Ideias na Mesa - Blog


postado por Equipe Ideias na Mesa em Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

A Rede Ideias na Mesa termina esse 2016 completando seu 4º aniversário com muitas atividades desenvolvidas e materiais publicados. Ao longo deste ano, publicamos edições impressas de nossa revista semestral e do livro Mais que Receitas: Comida de Verdade, e desenvolvemos outras atividades para promover a Educação Alimentar e Nutricional em diferentes espaços como na experiência realizada "A Tenda da Felicidade"

Valorizamos a participação e opinião de tod@s que acompanham a Rede para que continuemos nos aperfeiçoando, e por isso, te convidamos a responder nossa Pesquisa de Opinião 2016 até o dia 14/12 (quarta feira). 

O preenchimento é fácil e rápido e nos ajudará a planejar um 2017 ainda melhor! Basta acessar o link: https://goo.gl/eBhz4r  




postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

No post de hoje você vai conhecer a experiência realizada em Morro Grande, Santa Catarina, que teve como objetivos divulgar o dia mundial da alimentação, estimular hábitos alimentares saudáveis e alertar sobre o desperdício de alimentos.

Para isso, a nutricionista responsável pela alimentação escolar do município e a orientadora pedagógica, realizaram uma roda de conversa que tinha uma "caixa sensorial", como peça motivadora da conversa. Além da caixa, os pequenos experimentaram novos alimentos tentaram adivinhar o que era com os olhos vendados. 

                                 

Após esse momento, a turma se organizou para a higienização das mãos e das frutas que seriam usadas para preparar uma salada de frutas. Essa preparação foi feita pelas próprias crianças e segundo as idealizadoras da experiência, "as crianças foram ótimas na preparação da salada e já podem ser ótimos auxiliares na cozinha"!

Depois de preparar e comer a sala de frutas, as crianças foram organizadas em grupos de 6 e visitaram a cozinha para uma conversa com a merendeiras sobre a separação do lixo.  

Para encerrar o projeto foi realizado o "dia da MELECA". Nessa atividade, a nutricionista juntamente com a equipe da escola, preparam a meleca feita com farinha de trigo, amido, óleo de soja, beterraba, cenoura e sagu.

       

Para saber mais sobre a experiência e seus resultados, clique aqui!

 

Em 2016 buscamos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a ANA PAULA MAGAGNIN, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Equipe Ideias na Mesa em Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

novos cursos

A Rede Virtual Ideias na Mesa conta agora com mais dois cursos de autoaprendizagem que fazem parte de um conjunto de iniciativas que visam desenvolvernovas capacidades e estimular o desenvolvimento e a implementação de ações de Educação Alimentar e Nutricional. O primeiro curso, Metodologias participativas para ações de EAN tem o objetivo de estimular o uso dessas metodologiasem ações de Educação Alimentar e Nutricional; já o curso Jogos na Mesa oferece um guia básico para a criação de jogos para apoiar ações de promoção da alimentação adequada e saudável.

O curso de Metodologias Participativas é destinado a pessoas e profissionais que atuam em projetos comunitários, professores e estudantes envolvidos com educação em saúde e alimentação e nutrição.Ele écomposto de dois módulos: Bases conceituais das Metodologias participativas nas práticas comunitárias e Planejamento de programas educativos em EAN.

A criação do curso Jogos na Mesa foi motivada por experiências realizadas nas áreas de Saúde e Educação, que têm encontrado nessa ferramenta uma metodologia envolvente, levando pessoas de todas as idades a se engajarem em atividades diversas e práticas educativas. O processo de criação sugerido no curso está dividido em cinco fases apresentadas a partir do desenvolvimento dos principais elementos estruturantes de um jogo. Nessas fases o aluno aprende, por exemplo, sobre a conceituação e criação de jogos e os elementos que o compõe; o passo a passo para a elaboração de um protótipo de jogo; e como testar e aprimorar um jogo.

O curso oferece a metodologia para profissionais que atuam em diferentes áreas, assim como docentes e estudantes que desejam usar jogos como recurso de ensino e aprendizagem. Com o conhecimento desenvolvido no curso, o participante poderá criar projetos de design de jogos de mesa (jogos concretos) para serem aplicados em diferentes situações nos serviços de saúde, assistência social e educação.

