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Posts Relacionados com a(tag):Agricultura Urbana

postado por Equipe Ideias na Mesa em Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2017


Proporcionar o abastecimento de alimentos orgânicos com processos e insumos sustentáveis, favorecer os circuitos curtos de comercialização e promover a segurança alimentar e nutricional são algumas das potencialidades da agricultura praticada dentro e nas redondezas das cidades.     

Agricultura Urbana e Periurbana (AUP) é um conceito multidimensional que pode, em linhas gerais, ser definido como o plantio de alimentos e criação animal no perímetro das cidades. A AUP é considerada um elemento para o desenvolvimento sustentável dos centros urbanos. Apesar de ser uma prática milenar, a agricultura urbana vem se reposicionando dentro das metrópoles principalmente a partir de 1990, fruto da expansão da população urbana e do êxodo rural. O tema é pauta de organismos internacionais como a FAO que tem promovido o tema e documentado experiências em diversas regiões, já que alternativas para produção de alimentos saudáveis dentro de sistemas com resiliência ambiental são de extrema relevância uma vez que a população nas cidades não para de crescer assim como os agravos resultantes das mudanças climáticas.  

A AUP se relaciona de forma direta com pelo menos três dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Milênio, como os ODS 2 "Fome Zero e Agricultura Sustentável"; ODS 11 "Cidades e Comunidades Sustentáveis"; e ODS 13 "Ação Contra a Mudança Global do Clima, e dialoga de maneira transversal com as outras agendas. Ela pode dar uma importante contribuição para segurança alimentar e nutricional, especialmente em regiões de desertos alimentares. O processo produtivo  da AUP é predominantemente realizado de forma coletiva, empoderando os grupos envolvidos, proporciona o consumo de alimentos saudáveis e pode gerar renda a partir da comercialização de alimentos frescos e com um menor custo.

A transformação de Detroit

A AUP proporciona que as pessoas se sensibilizem de maneira prática e direta com questões ambientais, assim como também podem ser locais de expressão e aprendizagem associados à produção de alimentos.

 Muitas vezes geridos coletivamente, esses locais tornam-se novos espaços de cidadania. Um exemplo exitoso é o que tem acontecido em Detroit. A cidade que já foi uma das mais importantes dos EUA, por abrigar sedes e grande parte da produção das principais montadoras americanas, Chrysler, Ford e General Motors, viu sua “Era de Ouro” chegar ao fim com a crise de 2008. Houve um grande êxodo e, em pouco tempo, a cidade quebrou. Detroit virou uma cidade fantasma. Hoje a cidade conta com diversos projetos que buscam transforma-la em um lugar mais saudável, seguro e verde através de projetos de agricultura urbana para recuperação dos espaços.

O projeto de recuperação, por meio da agricultura, foi iniciado em 2012 por iniciativa da ONG Michigan Urban Farming Initiative (MUFI). O cultivo conta com mais de 8 mil voluntários e já produz o suficiente para atender gratuitamente mais de duas mil famílias que moram na região . O projeto abrange uma área de 30 mil metros quadrados. O complexo conta com mais de 200 árvores frutíferas, hortaliças e vegetais diversos, um jardim sensorial para as crianças e muito mais. Conforme o levantamento da organização, são mais de 300 variedades de vegetais. Desde o início do projeto, a colheita já rendeu mais de 22 mil quilos de alimentos, todos distribuídos gratuitamente à comunidade.

Experiências Brasileiras

Assim como em Detroit, existem diversas outras iniciativas ao redor do mundo, inclusive no Brasil, que mudaram a realidade de comunidades através da agricultura urbana. O documentário "Saindo da Caixinha" mostra iniciativas de AUP na cidade de São Paulo e como a experiência transformou a saúde de indivíduos além de tornar os ambientes urbanos mais verdes e saudáveis. Outra iniciativa é a "Revolução dos Baldinhos" na cidade de Florianópolis que faz a gestão comunitária de resíduos orgânicos sincronizada à prática da AUP, significando uma diminuição da produção do que antes era tido como "lixo" nas cidades e gerando adubo de alta qualidade com inclusão social.

