrição das crianças em idade escolar. Existem exemplos que mostram como o país está comprometido com a nutrição. Também foi desenvolvido um sistema de hortas para cada família para complementar sua alimentação com alimentos produzidos em suas casas.

Nós precisamos ensinar às famílias como ter uma boa nutrição com a comida disponível em Ruanda. Para isso, nós precisamos capacitar todos os níveis, para que a população saiba o que é uma boa alimentação.

Em relação à produção agrícola, precisamos criar um sentimento de que não precisamos somente de produção, mas também é necessário maior conhecimento sobre como fazer bom uso dessa produção e aprimorar sua qualidade". 

Para acessar a publicação completa acesse a Biblioteca do Ideias:

http://www.ideiasnamesa.unb.br/index.php?r=bibliotecaIdeias/view&id=193

Pensando EAN

O Pensando EAN é um espaço para reflexões e citações sobre diversos temas relacionados à Comida, Cultura e Educação Alimentar e Nutricional. O texto dessa semana é um trecho da entrevista com Rafael Rurangwa com o tema “Vozes do campo: Ruanda”.



postado por Maína Pereira em Terça-feira, 08 de Abril de 2014

Por Celso Moretti para Revista Ideias na Mesa nº1

moretti


“As perdas [de alimentos] ocorrem por vários fatores e vão desde o campo até a mesa do consumidor. De um lado do elo da cadeia, depois da porteira, existe a falta de conhecimento sobre a tecnologia adequada de transporte e de armazenamento. Muitas vezes você vê também o supermercado e as quitandas, que desconhecem a forma de armazenar. Por outro lado, as casas, onde o próprio consumidor não saber manusear adequadamente os produtos, não sabe como comprar ou conservar adequadamente. Essa série de equívocos acaba formando uma cultura do desperdício”.

 

Veja a entrevista completa na Revista Ideias na Mesa:

 

 

 

Pensando EAN

O Pensando EAN é um espaço para reflexões e citações sobre diversos temas relacionados à Comida, Cultura e Educação Alimentar e Nutricional. O texto dessa semana é um trecho da entrevista publicada na Revista Ideias na Mesa nº1 com Celso Moretti, chefe do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, doutor pela Universidade da Flórida (EUA), que trabalha há 20 anos com Perda e Desperdício de Alimentos. 



postado por Maína Pereira em Terça-feira, 01 de Abril de 2014

Por Renato S. Maluf para Revista Ideias na Mesa nº1


renato maluf

“A propósito, uma compreensão de senso comum que costuma induzir a erro é a que pretende estabelecer uma relação direta entre redução das Perdas e Desperdício de Alimentos (P&DA) e a redução da fome. Quando se diz que o grande volume de alimentos que se perde ou desperdiça seria mais do que suficiente para alimentar os famintos do mundo, cria-se a falsa expectativa de que se reduzindo as perdas ou o desperdício de uns, equaciona-se a fome de outros. Estes são fenômenos de natureza distinta que não se conectam de forma direta, quando se sabe que a condição de faminto resulta da incapacidade de acesso aos alimentos, e não da falta de bens.

Contudo, há duas relações diretas entre P&DA e fome, mas bem diferentes. Uma delas é o aproveitamento de alimentos em vias de ser desperdiçados para atender a populações carentes como o fazem os bancos de alimentos, atividade com vários e importantes significados, porém, com repercussão socioespacial limitada a sua esfera de abrangência. A segunda conexão com repercussão mais geral e, talvez, mais significativa, é a contribuição da redução das P&DA para o aumento da disponibilidade de bens que, deste modo, atenuaria as pressões de demanda sobre os preços dos alimentos, portanto, favorecendo o acesso da população a eles.

Já quando se adota enfoque abrangente, intersetorial e sistêmico da segurança alimentar e nutricional, outros e mais amplos aspectos entram em cena na abordagem de como a redução das P&DA diminui a insegurança alimentar e nutricional. Além do que já se mencionou desde a ótica da disponibilidade de bens e da promoção de sistemas alimentares sustentáveis, haveria de se acrescentar a perspectiva de que as P&DA podem implicar perdas na qualidade nutricional das dietas alimentares.

Ressalte-se a necessidade de acurada análise dos papéis desempenhados em ambas as direções, da geração e da redução das P&DA, pelos agentes econômicos e diferentes atores sociais, além do que se verifica no âmbito domiciliar, e também da parte dos governos”.