Para participar dos cursos basta que o interessado esteja logado na rede, isso é possível desde que o usuário faça o seu cadastro no site: www.ideiasnamesa.unb.br

 

Comece agora! Acesse aqui:

Metodologias Participativas para ações de Educação Alimentar e Nutricional

Jogos na Mesa - Como criar jogos para promover a alimentação adequada e saudável

 

A Rede Virtual Ideias na Mesa é uma iniciativa do Observatório de Política de Segurança Alimentar e Nutrição do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília (OPSAN/UnB), em parceria com a Coordenação-Geral de Educação Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (CGEAN/SESAN/MDSA). 



postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016
  1. Deixar os grãos de feijão fradinho de molho de um dia para o outro, antes de serem descascados, um a um.
  2. Moer o feijão até tornar-se um creme consistente
  3. Temperar com cebola e sal.
  4. Fazer um bolinho, colocar camarão dentro e fritar em azeite de dendê bem quente.

Em resumo, essa é a receita do acarajé, comida de santo e um dos principais pratos da culinária baiana. O bolinho, sua história e a relação com as religiões de matriz africana são tema do documentário Axé do Acarajé ou Quinzila de Oxalá, do cineasta baiano Pola Ribeiro.

O pão tradicional do africano é frito e essa tradição é trazida ao Brasil durante o período de escravidão, o acarajé, mais que dos baianos, é um patrimônio de todo o Brasil. Em 2005, foi declarado bem cultural de natureza imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Brasileiro (Iphan) e inscrito no Livro de Registro dos Saberes.

O registro inclui também o ofício das baianas do acarajé e sua ritualização – o modo de fazer, com distinções referentes à oferta religiosa e à venda informal nas ruas de Salvador, os elementos associados à venda, como a indumentária da baiana, a preparação dos tabuleiros e os significados atribuídos pelas baianas a seus ofícios, entre outros.

O documentário aborda, também, as mudanças no processo de produção trazidas pela modernidade. Uma delas, por exemplo, é a substituição da tradicional pedra de ralar pelos moedores. Para algumas baianas, a troca provocou uma mudança significativa no sabor da iguaria.

Makota Valdina, em depoimento presente no documentário, relata que o sabor, antigamente, era melhor, pois, no tempo em que o feijão era triturado na pedra, o acarajé tinha a massa mais fina e, por isso, era mais gostoso. As baianas relatam ainda, que o pão era “miudinho” e com pimenta, não existia isso de colocar camarão, vatapá ou vinagrete.

Confira aqui o documentário:

 



postado por Rafael Rioja Arantes em Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016

 

A publicidade infantil é um tema de extrema delicadeza no contexto da promoção da saúde para este público. Organizações e entidades vem acumulando materiais, militância e esforços há vários anos visando a proteção da infância em face as investidas mercadológicas de produtos alimentícios em sua maioria não saudáveis e vinculados a imagens, conceitos e personagens. Nesse sentido, compartilhamos no [Biblioteca do Ideias] de hoje a publicação  ‘Caderno Legislativo: Publicidade Infantil‘.    

O caderno foi lançado no dia 24 de novembro no Salão Nobre da Câmara e a equipe do Ideias na Mesa acompanhou o evento.  A publicação foi produzida pela equipe do Criança e Consumo e traz uma análise detalhada dos projetos de lei que abordam o tema em tramitação no Congresso Nacional. O caderno também apresenta de maneira didática o funcionamento do processo legislativo, o debate existente sobre a regulação da publicidade e comunicação mercadológica dirigidas ao público infantil e desvenda os mitos da regulação da publicidade.

 A publicação contém 170 páginas divididas em cinco partes, e objetivo principal é criar subsídios para frente parlamentar e somar esforços da sociedade civil para regular a publicidade infantil. A primeira parte explica como funciona o processo legislativo, como as leis tramitam dentro da casa e a importância da participação social nesse processo. A segunda parte coloca luz no debate sobre a regulação da publicidade e a comunicação mercadológica dirigida ao público infantil. Temas como o uso da internet e de youtubers mirins são debatidos dentro do escopo de publicidades direcionadas à crianças.

As partes subsequentes trazem um panorama de como anda a regulação da publicidade infantil no Brasil e em outros países, e desmistifica algumas informações que geram confusão como a de que a regulação "vai proibir até as propagandas do Zé Gotinha!". Nas conclusões, o caderno menciona organizações e instituições favoráveis à regulação estatal da publicidade infantil como a ANDI – Comunicação e Direitos, Instituto Alana, Conselho Federal de Psicologia, Ministério Público Federal, IDEC, Movimento Infância Livre do Consumismo, Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor, Ministério da Justiça, Movimento Ética na TV e diversos acadêmicos e especialistas.

