Ideias na Mesa - Blog


postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 21 de Novembro de 2016

Estamos vivendo em um mundo dominado pelo consumismo, principalmente de alimentos ultraprocessados, e um público muito atingido negativamente são as crianças e adolescentes, por isso a importância e a preocupação em ensinar e aconselhar sobre uma alimentação saudável em todos os meios de vivência. Com esse propósito a experiência que o [Você no Ideias] de hoje apresenta uma Mostra Gastronômica  realizada com esse público.

Com o objetivo principal de reforçar a ligação entre a teoria e a prática os alunos trabalharam em sala de aula os nutrientes dos alimentos e os hábitos alimentares no contexto da importante fase escolar, com ênfase na ideia de que os hábitos adquiridos na infância e na adolescência são levados para a vida adulta.

O mais importante foi fazer com que as crianças passassem a dominar o conhecimento, assimilando-o de uma forma mais ampla, para assim passá-lo adiante na Mostra Gastronômica, que se organizou em forma de quatro tendas, cada uma pertencente a uma instituição de ensino diferente. Foram elas: “Oficina de Sucos”, “Cesta do Frutolino”, “Sanduíche da Vez – Cor e Sabor” e “Baú da Alimentação Saudável – O Segredo da Salada Agridoce".

Muitos alunos relataram que após o projeto, passaram a compreender a importância de se alimentarem bem e levarem isso para dentro de suas casas e para sua vida adulta.

Para saber mais sobre a experiência e seus resultados, clique aqui!


Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Márcia Moretti, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Equipe Ideias na Mesa em Sexta-feira, 18 de Novembro de 2016

Fotos: Marta Borges 

O mais novo livro de receitas da Rede Ideias na Mesa foi oficialmente lançado em Brasília. 

Depois de ter sido muito bem recebido e procurado durante o pré-lançamento feito no Congresso Brasileiro de Nutrição (CONBRAN) em outubro de 2016, Porto Alegre, o Mais que Receitas teve sua noite de lançamento na Capital Federal. Como não poderia ser diferente, o evento aconteceu regado a boas conversas e quitutes.

Na ocasião, estavam presentes além da equipe do Ideias na Mesa que idealizou e concebeu este projeto, 16 colaboradores de Brasília que enviaram receitas. Ao todo, o livro reuniu 96 preparações e contou com a participação de mais de 60 colaboradores e colaboradoras de todas as partes do Brasil. Um deles inclusive cedeu o espaço do Monardo café onde foi realizado o lançamento em Brasília deixando o clima ainda mais intimista. O público interagiu por cerca de 3 horas entre autógrafos, fotos e refeições.  

'Mais que Receitas - Comida de Verdade' leva esse nome não por acaso. Diferentemente dos livros de receitas tradicionais, ele está organizado em cinco capítulos nos quais as receitas reúnem características que ajudam a compreender e exercitar diferentes aspectos e etapas do sistema alimentar. Dessa forma, o ato de cozinhar se torna uma ferramenta para consumir e praticar a comida de verdade em seu sentido mais amplo. 

Iniciativa da Coordenação Geral de Educação Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (CGEAN/MDSA) e do Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição – Universidade de Brasília (OPSAN/UnB), a obra é gratuita e pode ser lida e compartilhada na biblioteca de publicações do Ideias. Além de receitas e belas ilustrações, o leitor encontrará dicas práticas sobre alimentos agroecológicos e informações sobre como tornar o cozinhar mais divertido e prático, e até entender como a alimentação influencia na biodiversidade e interfere nas mudanças climáticas.

Na mídia

A equipe do Ideias foi procurada para participar de uma matéria exibida no Bom dia DF na quinta feira (17/11) para apresentar o livro. No bate papo, alguns aspectos que diferenciam o 'Mais que Receitas' foram conversados, contando também com a presença da Eliane Regis, uma das colaboradoras de Brasília que levou uma de suas receitas e também preparou o bolo de hortelã e castanha do Pará enviado pela Fernanda Trigo, colaboradora de São Paulo. Assista a matéria.

A repórter Bárbara Lins ganhou um exemplar do livro e com ele um desafio, preparar uma das receitas. Ela fez bonito e no mesmo dia preparou uma receita da sessão de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC's), o "Bolo de Jatofubá" feito com farinha de jatobá. Confira o vídeo. E você, já preparou a sua receita? Não perca tempo, tem para todos os gostos e não esqueça de usar as #maisquereceitas #ideiasnamesa.