 

Quer saber mais? Leia o artigo completo na Revista Ideias na Mesa:

 

Pensando EAN

O Pensando EAN é um espaço para reflexões e citações sobre diversos temas relacionados à Comida, Cultura e Educação Alimentar e Nutricional. O texto dessa semana é um trecho do artigo publicado na Revista Ideias na Mesa nº1 de autoria do Renato S. Maluf, professor do Centro de Referência em Segurança Alimentar (CERESAN) do CPD/ Universidade Federal Rural do RJ (UFRRJ).



postado por Maína Pereira em Terça-feira, 25 de Março de 2014

A alimentação está relacionada à evolução do ser humano ao longo da história. Ao se pensar em Educação Alimentar e Nutricional é essencial considerar a história da alimentação em seus diversos contextos.

O Pensando EAN dessa semana traz um vídeo com Henrique Carneiro, historiador e docente na Universidade de São Paulo (USP). No vídeo ele conta um pouco sobre algumas mudanças que influenciaram nos modos de vida da sociedade contemporânea.

Para ele, “toda a história da humanidade é a história da busca pelo alimento”.

Clique aqui ou na imagem abaixo para assistir:

henrique carneiro

 

Pensando EAN

Pensando EAN é um espaço para reflexões e citações sobre diversos temas relacionados à Comida, Cultura e Educação Alimentar e Nutricional. O post dessa semana é uma entrevista publicada em 2013 pelo Jornal Hoje com o historiador Henrique Carneiro.



postado por Marina Morais Santos em Terça-feira, 18 de Março de 2014

Satish

Por Satish Kumar e traduzdo por Josemar Vidal Jr. 

"A comida é um microcosmo de um macrocosmo. Comer alimentos apropriados é parte da solução de problemas como as mudanças climáticas e a fome no mundo. Na tradição cristã, festejar no Natal e jejuar na Quaresma são símbolos significantes da relação estreita entre as pessoas e os alimentos, entre liberdade e comedimento, entre celebração e solitude.

Mas festejar e jejuar não são opostos: são complementares. Quando nós praticamos a liberdade de um banquete e somos pessoas habituadas à pratica do jejum, muito provavelmente vamos aproveitar a festa sem abusos.Jejuar é uma grande habilidade. Quando, no romance de Herman Hesse, a bela cortesã Ka­mala pergunta a Siddhartha quais eram as suas qualidades para conquistar o seu amor, Siddhartha responde: “Pensar, esperar, jejuar”. Infelizmente, no mundo moderno, muitos de nós não sabem como esperar, como jejuar, ou, ainda, como banquetear.

Nós vivemos no mundo da comida congelada, junk food e pratos prontos. Esse é o mundo da produção em massa, dos empacotados e das redes de comercialização de alimentos. Esse é o mundo onde os conhecimentos e as técnicas de produzir comida foram esquecidos, e a arte de cozinhar é desvalorizada; onde o prazer de preparar as refeições em companhia é diminuído. Nós perdemos o controle das origens dos alimentos. Muitos não sabem dizer poucas palavras sobre como a comida é semeada, distribuída, tarifada, ou mesmo como é preparada.

O acesso à comida deveria ser um direito fundamental do ser humano, o alimento é um presente da natureza a todos. Alimentar as pessoas e todos os seres vivos é algo intrínseco à vida, à existência, mas, infelizmente, a comida tornou-se produto comercial e já não esta disponível à todos igualmente. O objetivo primeiro dos que trabalham com negócios alimentícios é fazer dinheiro, alimentar as pessoas se tornou algo secundário. Não admira vermos múltiplas crises, tais como o crescimento do custo dos alimentos, crescimento da obesidade, junto à malnutrição e fome.

O grande desafio com o qual precisamos nos deparar é percebermos o principal objetivo dos sistemas alimentares, que é suster a vida. A principal responsabilidade dos governos e dos homens de negócios é desenvolver políticas e práticas que atendam às necessidades alimentares de todos, em todo o mundo, ao mesmo tempo em que garantam a integridade e a sustentabilidade do planeta terra em si.

Cultivar, preparar e comer boa comida é um imperativo ecológico, e, como Thomas Morus muito bem pontua, a comida é mais do que apenas o combustível para o corpo; ela é fonte para a nossa nutrição espiritual, social, cultural e física.

