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Posts Relacionados com a(tag):Guia Alimentar

postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Quinta-feira, 23 de Junho de 2016

Você conhece as principais recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira?

Na atualidade, a dinâmica de acesso à informação mais usada e que pode ser uma boa ferramenta didática, são os recursos audiovisuais compartilhados na rede. Pensando nisso, o [Mais que Ideias] de hoje juntou alguns vídeos explicativos e divertidos sobre os principais pontos do Guia.

Tendo por pressupostos os direitos à saúde e à alimentação adequada e saudável, o Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado em 2014, apresentou diretrizes alimentares oficiais para a nossa população, visando às transformações sociais vivenciadas pela sociedade brasileira, que impactaram sobre suas condições de saúde e nutrição, nos últimos tempos. A edição do guia passou por um processo de consulta pública, que permitiu o seu amplo debate por diversos setores da sociedade e orientou a construção da versão final.

O Guia mostra que a alimentação adequada e saudável é um direito humano básico que envolve a garantia ao acesso permanente e regular, de forma socialmente justa, a uma prática alimentar adequada aos aspectos biológicos e sociais do indivíduo e que deve estar em acordo com as necessidades alimentares especiais; ser referenciada pela cultura alimentar e pelas dimensões de gênero, raça e etnia; acessível do ponto de vista físico e financeiro; harmônica em quantidade e qualidade atendendo aos princípios da variedade, equilíbrio, moderação e prazer; e baseada em práticas produtivas adequadas e sustentáveis.

O documento configura-se também como instrumento de apoio às ações de educação alimentar e nutricional no SUS e também em outros setores, considerando os múltiplos determinantes das práticas alimentares e a complexidade e os desafios que envolvem a conformação dos sistemas alimentares atuais.

Fontes dos Vídeos:

1)Nesse vídeo, produzido pelo jornal digital NEXO, se faz uma análise das práticas alimentares atuais do brasileiro, utilizando um design bem instrutivo e aplicando as categorias de alimentos e princípios de uma alimentação saudável presentes no Guia.

2)O Canal do Campo à Mesa, que produziu esse vídeo explicativo, tem como objetivo tornar visível, clara e compreensível a verdade sobre os alimentos, e usa o Guia como principal referência.

3)Essa animação, produzida pelo Senado Federal, engloba todos os dez principais passos para uma alimentação saudável, como a importância da comensalidade e do ato de cozinhar, o apoio à feiras de produtores locais, o olhar crítico ao marketing alimentício, entre outros.  

4)E por último, uma divertida paródia musical produzida por estudantes de Nutrição da USP, pra aprender sobre o Guia dançando. 

E você, já produziu algum vídeo criativo envolvendo Educação Alimentar e Nutricional ou Direito Humano à Alimentação Adequada? Se sim, compartilhe conosco!



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2016

Que tal iniciarmos 2016 com mais uma experiência incrível de EAN?!

O Ideias na Mesa está voltando com tudo neste ano na busca de fortalecer ainda mais a Educação Alimentar e Nutricional por todo o país com as experiências cadastradas em nossa rede.

Dessa forma, temos hoje na coluna [Você no Ideias] a Gincana da Alimentação Saudável realizada no município de Capitão no Rio Grande do Sul pela parceria da Emater e Ascar.

A Gincana foi desenvolvida com as/os alunas (os) da Escola Municipal visando motivá-las (os) e a fim de compreender alguns conceitos de alimentação saudável, visto que o município possui uma alta prevalência de excesso de peso.

E por meio da Gincana da Alimentação Saudável o objetivo foi aliar a Educação Alimentar e Nutricional de forma lúdica e com interação.

 

A Gincana contou com várias atividades e ao final foi as/os alunas (os) assistiram um pequeno vídeo sobre o Guia Alimentar Para a População Brasileira (https://www.youtube.com/watch?v=rDQv4IJMhT0) e a equipe vencedora foi premiada com um squezze de água. 