A partir de exemplos como estes, a AUP tem sido incentivada pelos benefícios que tem trazido como: promoção  da soberania alimentar; incentivo ao comércio e distribuição de alimentos e agricultores locais; criação de emprego e geração de renda; redução dos impactos ambientais; e participação social e empoderamento. Os desafios são otimizar cada vez mais a utilização dos insumos, como água por exemplo, e associar a prática da AUP com outras técnicas para conservação e geração de sistemas sustentáveis e integrados garantindo mais equidade e responsabilidade ambiental nas cidades. 

Você conhece ou participa de alguma experiência de agricultura urbana ? Conta para nós na página do FB do Ideias na Mesa !





postado por Rafael Rioja Arantes em Terça-feira, 26 de Abril de 2016

A edição mais recente da revista Página 22 propõem algumas reflexões sobre a interação entre o ambiente rural e o meio urbano. A primeira delas, apresentada na matéria ‘Sem Cercas’, estabelece um paralelo entre a mudança de paradigma da visão tradicional do que seria o ambiente rural - caricaturado na figura do jeca-tatu – e o novo olhar sobre as contribuições deste ambiente para o nosso cotidiano.

Exemplos reais deste novo arranjo são as pessoas que cada vez mais procuram plantar alimentos para o autoconsumo em suas casas ou se organizam em hortas comunitárias. Outro fenômeno tem sido a volta de indivíduos para ajudar na produção familiar ou até mesmo que ficam no “bate e volta” entre o plantio em sítios, e a comercialização nos centros urbanos em paralelo com outras atividades.

O segundo exemplo ilustra um fenômeno cada vez mais comum, ao passo que famílias vivem entre idas e vindas do rural para o urbano. O professor sociólogo Arilson Favareto, em sua tese de doutorado citada na Revista, atribuiu essa nova configuração entre outros fatores às melhorias das condições de deslocamento entre os dois ambientes. Os impactos de tal interação se fazem presentes na busca por uma vida mais saudável e alinhada com o consumo consciente a fim de preservar os recursos naturais e o comércio justo.

O adensamento da concentração populacional nos centros urbanos em oposição ao rural não se consolidou recentemente, mas a organização em torno do tema da agricultura urbana parece estar mais aceso do que nunca. Na capital federal o Movimento Nossa Brasília criou um grupo de trabalho para debater o tema e articular as inúmeras hortas comunitárias já existentes.

A agricultura urbana dialoga diretamente com a segurança alimentar e nutricional. Ela garante uma maior autonomia da população na produção e consumo de alimentos in natura, saudáveis e livres de agrotóxicos.       




postado por Nathália Bandeira Vilhalva Gheventer em Quinta-feira, 24 de Março de 2016

Na Alemanha, uma pequena cidade chamada Andernach, mais conhecida como cidade “comestível”, atrai a atenção de milhares de turistas e visitantes. Não é para menos: o lugar se estrutura de modo a abrigar fortemente a agricultura urbana. Plantações de frutas e verduras lotam canteiros, faixas de grama antigos terrenos baldios e até preenchem os espaços das rotatórias de trânsito.

 

 

Qualquer morador tem permissão para plantar alimentos em qualquer espaço público da cidade. Assim, o conceito de cidadania e solidariedade é extremamente reforçado, onde todos se beneficiam de um bem comum. Laços comunitários são criados a partir do compartilhamento destas hortas, tornando a cidade um exemplo de boa convivência.

O coorganizador do projeto Cidade Comestível, Karl Werf, relata: Não temos mais nenhum problema com vandalismo desde que plantamos vegetais comestíveis nos canteiros. Com nossa Cidade Comestível, captamos a tendência do momento.As pessoas têm cada vez mais prazer em explorar a cidade e mexer na terra.”

 

 

“Já levei alface e couve”, relata uma mulher que aproveita a pausa de almoço para tomar um pouco de sol em um banco perto dali. 

 “Espero que eu possa beliscar umas uvas”, relata outra morador que aproveitou o dia ensolarado para passear com o cão.

 

 

Assim, a cidade goza não só de grandes incentivos à agricultura urbana e à produção ecológica, mas como reforça a prática de hábitos alimentares saudáveis e maior de consumo de frutas e hortaliças.

Seria interessante se no Brasil existisse um projeto assim, não acham?

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015

Já ouviu falar sobre Agricultura Urbana e hortas comunitárias? Assista ao documentário “Saindo da Caixinha” e descubra que estes temas vão muito além do aspecto alimentar.