As pessoas perguntam: “O que eu posso fazer para combater o aquecimento global, a degradação ambiental e as injustiças sociais?” A resposta dada por Thomas Morus e outros escritores é: “Vamos começar pela comida: vamos comer alimentos locais, orgânicos, sazonais e deliciosos. Vamos lidar com os alimentos com as nossas próprias mãos, e não deixar a sua produção apenas nas mãos das corporações.”

O ato de comer o alimento apropriado é parte da solução dos problemas de aquecimento global e fome. A comida é um microcosmo de um macrocosmo. Quando nós observamos as movimentações econômicas por trás dos alimentos vemos imediatamente a influência das corporações multinacionais, que transformam comida em produto, onde, da engenharia genética das sementes ao cultivo, o controle passou do homem do campo e dos agricultores para administradores e engenheiros. Se nos preocupamos com a agricultura industrial, agronegócio, terras cultiváveis, erosão do solo, crueldade com os animais, fast foodsfatty (gordurosas) foods, ou ainda, “não-foods“, temos que olhar para o nosso prato e o que esta nele. A comida em nossa dispensa e na nossa cozinha esta conectada com as mudanças climáticas, com a pobreza, bem como com a nossa própria saúde.

Uma reflexão profunda sobre o que comemos pode nos levar à reforma agrária, mercados de agricultores, Jardins OperáriosSlow Food, comida artesanal, permacultura, agricultura florestal e muito mais. Nós devemos transformar nossa relação com a comida como um primeiro passo em direção às transformações sociais, econômicas e políticas. O pessoal e o político são dois lados da mesma moeda, nós não podemos manifestar um sem o outro. Quando nós começamos no plano pessoal e caminhamos em direção ao político, então há integridade no que falamos, fazemos e pedimos para que os outros façam. É claro que não podemos parar na vida pessoal. Nós precismos nos comunicar, organizar e construir um movimento popular que pressione governos e empresas a efetuarem mudanças.

Será que estamos prontos pra “por a mão na terra”? Temos tempo para assar nosso próprio pão e compartilhar nossas refeições em companhias agradáveis? Se nós não temos tempo para cozinhar e comer adequadamente, então nós não temos tempo para viver. Como Molière disse: 'É boa comida, não boas palavras que me mantem vivo'."

 

Pensando EAN

Pensando EAN é um espaço para reflexões e citações sobre diversos temas relacionados à Comida, Cultura e Educação Alimentar e Nutricional. O texto dessa semana é de Satish Kumar, pacifista indiano e fundador da Schumacher College. 



postado por Marina Morais Santos em Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014

Neste mês, o "Pensando EAN" está trazendo reflexões de quem entende e vive a EAN relacionada ao Direito Humano à Alimentação Adequada.

A convidada de hoje é a nutricionista Denise Oliveira, coordenadora do Núcleo de Segurança Alimentar e Nutricional do Centro-Oeste em parceia com o MCT-FINEP-UnB e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), que respondeu a seguinte pergunta: 

Como a EAN pode ser uma estratégia para a promoção do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA)?

"Todos os dias quando criamos e cozinhamos nossa comida, juntamos todos os conhecimentos relacionados a nossa escolha alimentar numa panela. A EAN como estratégia de promoção do DHAA representa a garantia de sermos sujeitos de nossa alimentação; de nos apropriarmos de nossos conhecimentos e experiências pela incorporação do gosto e paladar, das emoções, da espiritualidade e da nossa cultura".



postado por Marina Morais Santos em Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014

Esse mês, na Rede Ideias na Mesa, vamos abordar o tema do Direito Humano à Alimentação Adequado (DHAA). Para enriquecermos ainda mais a nossa discussão, convidamos especialistas e profissionais na área para responder a seguinte pergunta: 


"Como a Educação Alimentar e Nutricional pode ser usada como estratégia para a promoção do DHAA?"
 
A nutricionista do Núcleo de Alimentarção e Nutrição de Teresina-PI, Theonas Pereira, nos respondeu o seguinte: 
 
"A EAN contribui na garantia do DHAA na medida em que ela é compreendida como uma ação complexa que considera a história de vida, o meio social, as influências das escolhas alimentares, as limitações biológicas do indivíduo e o acesso à alimentação. Esse olhar ampliado da alimentação e nutrição contribui para a autonomia das pessoas no sentido de apoderá-las na compreensão, exigência e busca de uma alimentação adequada e saudável. "

E pra você, qual a sua opinião?




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