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postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 23 de Setembro de 2015

O [Biblioteca do Ideias] hoje vem destacar o artigo cientifico “As cantinas escolares do Distrito Federal, Brasil e a promoção da alimentação saudável, escrito por Erika Blamires Santos Porto e colaboradores. O artigo teve por objetivo caracterizar as cantinas escolares do Distrito Federal em relação à promoção da alimentação saudável no ambiente escolar.

O estudo verificou uma maior prevalência de gestão terceirizada, poucos funcionários e nutricionistas, além de maior oferta de salgados assados com embutidos, queijo ou frango. Observou-se que 42,2% das escolas interferem na oferta das cantinas, e 58,6% dos representantes acreditam na possibilidade de influenciar os hábitos alimentares dos alunos. Entretanto, 68,0% não acreditam na viabilidade econômica de cantinas totalmente saudáveis. Cerca de um terço desses representantes realizam atividades de promoção da alimentação saudável.

A autora concluiu, através da pesquisa realizada, que a maioria das cantinas escolares do Distrito Federal não é espaço facilitador da alimentação saudável. A alta prevalência de gestão terceirizada, com pouca interferência da comunidade escolar, dá ao proprietário da cantina grande autonomia e possibilita a priorização da busca pelo lucro em detrimento da educação alimentar dos escolares.

“Melhorar a qualidade nutricional da alimentação escolar deve ser um esforço contínuo de interação entre fornecedores, diretores, alunos, pais e governantes.”


Acesse a Biblioteca do Ideias e leia o artigo na íntegra!

Saiba mais sobre Educação Alimentar e Nutricional por meio de vários artigos científicos, publicações, cursos e vídeos, compartilhados através da Biblioteca do Ideias! Não deixe de conferir esse rico acervo!



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 16 de Setembro de 2015

O Instituto Sociedade, População e Natureza – ISPN é uma organização não governamental que atua na área socioambiental, com o objetivo de viabilizar o desenvolvimento econômico com maior equidade social e equilíbrio ambiental.

Dessa forma, o ISPN lançou o Guia de elaboração de pequenos projetos socioambientais para organizações de base comunitária, a publicação do [Biblioteca do Ideias] de hoje.

O guia é uma ferramenta de ajuda para as organizações que buscam autonomia na elaboração de seus projetos socioambientais e assim possam viabilizar a melhoria da qualidade de vida de comunidades associadas ao uso sustentável da biodiversidade, como agricultores familiares, comunidades tradicionais e povos indígenas.

No guia é possível encontrar um passo-a-passo para a elaboração de projetos socioambientais e alguns capítulos temáticos que abordam a agroecologia, o desenvolvimento organizacional e comercialização.

 

 

Além disso, este guia é voltado para organizações que acreditam na importância do trabalho coletivo e atuam de forma a agregar a diversidade de pessoas envolvidas, na perspectiva da participação.

Confira o guia na integra aqui na [Biblioteca do Ideias].



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 09 de Setembro de 2015

A fome é um problema estrutural ou moral?

Essa é uma das perguntas que conduzem o documentário “Peraí, é nosso direito! ”, tema da [Biblioteca do Ideias] de hoje.

A produção foi feita entre os anos 2004 e 2006 com a direção de Renato Barbiéri e produzido pela Videografia em parceria com a ABRANDH nas comunidades de Sururu de Capote/AL e Vila Santo Afonso/PI.

O objetivo do projeto é de contribuir com o empoderamento das comunidades e apoiar ações para exigir e monitorar a realização de seus direitos humanos por meio de políticas públicas do Estado, em especial à alimentação adequada.

Destacam-se entre os personagens vários juristas, professores, nutricionistas e a própria população que refletem sobre a fome, a insegurança alimentar e nutricional que assolam essas comunidades e levantam algumas indagações sobre essas realidades:

“A alimentação adequada não quer dizer só o alimento em si, quer dizer todos os direitos humanos indivisíveis” -  Maria Santinha, moradora da comunidade Vila Santo Afonso/PI.

“A questão alimentar não é só questão de dieta, é uma questão de saneamento, de emprego, educação” – José Geraldo, professor e jurista.

Você pode conferir esse documentário completo em nossa [Biblioteca do Ideias].



postado por Equipe Ideias na Mesa em Quarta-feira, 02 de Setembro de 2015

 A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), é a publicação de destaque do [Biblioteca do Ideias] de hoje.