O curta foi produzido pelo Grupo de Pesquisa Promoção da Saúde e Segurança Alimentar e Nutricional, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, e tem como foco abordar os benefícios que uma horta comunitária pode trazer para escolas, comunidades e espaços de socialização, demonstrando resultados na vida e na saúde das pessoas envolvidas.

O primeiro personagem da vida real a dar seu relato nas filmagens é Geraldo Valentim, um professor mineiro aposentado que “travou”, segundo as próprias palavras, ao se mudar para São Paulo e mudar completamente o estilo de vida em contato com a natureza através de uma fazenda em Minas Gerais ao qual estava habituado.

Geraldo reconhece como fundamental o papel que a horta comunitária e a reconexão com a terra tiveram para que ele iniciasse a recuperação de sua depressão. Ele faz uma analogia bastante significativa sobre este momento:

“Eu estava preso a caixinha do remédio, eu fumei durante anos e me sentia refém da caixa de cigarro, eu precisava daquilo. Agora eu mi vi refém do remédio tarja preta, eu virei escravo da caixa do remédio. E esse contato com a terra me ajudou a sair dessa caixinha, a me libertar.”


O documentário também explora a temática das hortas comunitárias no contexto escolar, mantendo o mesmo enfoque na transformação pessoal e social que a vivência traz. Marcos Sorrentino, biologista e professor da USP, fala sobre o avanço que significa para educação romper com o ambiente da sala de aula:

“É necessário que o sair da sala de aula seja acompanhado do sair da caixinha do ensino aprendizado restrito a transmissão de conteúdo”

Outro exemplo prático do papel transformador acontece no Parque Francisco Embu das Artes, onde uma horta comunitária administrada pela própria comunidade que ao estabelecer parcerias para comercializar os produtos modifica as condições de vida daquelas populações.    

Não por acaso, o documentário leva o título de “Saindo da Caixinha” para romper com a lógica de modelos de agricultura, ensino, e visão restrita do processo saúde doença extremamente reducionistas e limitados, mas que predominam em nossa sociedade.


 

 



postado por Equipe Ideias na Mesa em Quinta-feira, 10 de Setembro de 2015

No quadro de hoje o Ideias veste o sombreiro para ensinar a fazer Guacamole.

Para quem não conhece, a iguaria é originária do México e bastante assimilada nos países da América do Sul como Chile, Colômbia e Peru. A pasta além de prática é bastante versátil, podendo ser servida com nachos, torradas, pães e até em saladas.

Ingredientes

- 1 Abacate

- 1 Cebola roxa pequena

- 1 Tomate

- ½ Limão

- Pimenta do reino

- Sal  

Tempo de preparo: 9 minutos.

Como fazer:

1. Pegue seu abacate em algum pé na rua (Caso não ache compre em feiras orgânicas ou agroecológicas)
2. Reserve a polpa em um recipiente separando da casca e do caroço
3. Pique os tomates e a cebola em cubos e junte ao abacate

4. Acrescente suco de meio limão (também pode ser encontrado em árvores na rua) 

5. Adicione pimenta do reino e sal a gosto

*Dica:Fique à vontade para adicionar outros ingredientes, como: coentro, salsinha, cebolinha e pimenta dedo-de-moça.

Reúna alguns bons amigos e use a Guacamole no prato que melhor servir a ocasião!


A esta altura do campeonato você deve estar se perguntando por quê “Guacamole Urbana”? Pois bem, o que queremos mostrar com a receita de hoje é que muitos pratos podem ser preparados com ingredientes encontrados em árvores frutíferas nas ruas ou no quintal de casa.

O conceito de Agricultura Urbana não é recente, porém, tem voltado a receber atenção de projetos governamentais e principalmente a mobilização e legitimação por parte da sociedade civil. Ela visa entre outras coisas a utilização dos espaços urbanos para produção de alimentos e práticas sustentáveis.

O abacate utilizado nesta receita foi colhido de um abacateiro em uma quadra residencial na asa norte, Brasília–DF. E assim como esta fruta, várias outras crescem e estão livremente disponíveis nas ruas das cidades Brasil a fora.

Para os moradores da capital federal esta colheita ficou bem mais fácil. A Arquiteta Gabriela Bandeira mapeou as árvores frutíferas no Distrito Federa, disponível no “Novo guia de Brasília”, tornando a tarefa mais simples.

