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postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 06 de Fevereiro de 2017

A experiência de hoje foi conduzida por graduandos de Nutrição da Universidade Federal de Campina Grande e aplicada em uma escola municipal da região. O objetivo foi promover saúde através de uma semana com atividades relacionadas à Alimentação Adequada e Saudável envolvendo os escolares, extensionistas e professores da escola.

O público alvo da experiência foram os alunos do pré I da educação infantil ao 5° ano do ensino fundamental I. As atividades foram realizadas durante cinco dias, e contaram com o apoio e contato prévio da direção da escola e de alunos voluntários do curso de Nutrição. As intervenções foram planejadas com base nos parâmetros curriculares nacionais para educação infantil e ensino fundamental e o guia alimentar para a população brasileira.

No primeiro momento, foi realizada uma fase de diagnóstico a partir do diálogo com as crianças para verificar o entendimento delas relativo à alimentação saudável. Após este contato inicial, os membros do projeto produziram cartazes realizados juntamente com os alunos e professores, e trataram de temáticas como alimentação saudável, comida de verdade, alimentos processados e ultraprocessados. No dia seguinte, foi realizada uma sessão "Cine Saudável" com a exibição do filme Nutriamigos seguido de uma conversa mais descontraída sobre alimentação saudável. Uma outra atividade de conteúdo mais lúdico foi a "contação de histórias" utilizando o livro "Repasto Literário", já compartilhado como experiência aqui no Ideias.

     

A semana contou ainda com um componente de avaliação do estado nutricional das 128 crianças  e terminou com um piquenique ao ar livre entre todos os profissionais e alunos envolvidos. Durante esse momento de confraternização, também foi explorada a comensalidade com alimentos in natura.

Em relação aos resultados observados após a implementação da semana, foi constatada um interação positiva entre os educadores, coordenadores da escola e o público infantil confirmada com mais de 90% de respostas das crianças afirmando que "gostaram ou adoraram" as atividade da semana.      

Para ler a experiência na integra e conferir mais fotos acesse aqui.     


Em 2017 vamos continuar valorizando as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Iara Matos, você pode ter a oportunidade divulgar uma experiência aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!

    



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 03 de Outubro de 2016

A experiência de hoje evidência atividade de educação alimentar e nutricional realizada por estudantes do curso técnico de nutrição com pré-escolares do Centro Educacional de Japaratuba/SE.

O objetivo da atividade foi trazer aos escolares conceitos sobre uma alimentação saudável de maneira lúdica e com linguagem acessível a faixa etária. Para tanto, o grupo realizou uma visita na escola para ter um primeiro contato na fase de diagnóstico, e posterior a este momento, foram elaboradas quatro etapas com as crianças.

Na primeira delas, a equipe promoveu uma apresentação de teatro com fantoches mostrando os benefícios de uma alimentação saudável e os malefícios do consumo de alimentos ultraprocessados. Frutas, vegetais assim como alimentos processados foram utilizados como personagens para captar a atenção do público e dialogar sobre alimentação. A atividade seguinte juntou a explicação dos benefícios do consumo de alimentos saudáveis com oficinas de desenhos para que as crianças fixassem os conteúdos de maneira visual.         

Na terceira etapa as crianças foram vendadas e colocadas a provar alimentos explorando os sentidos do tato, olfato e paladar em atividade denominada TOP. Nesta etapa também foram passadas informações sobre a importância de higienizar as mãos. Durante a quarta e última etapa as crianças vestiram avental e toucas e foram orientadas a montar um espetinho saudável provando frutas inclusive que algumas delas nunca tinham tido contato.

O grupo de nutricionistas que conduziu as atividades de educação alimentar e nutricional observou uma grande adesão por parte das crianças que se mostraram interessadas principalmente com as atividades de fantoches e na parte sensorial TOP. Eles relataram que os escolares tiveram ações positivas incluindo expressões não verbais e outras manifestações como o relato de provar alimentos pela primeira vez.  

       


 

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Segunda-feira, 16 de Maio de 2016

Que tal transmitir conhecimentos acerca de costumes alimentares indígenas e de alimentos regionais de forma lúdica para escolares? A experiência de hoje vem do Centro Educacional da Primeira Infância (CEPI) em Sobradinho – Distrito Federal, e propõem uma atividade com este propósito.

O objetivo além da transmissão de conhecimento ao público infantil, foi incentivar o consumo de alimentos presentes em nossa cultura como o milho e a mandioca. Com o intuito de aumentar o interesse e criar o ambiente lúdico, foi contada primeiramente a lenda da mandioca para o público formado por crianças de até 6 anos de idade.

 A lenda conta a história da pequena índia chamada “Mandi” que faleceu ainda na infância e foi enterrada por seus pais dentro da oca, como de costume em sua tribo. Poucos dias depois começou a brotar uma planta que tinha a raiz marrom por fora e branca por dentro da cor da pequena Mandi. Em sua homenagem e juntando a simbologia da oca, foi dado ao tubérculo o nome de “mandioca”.