Confira toda a Gincana aqui

Veja aqui as instruções da Gincana da Alimentação Saudável!


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Ana Paula Gorgen, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil! 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Segunda-feira, 23 de Novembro de 2015

Seguindo uma das recomendações do novo Guia Alimentar da População Brasileira, que incentiva o consumo de alimentos in natura o [Você no Ideias] apresenta uma experiência realizada pela Secretaria Municipal de Educação de Vitória – ES.

A ação de EAN foi realizada com o objetivo de apresentar para as crianças a diversidade de frutas existente em sua forma mais saudável e seguindo a recomendação do novo Guia Alimentar: na forma in natura.

 

A iniciativa foi motivada pelo cenário alimentar das crianças que rejeitam ou desconhecem algumas frutas que são servidas durante a alimentação escolar.

Por meio de diálogos simples e didáticos, além de dinâmicas em grupo, a proposta foi apresentada para as crianças a fim de despertar o conhecimento de formas, tamanhos, texturas, odores, sabores e cores das mais diferentes frutas.

 

No final você ainda pode conferir na biblioteca da experiência alguns vídeos que mostram a reação das crianças durante toda a ação e em contato com as respectivas frutas.

E aqui você confere e experiência completa.


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2015 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Juliana Pizzol Organo, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil! 



postado por Equipe Ideias na Mesa em Quinta-feira, 30 de Abril de 2015

caixa d frutas A partir do texto “Novo guia alimentar para a população brasileira e as repercussões na Formação do Nutricionista em Educar”, postado dia 18.03.15, continuamos a sugerir atividades que nossos alunos possam construir abordando cada um dos tópicos destacados. Como sugestão de atividade de EAN que pode ser desenvolvida a partir do segundo tópico do texto (O sistema alimentar atual deve ser avaliado, em diferentes realidades, debatido em sala de aula e repensado pelos alunos e professores no contexto da sustentabilidade), tem-se:

Sugestões de atividades a serem desenvolvidas para o público infantil:

Podemos utilizar o conceito dos sistemas alimentares para trabalhar a temática “neofobia alimentar” em pré-escolares, por exemplo. Percebemos que a neofobia alimentar tem ligação com a falta de conhecimento e/ou interação com os alimentos, portanto podemos propor uma atividade cooperativa entre as crianças que forme ao final um grande painel (unido pelas partes de um quebra-cabeça) para explicar o desafio “Como a cenoura chega em nossa casa?”. Para tal, o moderador deverá distribuir várias peças gigantes de um quebra-cabeça e solicitar que duplas/trios de crianças representem cada etapa do sistema alimentar, destacando o que deve ser feito de melhor para não estragar os alimentos produzidos pela mãe terra. Depois da construção, os alunos podem ser convidados a preparar alguma receita com o alimento trabalhado e este pode ser degustado pelos que se interessarem. Como dica, seria interessante que este alimento fosse disponibilizado frequentemente no cardápio, para aumentar a probabilidade de experimentação do mesmo ao longo dos dias. Seria interessante também que a cor e a palavra do alimento fossem trabalhadas transversalmente durante a semana.

Sugestões de atividades a serem desenvolvidas em ambulatório:

Propor uma reflexão com pacientes sobre os sistemas alimentares atuais e seus impactos para a saúde e meio ambiente. Como o acesso à internet está cada vez maior entre a população brasileira, podem ser sugeridos que assistam vídeos como “O veneno está na mesa” para posterior discussão. Em outras oportunidades pode-se orientar o paciente a procurar feiras orgânicas perto de sua residência, acessando o site do IDEC e também estimula-lo a fazer mini hortas caseiras para temperos e ervas. Conversar sobre esta temática pode desenvolver um senso crítico e uma maior mobilização em busca da garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada, pois acreditamos que um indivíduo empoderado pode disseminar práticas e conhecimentos aos que lhe cercam.

capa guia cor Acesse também: 