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) é uma pesquisa de base domiciliar, de âmbito nacional, com amostra de 80.000 domicílios em 1.600 municípios, realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A PNS fará parte do Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares (SIPD) do IBGE (SIPD, 2007) e deverá ter uma periodicidade de 5 anos. A pesquisa foi planejada para ser representativa para Brasil, Grandes Regiões, Unidades Federativas, Capitais, áreas urbanas e rurais.

A pesquisa é composta por três questionários: o relativo a todos os moradores do domicílio, o domiciliar que se refere às características do domicílio e o individual que é respondido por um morador de 18 anos e mais do domicílio, a fim de gerar dados para a pesquisa sobre as doenças crônicas não transmissíveis, aos estilos de vida, e ao acesso ao atendimento médico que se dão no domicílio.

No morador adulto selecionado, foram feitas aferições de peso, altura, circunferência da cintura e pressão arterial, bem como coleta de sangue para realização de exames laboratoriais para caracterizar o perfil lipídico, a glicemia e a creatinina plasmática, em sub amostra de urina para obter dados do consumo de sal. Se consentido, as amostras de sangue serão armazenadas, sem identificação dos sujeitos, para criação de soroteca.

Volume 1

Os primeiros resultados da PNS foram divulgados no dia 10 dezembro de 2014, com informações sobre doenças crônicas, estilos de vida (consumo alimentar, uso de álcool, atividade física e tabagismo) e percepção do estado de saúde física e mental, além de uma breve descrição da pesquisa, do plano de amostragem e a análise descritiva dos resultados.

A PNS investigou em seu Volume 1 os hábitos de consumo alimentar através de indicadores marcadores de padrões saudáveis e não saudáveis, sendo estes o consumo recomendado pela OMS de frutas, legumes e verduras e o consumo regular de feijão.

Volume 2 

O segundo volume da PNS foi divulgado no dia 02 de junho de 2015, ele traz informações sobre acesso e utilização de serviços de saúde; cobertura do Programa Saúde da Família; cobertura de plano de saúde; saúde bucal; acidentes de trânsito e violências; percepção de discriminação nos serviços de saúde; características dos domicílios; presença de cães e gatos no domicílio, vacinação de animais e dengue.

Volume 3

O terceiro volume da PNS, foi lançado recentemente, no dia 21 de agosto de 2015, nele possui informações sobre a saúde de crianças com menos de 2 anos de idade (consultas médicas, aleitamento materno, testes de diagnóstico precoce - pezinho, orelhinha e olhinho); de indivíduos de 60 anos ou mais, com a funcionalidade da pessoa idosa (atividades de vida diária e atividades instrumentais de vida diária, apoio social, cirurgia de catarata, vacinação contra a gripe); das pessoas com deficiência (física, auditiva, visual, intelectual); e saúde da mulher (exames preventivos, menarca e menopausa, planejamento familiar, contracepção), com módulo especial sobre o atendimento pré-natal e assistência ao parto (número de consultas, exames realizados, tipo do parto, peso ao nascer). 

O volume 3 também traz resultados de antropometria (déficit de peso, excesso de peso, obesidade e circunferência da cintura aumentada) e pressão arterial (abaixo do normal e elevada). E também alguns dados em relação à alimentação infantil, a pesquisa investigou quais alimentos eram dados às crianças e foi estimado que 60,8% das crianças com menos de 2 anos de idade comiam biscoitos, bolachas ou bolo, e que 32,3% tomavam refrigerante ou suco artificial.

 

 

E em relação á obesidade, a pesquisa traz que mais da metade da população brasileira está acima do peso:

 

                                              Fonte: Ministério da saúde

 

Você pode conferir toda a pesquisa na [Biblioteca do Ideias]: http://goo.gl/ufVD1W



postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 26 de Agosto de 2015

O [Biblioteca do Ideias] traz hoje, o artigo cientifico “Participação crescente de produtos ultraprocessados na dieta brasileira (1987-2009)”, escrito por Ana Paula Bortoletto Martins e colaboradores. O artigo traz a análise dos dados provenientes da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizadas no Brasil em 1987-1988, 1995-1996, 2002-2003 e 2008-2009. O objetivo principal do estudo foi estimar as tendências temporais do consumo domiciliar de itens alimentícios no Brasil, levando em conta a extensão e o propósito do seu processamento industrial.