Por outro lado, na contramão da proteção dos direitos das crianças, entidades com interesses econômicos e vinculados em sua maioria a indústria como o Conar – Conselho de Autorregulamentação Publicitária, Abert – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, ABA – Associação Brasileira de Anunciantes, Abral – Associação Brasileira de Licenciamento, Abrinq – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, ABAP – Associação Brasileira de Agências de Publicidade, ABIA – Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, Maurício de Souza Produções e a APP – Associação dos Profissionais de Propaganda, entre outras instituições.

Acesse a publicação na íntegra em nossa biblioteca.      




postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Terça-feira, 29 de Novembro de 2016

Queijo da serra da canastra, goiabada cascão, palmito juçara, mel de abelha jataí, queijo coalho, pequi, pirarucu, umbu, pitanga. Essa lista não apenas elenca uma série de frutas, produtos e ingredientes tradicionais usados na gastronomia brasileira. Ela é também uma parte da lista de alimentos brasileiros que correm risco de sumir do mercado.

O jornal NEXO divulgou uma matéria com base no projeto Arca do Gosto, conduzido pela ONG Slow Food (uma organização mundial que defende alimentação de qualidade e sustentável), que cataloga produtos gastronômicos - processados ou naturais - que tenham papel importante na cultura, na história e nas tradições de comunidades no mundo todo e cuja produção esteja ameaçada por razões sociais, econômicas ou biológicas.

No Brasil, a lista divulgada pela ONG em 2016 tem 121 alimentos. Entre eles, 35 têm origem na culinária indígena.

Mas por que alimentos desaparecem? E como se pode resgatar um alimento ameaçado? Veja aqui a matéria completa:

 "Por que alimentos desaparecem

Os alimentos podem desaparecer do mercado por vários motivos. De acordo com Glenn Makuta, articulador em redes da Slow Food International, os motivos podem ser a queda na demanda e no consumo, a desestruturação de comunidades produtoras e a diluição de costumes culturais de cultivo.

MODELO DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA

Esta é a principal pauta de combate da ONG: o modelo de produção agropecuária que prioriza o plantio e criação massivos de um número limitado de espécies vegetais e animais.

Apenas 12 espécies de plantas correspondem a 75% da produção alimentícia, enquanto mais de 90% da criação global de animais para produção de alimento é composta por apenas 15 espécies de mamíferos e pássaros.

Esse modelo acaba fazendo com que seja mais vantajoso para os produtores o cultivo ou criação de um número limitado de espécies - e, de geração em geração, eles diminuem ou abandonam o cultivo ou produção de determinado alimento.

ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS

O aumento no consumo de alimentos industrializados, puxado pela propaganda das corporações desse segmento, também é um fator que gera queda de demanda por produtos naturais e pratos tradicionais e acaba impactando na produção.

DESEQUILÍBRIO CAUSADO PELO HOMEM

Há também os casos em que a produção ou criação de determinado alimento é impactada por mudanças socioambientais - do desalojamento de comunidades ribeirinhas para a construção de uma hidrelétrica ao fim de uma espécie vegetal devido ao desmatamento.

Além de ameaçarem aspectos fundamentais da construção da identidade cultural dos povos do planeta, o modelo vigente também é prejudicial para o meio ambiente.

A ONU defende que a biodiversidade é fundamental para a segurança alimentar e nutricional, já que o excesso da criação ou cultivo de determinada espécie desequilibra as outras camadas do ecossistema.

Como resgatar um alimento ameaçado

De acordo com Makuta, não há manual para tirar um alimento da lista de ameaçados - cada caso é um caso. Para determinada fruta, talvez a solução seja incentivar seu consumo e plantio, fortalecendo a cadeia produtiva.

Para uma espécie de peixe, no entanto, talvez seja preciso frear o consumo até que as comunidades que o pescam se reestruturem, já que um aumento excessivo de demanda pode ser ainda pior para a cadeia produtiva.

Para cada alimento na lista, a ideia de “consumo sustentável” pode ter um significado diferente. No entanto, o resgate de hábitos de agricultura familiar e o consumo responsável de alimentos in natura pode ser um dos caminhos.

O pomar no fundo do quintal, que perdeu espaço para as varandas gourmet nas grandes cidades, é uma maneira de resgatar o plantio de alimentos como o cambuci, a guabiroba ou a grumixama, por exemplo - frutas típicas do sudeste que estão na lista de alimentos extintos e são desconhecidas das gerações mais novas nas últimas décadas.