- Novo guia alimentar para a população brasileira e as repercussões na Formação do Nutricionista em Educar

- Escolha Alimentar em foco: Sugestão de atividades com indivíduos e coletividades baseadas no Guia Alimentar


 

Imagens retiradas do Guia Alimentar para a População Brasileira (2014)


 



postado por Maína Pereira em Quinta-feira, 09 de Abril de 2015

guia

A partir do texto “Novo guia alimentar para a população brasileira e as repercussões na Formação do Nutricionista em Educar”, postado dia 18.03.15, pensamos em sugerir atividades que nossos alunos possam construir abordando cada um dos tópicos destacados. Como sugestão de atividade de EAN que pode ser desenvolvida a partir do primeiro tópico do texto (A escolha alimentar deve ser pelos alimentos locais e culturais, tendo como base práticas promotoras da saúde para o completo bem-estar físico, social e mental), tem-se:

- Em coletividades: Realização de uma roda de diálogo sobre cultura alimentar tentando resgatar com os participantes quais alimentos os remetem à identidade alimentar e quais os alimentos locais mais apreciados pelo grupo.

  • Para garantir um bem estar físico: Estimular a busca por informações sobre a sazonalidade de cada alimento e a construção de um mural/panfleto para orientar a escolha de compra e colheita de alimentos no período mais apropriado. Estimular o consumo de alimentos orgânicos e a construção de uma horta comunitária. Na impossibilidade de adoção destas medidas, explicar que o consumo de alimentos “de época” provavelmente trará menos agrotóxicos para o corpo. Propor um “passeio à feira” para orientar o grupo a selecionar os alimentos e debater sobre a cadeia produtiva dos mesmos. Ao retornar, criar uma oficina de higienização e acondicionamento de alimentos;
  • Para garantir um bem estar social e mental: propor a realização de concursos de receitas que utilizem alimentos locais e culturalmente aceitos pela comunidade, ou que resgatem a cultura alimentar, e se possível, realizar oficinas culinárias para o aprimoramento destas receitas, tentando torna-las ainda mais nutritivas adicionando ingredientes naturais comprados nas feiras ou reduzindo alguns ingredientes processados/ultraprocessados.

- Em ambulatório:

  • Para garantir um bem estar físico: Estimular os pacientes a descobrirem os determinantes atuais de suas escolhas alimentares e auxilia-los no entendimento que muitas vezes a pressão social e econômica influencia na perda gradativa da identidade cultural da alimentação. Estimular o resgate desta cultura alimentar e a busca pela aquisição de alimentos em feiras, preferencialmente feiras orgânicas, valorizando a produção local de alimentos e um consumo ambientalmente sustentável.
  • Para garantir um bem estar social e mental: Estimular a elaboração conjunta de refeições tradicionais de família, em família ou com amigos, mobilizando o envolvimento de todos, como uma opção de lazer alternativa ao famoso “sair para comer fora”. Propor que se faça um rodízio deste evento na casa de todos os participantes.
refeicao companhia
Imagens retiradas do Guia Alimentar para a População Brasileira (2014)



Texto elaborado pela Equipe Ideias na Mesa


postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 08 de Abril de 2015

Guia traz 10 novas regras para uma alimentação saudável

Comer alimentos frescos, cozinhar sua própria comida e fazer suas refeições em companhia de amigos estão entre as dez novas regras para uma alimentação saudável, publicadas no Guia Alimentar para a População Brasileira, editado pelo Ministério da Saúde. O manual foi considerado o melhor do mundo na área de educação alimentar pelo Vox, principal jornal eletrônico dos Estados Unidos. As dicas foram tema do Especial cidadania da última terça-feira (7) do Jornal do Senado. Veja nesta animação as dez regras.



postado por Ideias na Mesa em Quarta-feira, 18 de Março de 2015

Por Equipe Ideias na Mesa

capa O novo Guia alimentar para a População Brasileira foi lançado pelo Ministério da Saúde em outubro de 2014. A análise dos dez passos aponta as responsabilidades que o indivíduo deve ter para praticar uma alimentação adequada e saudável.