“Produtos ultraprocessados possuem características peculiares que favorecem o consumo excessivo de energia, como sua frequente comercialização em grandes porções, sua hiperpalatabilidade, sua longa duração e facilidade de transporte, que facilitam o hábito de comer entre refeições e fazer lanches (snacking), além de sua agressiva promoção por meio de persuasivas estratégias de marketing.”

“Estudos em diferentes países mostram que o conjunto dos produtos prontos para o consumo, processados ou ultraprocessados, é mais denso em energia, tem maior teor de açúcar livre, sódio, gorduras totais e gorduras saturadas, e menor teor de proteínas e fibras quando comparados a alimentos in natura ou minimamente processados, combinados a ingredientes culinários.”

No artigo, além da análise da POF, discute-se também sobre a relação do aumento da produção e consumo de alimentos ultraprocessados com a atual pandemia de obesidade e de doenças e agravos não transmissíveis.

Acesse a Biblioteca do Ideias e leia o artigo na íntegra!

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postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 19 de Agosto de 2015

Hoje na [Biblioteca do Ideias] você pode conferir o “Guia para as pessoas que vivem com HIV/AIDS”, com 10 passos que podem melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, com foco em uma alimentação saudável e adequada.

O Guia foi elaborado pelo Ministério da Saúde e busca auxiliar no dia-a-dia das pessoas que vivem com HIV/AIDS trazendo informações sobre alimentação e nutrição que são essenciais para garantir qualidade de vida às essas pessoas.

Dentre esses passos alimentares saudáveis encontra-se o incentivo ao consumo de frutas, legumes e verduras todos os dias, além de enxergar a alimentação como uma atividade prazerosa, que pode ser desfrutada em companhia familiar, a redução do consumo de açúcar e sal, entre outros passos importantes.

Além desses passos em busca de uma qualidade de vida, o guia também traz algumas dicas de cuidados para conservar os valores nutritivos dos alimentos e também alguns cuidados com a higiene pessoal e dos alimentos.

Você pode conferir o guia na [Biblioteca do Ideias]



postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 12 de Agosto de 2015

No quadro de hoje apresentamos uma de nossas publicações, o livro Mais que Receitas. O título do material não se dá ao acaso, ele é fruto de um conteúdo leve, afetuoso e que transcende a receita restrita a instruções no papel.       

"Se comer é algo prazeroso, cozinhar é o ponto de partida. Esta publicação reúne 48 receitas e histórias de famílias de diferentes regiões do país para que todos possam desfrutar de uma experiência com a comida acolhedora e cheia de sentido."

O Mais que Receitas está dividido em 6 categorias, são elas: Pães e bolos, Carnes e peixes, Molhos e sopas, Lanches rápidos, Vegetarianas e Doces e sobremesas. Intercalado com as receitas, é possível encontrar relatos das pessoas que colaboraram enviando receitas para concretização do livro, evidenciando histórias e significados por trás das preparações.

Que tal testar um bolo novo e com um ingrediente diferente? Bolo de Banana com Casca é uma das receitas presentes no livro. Esta preparação além de ser muito saborosa (acredite, eu já provei e aprovei), é carregada de significados, confira:     

Para conferir esta receita na íntegra e conhecer outros relatos e o conteúdo completo do livro basta entrar na Biblioteca do Ideias e visualizar o material online e em pdf. 


 

 



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 05 de Agosto de 2015

A amamentação faz parte das interpretações culturais do ser humano e contêm traços de ideologias de afeto e emoção. Entretanto algumas perspectivas sociais, econômicas e culturais transformaram esse ato em algo regulável pela sociedade.

Todas as mudanças que aconteceram nas representações do papel da mulher na sociedade, sejam desde o ingresso no mercado de trabalho até a sua vida reprodutiva interferiram no ato de amamentar.

Surgiram inúmeras imposições socioculturais que levaram o desmame precoce acontecer rotineiramente entre as mulheres, tornando o ato em uma figura presente nas agendas de saúde publica e criou um novo mercado para as indústrias alimentícias, ao mesmo tempo em que culpabilizou as mulheres pelo desmame e seus efeitos na saúde das crianças.

Orlandi aponta como um dos fatores do declínio do aleitamento materno as mudanças da estrutura familiar na sociedade moderna urbana. Reforçando esse pensamento, o autor argumenta que a jovem mãe “não tem mais o apoio, a ajuda e o incentivo dos parentes mais velhos (avós, tias, irmãs, etc.), elementos facilitadores do aleitamento materno”.