Além disso, a compra de alimentos de pequenos produtores e a diminuição no consumo dos alimentos industrializados é uma maneira de diminuir a demanda do plantio de culturas massivas por parte da indústria de alimentos, diversificar a alimentação por meio de produtos locais e contribuir para o reequilíbrio do sistema.

A Slow Food promove um festival para chamar atenção para os ingredientes e alimentos na lista. Este ano, a ONG convidou chefs, nutricionistas, produtores e gastrônomos para ministrarem aulas, oficinas ou jantares usando alguns dos produtos ameaçados, para conscientizar sobre a maneira mais sustentável de consumi-los - seja aumentando o consumo, seja procurando produtores sustentáveis ou então diminuindo a procura."

 E você já tinha pensado em alimentos que sumiram do seu cotidiano, e as razões para tal?



postado por Marina Morais Santos em Segunda-feira, 28 de Novembro de 2016

Neste ano, o aniversário do Ideias vai ser muito bem comemorado com o Piquenique de Ideias! No dia 3 de dezembro, celebraremos juntos a comida de verdade em todo o Brasil com piqueniques realizados por nossos usuários! Todos estão convidados a serem anfitriões conosco e organizarem um piquenique em sua cidade, para saber mais sobre como participar, clique aqui!

E para ajudar os nossos anfitriões a organizarem piqueniques bem gostosos, selecionamos essas ideias divertidas para animar o evento!

1. Sirva comida no espetinho!

Servir comida no palito que nem picolé ou no espetinho como se fosse um churrasquinho é uma ideia divertida e muito fácil de executar! Com essa dica, simples pedaços de frutas ficam mais bonitos e atrativos e também fáceis de comer! Você pode fazer isso com um ou mais tipos de fruta e também com outros alimentos como esse espetinho de queijo branco, tomate cereja e manjericão! Gostou da ideia?

2. Prepare o ambiente com toalhas e almofadas!

O seu piquenique pode ficar ainda mais bonito se você caprichar no ambiente! Uma ideia é escolher, além de uma bela toalha, almofadas para que os convidados se sentem com mais conforto! Outra opção é usar caixas e palets para fazer "mesinhas" para o seu piquenique! Fica muito bonito, não é? 

3. Decore!

Um piquenique com decoração legal anima todo mundo! Junte seus amigos e bole decorações bonitas que aproveitem a natureza e ambiente ao seu redor! Você pode usar cartazes, balões, banderolas e até guarda-chuvas! Que tal?

4. Inove dentro de casa!

Se o dia amanhecer chuvoso ou se você não tiver um local ao ar livre a sua disposição para fazer o piquenique, não desista da ideia: é só chamar os amigos para fazer um piquenique dentro de casa! Use a mesa de centro da sala e convide as pessoas a se sentarem em almofadas, prepare uma ambiente bonito a luz de velas ou construa com as crianças uma árvore de papel e traga a natureza até você! 

5. Volte à infância!

No piquenique, vocês receberão pessoas de todas as idades, por isso, uma boa ideia é servir pratos que todo mundo vai apreciar! Quitutes que comíamos na infância são perfeitos para o clima alegre e descontraído do piquenique como dimdim, bolo, pipoca! Tudo isso pode ser preparado com ingredientes in natura e minimamente processados, assim, você terá comida de verdade com gostinho de infância!

6. Planeja atividades!

Um bom piquenique não tem só boa comida, mas também brincadeiras e atividades para o pessoal se divertir! Estimule os convidados a levarem jogos de tabuleiro, pipas, bolas, raquetes para brincar durante o piquenique! Você também pode inventar atividades diferentes como oficinas em que os convidados ensinam um a outro, compartilhando conhecimento e habilidades! Nossas sugestões são oficinas de artesanato, ioga, alongamento e dança! 

 



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 28 de Novembro de 2016

O Brasil é um dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo. Grande parte dos alimentos que vai para o lixo poderia ser aproveitada como: talos, folhas, entrecascas e cascas de vegetais. Em certos casos, as partes não comumente utilizadas possuem mais nutrientes do que a própria polpa! A experiência que o [Você no Ideias] traz hoje teve como base essa problemática.

O Aproveitamento Integral dos alimentos proporciona a redução de lixo orgânico: quando os vegetais se decompõem, forma-se um líquido escuro chamado “chorume” que é altamente poluente para os rios. Além disso, enquanto se deterioram, os vegetais produzem gases que aumentam o efeito estufa.