Atualmente, considera-se o conceito de Alimentação Adequada e Saudável como a prática alimentar apropriada aos aspectos biológicos e socioculturais dos indivíduos, bem como ao uso sustentável do meio ambiente. Ou seja, deve estar em acordo com as necessidades de cada fase do curso da vida e com as necessidades alimentares especiais; referenciada pela cultura alimentar e pelas dimensões de gênero, raça e etnia; acessível do ponto de vista físico e financeiro; harmônica em quantidade e qualidade; baseada em práticas produtivas adequadas e sustentáveis com quantidades mínimas de contaminantes físicos, químicos e biológicos.

Neste sentido, o Guia também indica desdobramentos na formação dos profissionais de saúde, em particular dos nutricionistas e na prática profissional. Certamente, ele também aponta para oportunidades de trabalhos pedagógicos na disciplina de Educação Alimentar e Nutricional. Destacamos e comentamos aqui alguns trechos do Guia e que podem auxiliar os professores, estudantes e nutricionistas:

- A escolha alimentar deve ser pelos alimentos locais e culturais, tendo como base práticas promotoras da saúde para o  bem-estar físico, social e mental.

Isto contribui para a ampliação do sentido do alimentar-se, que não pode ser entendido meramente como aporte de nutrientes para prevenir doenças. A busca pelo que se denomina bem-estar inclui elementos que ultrapassam a dimensão individual e requer medidas de natureza estrutural. Por exemplo, a ampla disponibilidade de alimentos locais requer medidas que promovam não somente a produção, mas o abastecimento e acesso dos indivíduos a estes alimentos.

- O sistema alimentar atual deve ser avaliado, em diferentes realidades, debatido em sala de aula e repensado pelos alunos e professores no contexto da sustentabilidade.

O Sistema Alimentar (ou os Sistemas Alimentares) é raramente abordado na formação profissional. Aspectos relacionados aos modelos de produção de alimentos, abastecimento e comercialização, por exemplo, não são tratados como determinantes das condições alimentares da população e indivíduos. O mesmo ocorre com as repercussões ambientais do modelo de produção e consumo e as consequências previstas das mudanças climáticas na produção de alimentos. Incorporar estes aspectos na prática profissional do nutricionista é um desafio atual e deve estar presente na disciplina de EAN.

- O comportamento alimentar individual e coletivo se apresenta como elemento chave para a autonomia no processo de escolha dos alimentos.

Assim, as ações educativas deverão ser construídas,de maneira articulada com os diferentes saberes entre indivíduos, comunidade local e o nutricionista. Esta articulação se inicia durante a formação, sendo fundamental que o estudante vivencie ativamente a construção do seu conhecimento para que possa planejar e executar ações, tendo como base os diferentes determinantes do comportamento alimentar dos indivíduos e comunidades.

- O valor da cozinha tradicional e local.

O resgate das experiências culturais com a comida e os padrões tradicionais da alimentação, transmitidos de geração em geração são bases importantes para o planejamento de ações que visem a promoção da alimentação saudável e adequada. Desta feita, em sala de aula, é uma ótima alternativa refletir sobre as cozinhas locais e tradicionais como prática da educação popular local, para que seja valorizada enquanto patrimônio cultural e condição de autonomia dos sujeitos. Quem cozinha tem maiores condições de determinar a qualidade da sua alimentação.

- A valorização da autonomia dos sujeitos na prática alimentar saudável e adequada.