Hoje existem vários programas e iniciativas que incentivam e buscam pensar a amamentação de outra forma, sem o reducionismo biológico da mulher e o modelo machista higienista presente nos anos 80, que não escutou as principais afetadas pelas políticas, as mulheres, como bem concluiu Orlandi:

“Seja como for, os seios, por muito tempo, despertarão um interesse político. Mas é preciso lembrar que eles pertencem às mulheres e que elas não são chamadas a opinar e a decidir na política do aleitamento materno desde o século 18. No século 20, os homens continuam cometendo os mesmos erros”.

Portanto busca-se um novo foco sobre o papel da mulher na amamentação, baseado no seu direito de amamentar ou não.

 O IBFAN é uma rede que traz essas iniciativas, que visa a promoção do aleitamento materno como direito daquelas mulheres que assim desejam amamentar.

O artigo “Amamentação: um híbrido natureza-cultura”  buscou trazer essa nova forma de pensar a amamentação, o papel da mulher, as vantagens de amamentar e a necessidade de construir um modelo que não determine biologicamente o ato de amamentar.

Veja o artigo completa em nossa biblioteca aqui: http://goo.gl/HUrDdW



postado por Ramon da Silva Rodrigues Almeida em Quarta-feira, 29 de Julho de 2015

Segundo dados da FAO, a agricultura é uma das atividades mais impactantes sobre o ambiente, em nível mundial, utilizando em torno de 80% da água doce disponível e provocando processos erosivos e contaminações ambientais em elevada escala.

Pensando nisso foi lançado um livro que relata e apresenta experiências de uma alternativa a esse modelo de produção agrícola predatório: a agrofloresta.

E a coluna do nosso blog [Biblioteca do Ideias] apresenta hoje essa publicação: Agrofloresta, ecologia e sociedade que reúne alternativas de vivências agroecológicas de agricultoras e agricultores ligados à cooperativa Cooperafloresta (Associação de Agricultores Agroflorestais de Barra do Turvo e Adrianopólis).

É possível encontrar no livro experiências e casos do reestabelecimento da relação agricultura com o meio ambiente, demostrando alternativas verdes e agroecológicas de produção como a agrofloresta, um sistema de produção sustentável que reestabelece a relação saudável e reequilibra a relação sociedade/meio ambiente, abordando aspectos pedagógicos com base nos saberes de Paulo Freire, uma ecologia dos saberes que dá voz à comunidade e até mesmo a relação da agrofloresta com a alimentação, como mediadora da nova relação sociedade/ambiente, entre outros.

 

Assim, a prática agroflorestal pode representar uma resposta ao desafio da conciliação entre a sustentabilidade na produção de alimentos e a sustentabilidade ambiental.

Você pode conferir esse livro completo na [Biblioteca do Ideias].



postado por Débora Castilho em Quarta-feira, 22 de Julho de 2015

O [Biblioteca do Ideias] hoje traz a publicação “Receitas Regionais para crianças de 6 a 24 meses”. A publicação tem por objetivo apresentar aos profissionais de saúde, aos pais, familiares e cuidadores das crianças de seis meses a dois anos preparações que possam ser oferecidas no almoço ou jantar, que sejam saudáveis, com preços acessíveis, saborosas, que utilizem e respeitem a identidade cultural e alimentar do Brasil, e, especialmente, contribuam para a promoção da saúde.

 

 

Nos primeiros anos de vida, a alimentação saudável é muito importante para o bom crescimento e desenvolvimento infantil e para a formação de hábitos alimentares saudáveis que contribuirão para a saúde durante toda a vida. O aleitamento materno exclusivo é recomendado até os seis meses de vida. A partir desta idade recomenda-se que seja complementado com alimentos saudáveis até os dois anos ou mais.

No entanto, o que oferecer às crianças a partir dos seis meses?

Como oferecer uma alimentação complementar que seja saudável e culturalmente aceita pelas famílias brasileiras?

A publicação traz vinte e cinco receitas com ingredientes que representam todas as regiões brasileiras. E o que se espera é ajudar as famílias brasileiras no preparo de refeições saborosas e na formação de um hábito alimentar saudável para as crianças.

Confira na Biblioteca do Ideias na Mesa a versão completa da publicação! Acesse aqui e compartilhe essa ideia!

 

 



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