Esta ação, que visou conscientizar e ensinar alternativas, foi promovida pelo Nasf (Núcleo de Apoio ao Programa Saúde da Família) de Cornélio Procópio, em conjunto com o Departamento de Vigilância Sanitária do Município, e com o apoio de um estudante de Gastronomia. Elaborou-se um cardápio com a Nutricionista do Nasf, e as receitas foram passadas para cidadãos dos Grupos de Atividade física do Nasf e a comunidade em geral.

Os participantes se envolveram em todas as etapas de preparo das receitas que estavam em uma apostila entregue a eles, e, ao final, houve degustação de todos os pratos. A maioria dos participantes aprovou as preparações, foram elas:

-Hambúrguer de casca de banana

-Cupcakes com talos de hortaliças

-Pizza integral com vegetais  variados

-Pizza integral de frutas com mel e canela

-Suco verde de couve, hortelã e limão

Você já parou para pensar para onde vai o seu lixo? E o quanto do que você descarta pode ser aproveitado de formas muito saborosas?

Para saber mais sobre a experiência e seus resultados, clique aqui!


 

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Miriam Yoshida Nishitsuji, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016

O [Comida na Tela] de hoje traz um documentário que recebeu vários prêmios em festivais internacionais e que trata de assuntos muito importantes: As grandes monoculturas de soja e milho e áreas de pasto desmatadas para a pecuária que tomaram conta de todo entorno do Parque Indígena do Xingu. Elas estão causando grandes mudanças climáticas, e afetando diretamente a segurança alimentar entre outros aspectos dos 16 povos indígenas que ali habitam.

O Parque Indígena do Xingu foi criado em 1961. É um exemplo importante da diversidade cultural e ambiental da região amazônica: no total, 6.500 pessoas de 16 povos indígenas vivem lá. Com os seus modos de vida tradicionais e tradições de gestão da terra, estes grupos garantiram a preservação da floresta e da biodiversidade local. No entanto, a área em torno do Parque encontra-se em contraste: 86% da floresta foi convertida em monoculturas de soja e milho ou em pasto para a pecuária. E desde então, o aumento do calor, a falta de chuva, o desmatamento em torno do Parque, a construção de barragens, os agrotóxicos usados nas monoculturas, está matando os frutos e os alimentos que fazem parte da tradição culinária dos povos do Xingu. Preocupados, acreditam que irão passar fome no futuro, porque as culturas que plantarão não resistirão às mudanças. E temem que as gerações futuras tenham que depender da comida do homem branco para sobreviver.

Os últimos 30 anos têm visto a destruição ambiental generalizada fora do parque, e as conseqüências no clima, nos animais e na agricultura são evidentes. Produzido em parceria entre a ISA e o Instituto Catitu, o documentário é um retrato sensível e poderoso de como as pessoas que habitam o Parque Indígena do Xingu enfrentam os impactos das mudanças climáticas.

De acordo com relatos dos anciãos de diferentes grupos étnicos que vivem no Parque, as andorinhas que costumavam voar em bandos para anunciar o início da estação chuvosa já não podem ser vistas. As borboletas, que visitaram as aldeias, sinalizando a secagem do rio, desapareceram. Era diferente no passado, dizem eles. Mas o aumento do calor, a falta de chuva, o desmatamento em torno do Parque, e até mesmo a construção de barragens, são apontados como causas dessas mudanças. Anteriormente restrito aos campos, o fogo agora se espalha facilmente, afetando grandes áreas do Parque. Isso exige que os povos indígenas mobilizem e usem novas técnicas e equipamentos para controlá-los.

Veja aqui o filme, e se impressione com os depoimentos e imagens dessa realidade que precisa ser mudada:



postado por Marina Morais Santos em Quinta-feira, 24 de Novembro de 2016

Para comemorar nosso aniversário de 4 anos, nada melhor do que um piquenique! E por que não, vários piqueniques ao redor do país? 

Dia 3 de dezembro de 2016 será o Piquenique de Ideias, um evento para celebrar o Ideias na Mesa, a comida de verdade e mais um ano que se passa! Para isso, contaremos com anfitriões em todo o Brasil que organizarão pirqueniques em suas cidades! Se você quer ser anfitrião acesse o toolkit e se quiser ideias sobre o que levar para o piquenique, fique ligado na nossa seleção de receitas perfeitas para a ocasião!