Após a contação de história, a nutricionista que coordenou a atividade usou uma mandioca de verdade como fantoche, enfeitada com olhos e boca, para “conversar” com as crianças e aprofundar a atividade. Para a colação das crianças foi servido milho na espiga e mandioca cozida com o intuito de encerrar a atividade de uma forma que as crianças não apenas conhecessem, mas também provassem os alimentos.       

Como resultado da atividade, foi relatada uma alta adesão do público infantil em virtude do momento lúdico da contação de história e mais ainda por conta da interação com o fantoche da mandioca in natura. Em relação ao lanche, a aceitação do milho e da mandioca foi praticamente total. Também foi observada uma maior aceitação de verduras durante o almoço. 

Confira a experiência completa neste link.


Você no Ideias na Mesa!     

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Débora Castilho, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!

 

 



postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 13 de Abril de 2016

A escola é uma instituição responsável pela formação de pessoas que estão em processo de desenvolvimento. Todos que estão ali (professores, funcionários, alunos, pais, donos (as) de cantinas), que formam a comunidade escolar, precisam estar envolvidos com o processo educativo, porque a vida, a saúde e a preparação de um futuro melhor e mais saudável para nossas crianças e jovens é uma responsabilidade não só do Estado ou da família, mas de todos nós.

E a escola também tem o papel de educar a criança para que ela se torne um cidadão crítico, que saiba fazer escolhas adequadas e de forma responsável, inclusive as escolhas alimentares.

É neste ambiente de educação que também se encontra a Cantina Escolar, a quem cabe também um papel ativo muito importante como estimuladora de hábitos alimentares saudáveis e influenciadora na formação do indivíduo, dentro do ambiente escolar.

Sendo assim, o [Biblioteca do Ideias] vem destacar o “Manual das Cantinas Escolares Saudáveis: Promovendo a alimentação saudável”. O Manual foi elaborado pela Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde em parceria com o Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição (OPSAN).

 

Ele tem por objetivo principal apoiar a transformação de cantinas não saudáveis, passando de forma clara e simples, informações sobre a importância da alimentação e nutrição, bem como estratégias de implantação da cantina saudável.

O Manual é um guia para todos(as) donos e donas de cantinas escolares que queiram transformar seus estabelecimentos em locais para a promoção da alimentação saudável. Nele contém informações fundamentais sobre Alimentação e Nutrição: o que é um lanche saudável e como promovê-lo; orientações sobre normas de higiene; estratégias e sugestões de um cronograma para implantar a cantina saudável, dentre outras.

A publicação é também a apostila utilizada pelo curso online: Cantinas Escolares Saudáveis - promovendo a alimentação saudável, disponibilizado pela Rede de Alimentação e Nutrição do Sistema Único de Saúde - RedeNutri. O curso, assim como o manual, é voltado para donos de cantinas e demais integrantes da comunidade escolar e tem por finalidade a reflexão sobre o papel que a cantina pode ter na promoção da alimentação adequada e saudável no ambiente escolar.

 

Quer saber mais?

Confira o manual completo em nossa Biblioteca! E para acessar o curso online da Redenutri clique aqui!

Além do Manual e do curso da redenutri, há também o site - Cantina saudável: http://www.cantinasaudavel.com.br/

 



postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 23 de Setembro de 2015

O [Biblioteca do Ideias] hoje vem destacar o artigo cientifico “As cantinas escolares do Distrito Federal, Brasil e a promoção da alimentação saudável, escrito por Erika Blamires Santos Porto e colaboradores. O artigo teve por objetivo caracterizar as cantinas escolares do Distrito Federal em relação à promoção da alimentação saudável no ambiente escolar.

O estudo verificou uma maior prevalência de gestão terceirizada, poucos funcionários e nutricionistas, além de maior oferta de salgados assados com embutidos, queijo ou frango. Observou-se que 42,2% das escolas interferem na oferta das cantinas, e 58,6% dos representantes acreditam na possibilidade de influenciar os hábitos alimentares dos alunos. Entretanto, 68,0% não acreditam na viabilidade econômica de cantinas totalmente saudáveis. Cerca de um terço desses representantes realizam atividades de promoção da alimentação saudável.

A autora concluiu, através da pesquisa realizada, que a maioria das cantinas escolares do Distrito Federal não é espaço facilitador da alimentação saudável. A alta prevalência de gestão terceirizada, com pouca interferência da comunidade escolar, dá ao proprietário da cantina grande autonomia e possibilita a priorização da busca pelo lucro em detrimento da educação alimentar dos escolares.

“Melhorar a qualidade nutricional da alimentação escolar deve ser um esforço contínuo de interação entre fornecedores, diretores, alunos, pais e governantes.”


Acesse a Biblioteca do Ideias e leia o artigo na íntegra!

Saiba mais sobre Educação Alimentar e Nutricional por meio de vários artigos científicos, publicações, cursos e vídeos, compartilhados através da Biblioteca do Ideias! Não deixe de conferir esse rico acervo!



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