A Guacamole Urbana mostra como outros modelos de agricultura que não agridem o meio ambiente e nem coloquem a saúde das pessoas em risco são possíveis.   

Gostou? Tentou e algo deu errado? Compartilhe sua experiência na cozinha publicando a foto da receita com as hashtags#receitafotografica #comidadeverdade no Instagram ou Facebook.

Perdeu a receita passada? Confira aqui. 


 

 



postado por Débora Castilho em Segunda-feira, 27 de Abril de 2015

O documentário "Saindo da caixinha" aborda a temática da agricultura urbana.

O trabalho teve como foco principal os benefícios que uma horta comunitária pode trazer para escolas, comunidades e espaços de socialização, demonstrando resultados na vida e na saúde das pessoas envolvidas.

Este é um lindo exemplo de prática da agricultura urbana como promotora de saúde, mostrando que a utilização desta pratica vai além de somente melhorar o acesso aos alimentos de boa qualidade, mas também promover o bem estar físico e psicológico.

Assista ao vídeo e inspire-se para levar essa ideia adiante!

 



postado por Luiza Lima Torquato em Quinta-feira, 06 de Novembro de 2014

Você sabia que cultivar de forma orgânica vai muito mais além do que evitar o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou organismos modificados geneticamente?

Para a agricultura orgância, o solo é um organismo vivo, por isto, sua saúde é a base da vitalidade das plantas. Assim como outros seres vivos, o solo precisa respirar, ter umidade e circulação de líquidos, ter fauna e flora e ser alimentado com equilíbrio de nutrientes. Além disso, esse tipo de produção olha o sistema de forma holística, onde tudo se relaciona e o todo é maior do que a soma das partes. Ou seja, o cultivo tem a ver com a construção de um sistema saudável, que envolve o solo, a fauna, a flora e até mesmo as pessoas que se relacionam com ele. 


De acordo com o DECRETO Nº 6.323, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2007, essas são algumas das diretrizes da agricultura orgânica:

- contribuir para o desenvolvimento local, social e econômico sustentáveis;
- desenvolver sistemas agropecuários baseados em recursos renováveis e organizados localmente;
- incentivar a integração da rede de produção orgânica e a regionalização da produção e comércio dos produtos, estimulando a relação direta entre o produtor e o consumidor final;
- incluir práticas sustentáveis em todo o seu processo produtivo, desde a escolha do produto a ser cultivado até o manejo dos resíduos gerados;
- preservar a diversidade biológica dos ecossistemas naturais, com especial atenção às espécies ameaçadas de extinção;
- ter relações de trabalho baseadas na justiça, dignidade e eqüidade;
- consumir de forma responsável, realizar o comércio justo e solidário baseados em procedimentos éticos;
- ofertar produtos saudáveis, isentos de contaminantes que ponham em risco o meio ambiente e a saúde do produtor, do trabalhador ou do consumidor;
- utilizar práticas de manejo produtivo que preservem as condições de bem-estar dos animais;
- adotar práticas que contemplem o uso saudável do solo, da água e do ar, de modo a reduzir ao mínimo todas as formas de contaminação e desperdícios desses elementos.

Sabendo disso, que tal se envolver com esse tipo de produção? Existem diversas hortas comunitárias por aí. Você pode participar de uma delas ou começar a desenvolver uma nova em sua região!

E olha que bacana! O Grupo Composta São Paulo, movimento para impulsionar a popularização da prática da compostagem doméstica em São Paulo, criou uma cartilha para te ajudar a perceber os elementos e fatores que são importantes para realizar esse tipo de cultivo de forma doméstica. O documento, traz alguns conceitos que são bases da agricultura orgânica e que, ao longo da história humana, ajudaram a produzir alimentos de melhor qualidade.

Vale a pena conhecer e encarar a experiência!

 

 


postado por Lucas Ferreira em Quinta-feira, 02 de Outubro de 2014

Uma das dificuldades mais comuns quanto à ingestão de alimentos orgânicos é o acesso limitado aos produtos no mercado. Além do preço, que algumas vezes assusta até os mais determinados consumidores. Os benefícios de uma alimentação orgânica a gente conhece, mas como é possível tornar isso parte do hábito alimentar da população urbana, que vive longe de fazendas e sítios?