 

Bombanana

Com este nome divertido e cara de comida gostosa, o Bombanana conquista corações e paladares! Ele é um docinho de banana com amendoim e cacau criado pela Luana Vaz como uma opção vegana para quem ama um docinho! Além de super democrático, esta receita é fácil de preparar e transportar para o seu piquenique! Para pegar a receita completa, dá uma olhada na página 88 do Mais que Receitas: Comida de Verdade.

Peta de Polvilho Doce

Peta é uma daquelas comidas boas de dividir, certo? Então que tal levar um pouco de peta caseira para o seu piquenique? Na receita da Rosimar Barcellos, você encontra o passo a passo para fazer essa receita ela está na página 116 do nosso livro Mais que Receitas: Comida de Verdade.

Pão de Queijo de Tapioca

Pão de queijo em lanches e piqueniques não é novidade, mas esta receita vai surpreender a todos! Estes são os pães de queijo de tapioca que a Lara Oliveira Lins enviou para o nosso primeiro Mais que Receitas, a receita completa, de tradição nordestina, você encontra na página 50!

"Empadinhas" de Vegetais

Essa receita de empadinhas é, com certeza, a mais fácil que você vai aprender na vida! Perfeita para lanches compartilhados, essas empadinhas levam ingredientes agroecológicos e aproveitados integralmente como o espinafre, que vai na receita com talo e tudo! Ficou com vontade de experimentar essa delícia vegetariana? Então acessa o Mais que Receitas: Comida de Verdade na página 131 e pega a receita, eviada pela Nathália Bandeira!

Bolo de Arroz Cuibano

Estes bolinhos de arroz tradicionais da cozinha matro-grossense, são boas ideias para um piquenique! Além de fáceis de transportar e de servir, já que ficam prontos em formato individual! Esses bolinhos também não possuem glúten e ovos, podendo ser apreciados por celíacos e alérgicos a ovo! Quer a receita? Esta é da Aída Couto e está disponível na página 16 do nosso primeiro Mais que Receitas

Bolo Churros de Banana Vegano

Os bolos são uma ótima pedida para piqueniques: todo mundo gosta e são fáceis de preparar e de transportar! Além de tudo isso, esse bolo de banana é uma delícia! Ele vem com uma calda deliciosa de canela que deixa ele com aquele gostinho de churros! A receita, que a Camila Muradas mandou pro nosso livro, está na página 28 do Mais que Receitas: Comida de Verdade.

Ricota de Amêndoas

Patês e pastas são ótimas ideias para piqueniques e essa ricota de amêndoas é uma deliciosa opção para servir com pãezinhos e biscoitos. Aliás, nós temos receitas incríveis destes três elementos para você. A de Ricota de Amêndoas, da Carla Maia, está na página 24 do Mais que Receitas: Comida de Verdade; a de Pão de Melado, da Bernadete Marschall, está no primeiro Mais que Receitas na página 54; e as Bolachinhas de Ervas e Sementes da Gianne de Azambuja estão na página 51 do Mais que Receitas: Comida de Verdade.

Broa de Fubá de Canjica

Que tal um pouco de mineirice no seu piquenique com essas Broas de Fubá de Canjiquinha do nosso primeiro Mais que Receitas? Essa receita da Suzane Pereira Lopes é perfeita pra servir de lanche com uma geleia bem gostosa e um café quentinho. Você pode pegar a receita completinha na página 116 do livro

 

Smoothie de Framboesa

Além de sucos, água e chás, o smoothie pode ser uma boa opção de bebida geladinha para o seu piquenique! Esta receita da Isabela Feitosa do Valle é feita com polpa de framboesa, banana, iogurte natural caseiro, mel e óleo de coco e não poderia ser mais fácil de executar: é só colocar tudo no liquidificador e bater! Pra levar este delicioso smoothie para o piquenique, sugerimos uma caixa de gelo ou térmica com bastante gelo dentro e garrafas individuais ou uma garrafa grande, para armazenar a bebida! A receita completa está na página 77 do Mais que Receitas: Comida de Verdade!

Pão de Q de Batata Doce

A gente já deu uma receita maravilhosa de pão de queijo neste post, e agora vai mais uma opção deliciosa deste lanchinho que todo mundo ama: Pão de Q de Batata Doce! O Pão de Q é a versão vegana do Pão de Queijo e promete agradar à todos! A receita da Carla Maia está no Mais que Receitas: Comida de Verdade na página 53! 

 

Gostou das receitas que selecionamos? Então, hora de colocar a mão na massa e celebrar juntos a Comida de Verdade! 



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