Este é o grande desafio não apenas do Guia mas da promoção da alimentação saudável em si. A intersecção entre os determinantes individuais e estruturais da alimentação resultam em um quadro complexo. O capítulo “Compreensão e superação de obstáculos” (p.103), introduz esta complexidade não apenas para os indivíduos que querem adotar uma alimentação saudável mas também a urgência de se fortalecer a formação e a prática dos profissionais considerando estes aspectos.

p103

 

Diante destes elementos, esta edição de 2014 do Guia é um elemento mobilizador para o planejamento pedagógico da disciplina de EAN. Estudantes e professores de nutrição deverão conhecer as realidades alimentares locais e valorizá-las como resultado de processos econômicos, sociais e culturais. Além disso devem buscar, juntamente com os diferentes sujeitos sociais, inovações no aprender a comer, como um processo vivo e constante na vivência humana, tendo como elo central a cozinha.




postado por Luiza Lima Torquato em Quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

Como divulgado em nossa Rede (clique aqui para ver), na semana passada foi lançado o novo Guia Alimentar para a População Brasileira!

A nova edição do documento considera que a alimentação é muito mais que ingestão de nutrientes, que uma alimentação saudável deriva de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustenta?veis e que o acesso a informações confiáveis contribui para que pessoas, famílias e comunidades ampliem a autonomia para fazer escolhas mais saudáveis.

Em uma linguagem simples e democrática, ele apresenta algumas recomendações básicas para uma alimentação mais saudável: coma comida de verdade (mais alimentos in natura e menos produtos ultraprocessados), com regularidade, tempo, atenção e em ambientes apropriados! Cozinhe! Compatilhe refeições e habilidades com pessoas queridas! Desconfie de quem te vende meias verdades! Aprenda, ensine e torne-se mais independente. 

Francine Lima, do canal Do Campo à Mesa, fez um vídeo que resume essas ideias. Vale a pena conferir e mergulhar nessa forma mais abrangente de pensar no que comemos. 
 



postado por Lucas Ferreira em Quarta-feira, 05 de Novembro de 2014

Uma das iniciativas federais para promover a alimentação saudável é o Guia Alimentar para a população brasileira. O conjunto de orientações gerais, aplicáveis para toda a população de forma prática e simples, atende grande parte das demandas dos agentes que promovem ações de Educação Alimentar e Nutricional: ter uma referência e um apoio para escolhas alimentares adequadas e saudáveis.

capa inteira guia alimentar

A equipe da CGAN-MS (Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde) divulgou em sua página o objetivo principal do novo Guia:

"O Guia tem como objetivo apoiar os indivíduos para escolhas alimentares adequadas e saudáveis. Redigido em linguagem que procura ser acessível a todos, o Guia Alimentar se dirige às pessoas e às famílias diretamente, e também a profissionais de saúde, educadores, agentes comunitários e outros trabalhadores cujo ofício envolve a promoção da saúde da população. Almeja-se que ele seja utilizado nas casas das pessoas, nas unidades de saúde, nas escolas e em todo e qualquer lugar onde atividades de promoção da saúde tenham lugar, como centros comunitários e centros de referência de assistência social."  

O Brasil possui um guia sobre alimentação desde 2006, elaborado com porcionamentos de cada grupo de alimentos e orientações de consumo de grupos de alimentos específicos, como os das frutas e hortaliças. O guia atual possui uma nova abordagem que propõe o aumento do consumo de alimentos in natura e mudança de hábitos em relação à alimentação, segundo as seguintes recomendações centrais que visam uma alimentação saudável: 

• Faça de alimentos in natura ou minimamente processados, em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, a base de sua alimentação. 

• Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias.  

• Limite o uso de alimentos processados, consumindo-os, em pequenas quantidades, como ingredientes de preparações culinárias ou como parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados. 

• Evite alimentos ultraprocessados.  

• A regra de ouro que facilita o atendimento das quatro recomendações é simples e prática: prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados.  

Além disso, o novo Guia tem Os Dez Passos para uma Alimentação Saudável reformulados de acordo com a nova proposta. Dá uma olhada:

dezpassos1

dezpassos2

dezpassos3


Confira aqui a versão completa do guia e compartilhe com seus amigos e colegas de profissão!



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