Uma das alternativas é a agricultura urbana.horta u

Por mais que pareça, não é impossível. A agricultura urbana é o meio pelo qual muitos moradores da cidade trazem a alimentação saudável e fresca para dentro de suas vidas. Com pequenas hortas, canteiros e floreiras, aqueles que se dispõem a usar o teto dos prédios e a calçada das ruas como fazenda tem acesso à comida orgânica e de qualidade todos os dias.

Na nossa coluna de hoje temos vários projetos de hortas organizadas na cidade para te inspirar!

Pra começar, um produto que está chegando no Brasil é o GROWBED, que visa a montagem de hortas inteligentes e sustentáveis, com gasto mínimo de água e máxima produtividade. Dá uma olhada nele:

growbed

O projeto conta ainda com o GROWPOCKET, um recipiente que pode ser fixado nas paredes para plantação de ervas e arbustos pequenos. A elaboração desses produtos foi feita pelo NOOCITY, um grupo português de disseminação de práticas sustentáveis e elaboração de hortas comunitárias e escolares. Confira o site do projeto! 

Um outro projeto de agricultura urbana é o Cidades sem Fome, que desenvolve no Brasil práticas sustentáveis de produção de alimentos em pequenas áreas. O projeto tem 4 linhas principais, as Hortas comunitárias, as Hortas escolares, as Estufas agrícolas e os Pequenos agricultores familiares.

rastelo

Visando conscientizar as pessoas sobre a melhoria de saúde, clima e desenvolvimento econômico gerado pela produção de alimentos de pequeno porte, o projeto desenvolve em São Paulo e na Região Sul várias campanhas de ajuda às populações vulneráveis e àqueles interessados em fazer da produção de alimentos parte do dia-a-dia. A descrição completa dos projetos realizados estão na página do grupo!

E pra finalizar, nada como um grupo onde você possa tirar dúvidas sobre como plantar um pé de tomate, certo? O grupo dos Hortelões Urbanos, no facebook, é voltado para a comunidade que já aderiu à prática da agricultura urbana e decidiu compartilhar os avanços que conseguem a cada dia! Nele, você pode perguntar para pessoas que já fazem isso à muito tempo, e ajudar outras que acabaram de começar.

canteiro

Não tem mais desculpas pra começar a plantar? Então calce sua botina e mãos obra!



postado por Luiza Lima Torquato em Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

Disponibilizado gratuitamente pelo coletivo mexicano Azoteas Verdes de Guadalajara, o material dissemina dicas sobre como manter uma horta urbana

Por Catraca Livre

Para ajudar aqueles que querem desenvolver um modo de vida mais sustentável nas cidades, o coletivo mexicano Azoteas Verdes de Guadalajara disponibiliza gratuitamente o Manual de Agricultura Urbana. O material reúne importantes dicas para a manutenção de uma horta familiar, com base em conceitos de permacultura.

O objetivo é fortalecer a ideia de soberania alimentar – direito de um povo de determinar suas próprias políticas de produção e distribuição de alimentos. “Um forte problema a nível mundial é o da alimentação, e não por que não sejam suficientes os alimentos, mas porque existe uma má distribuição deles. Satisfazer a demanda alimentar da população, com esquemas sustentáveis e com racionalidade no processo, tem vital importância para o futuro da humanidade”, diz o manual.

Entre os conteúdos, estão instruções para fazer uma composteira, como lidar com o lixo orgânico e como controlar as pragas sem usar pesticidas. O conteúdo está em espanhol.

Confira o Manual de Agricultura Urbana.



postado por Luiza Lima Torquato em Quinta-feira, 09 de Janeiro de 2014

Por ONUBrasil

Quatro anos após o terremoto que deixou o país devastado, o Haiti percorre ainda o caminho da reconstrução. 


A Oxfam, uma ONG que coopera com as Nações Unidas na missão de estabilizar o país caribenho, iniciou há um ano um projeto inovador: a plantação de hortas urbanas. O objetivo é combater a insegurança alimentar e conscientizar para a importância de proteger o meio ambiente.

Legumes e temperos crescem agora dentro de pneus reutilizados e várias pessoas se beneficiam de uma alimentação mais rica e variada. Algumas delas já pensam em oportunidades de negócios para melhorar a sua qualidade de vida.



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