Para conferir as fotos do lançamento acesse o álbum.      




postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Quarta-feira, 16 de Novembro de 2016

O [Bilioteca do Ideias] de hoje apresenta o livro "Contextos, conflitos e escolhas em Alimentação e Bioética". Esse material consubstancia-se, sobretudo, em discussões e reflexões sobre alimentação em diferentes cenários. 

Considerando que o mundo atual necessita de esclarecimentos sobre alimentação, devido ao desenfreado consumo alimentar e do impacto disto na vida e dignidade humana, este livro traz considerações sobre os temas abordados que envolvem o direito humano à alimentação adequada, práticas e escolhas alimentares, responsabilidades, vulnerabilidade, autonomia, conflitos e condutas éticas, cuidados paliativos, comunicação de risco e beneficência.

A abordagem sobre os contextos urbanos e rurais onde a alimentação e a Bioética dialogam é refletida como recurso político e social neste livro. Além disto, aspectos legais, nutricionais, familiares, sociais e antropológicos que transmuta pelos ciclos da vida, desde a infância, adolescência, fim da vida e em doenças específicas são di- álogos encontrados nestes capítulos apresentados e são importantes enfrentamentos necessários para incorporar o diálogo da Bioética. Da mesma forma, pode-se encontrar os conflitos e as tomadas de decisão sobre a alimentação e seu impacto na saúde dos indivíduos em diferentes ciclos da vida, baseando-se nos princípios da Bioética e a atuação do Estado e da sociedade na busca de autonomia nos contextos da vida. 

O livro foi organizado a partir das discussões do Programa de Pós-graduação em Bioética da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, juntamente com os demais autores brasileiros que discutem essas temáticas e a intenção é fazer desse material, um referencial na discussão de Bioética e alimentação.

O livro está disponível na nossa biblioteca e pode ser acessado aqui.



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Segunda-feira, 14 de Novembro de 2016

Que tal ensinar crianças sobre escolhas alimentares saudáveis estimulando toda criatividade inerente á elas e as empoderando de autonomia para tal? Essa foi a proposta da experiência que o [Você no Ideias] de hoje traz.

O Projeto Sanduíche Imaginário teve uma proposta simples que primeiramente ensinou alguns princípios básicos da uma alimentação saudável para os alunos em sala e em seguida a prática de uma boa higienização das mãos, para então deixar os pequenos livres para montar sua própria refeição, nesse caso um sanduíche.

Foi proposto que criassem caricaturas nos sanduíches para tornar o momento da refeição mais prazeroso e divertido e deixá-los mais a vontade para que eles pudessem soltar sua imaginação.

Para saber mais sobre a experiência e seus resultados, clique aqui!


Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Claudia Beatriz de Medeiros, você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil! 



postado por Rafael Rioja Arantes em Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016

Alimentos orgânicos, já ouviu falar? Temas um pouco menos comuns como a produção agroecológica, técnicas agroflorestais e hortas comunitárias começam a também ser cada vez mais popularizados. No [Comida na Tela] de hoje sugerimos um documentário que revela a urgência destes modelos alternativos para solucionar o sistema agroalimentar insustentável que nos é imposto.

“O mundo segundo a Monsanto” é dirigido pela jornalista francesa Marie-Monique Robin e coproduzido entre França, Canadá e Alemanha. Com 108 minutos e lançado em 2008, o documentário continua a representar o cenário atual mesmo após quase uma década. Os relatos e dados apresentados contam a história da maior fabricante de sementes transgênicas mundial que se fundiu recentemente com a Bayer, outra gigante do ramo farmacêutico e dos agrotóxicos a adubos químicos. A multinacional é a maior produtora de grãos geneticamente modificados como milho, soja e algodão – um dos principais responsáveis pelo desmatamento e utilização intensiva de agrotóxicos no Brasil.

O carro chefe da marca é um agrotóxico chamado Round Up, feito a partir do ingrediente ativo glifosato que já foi banido em diversos países ao redor do mundo devido à sua alta toxicidade. Os impactos negativos para a população e o meio ambiente são extensos, e o documentário discute alguns deles. Questões envolvidas neste modelo insustentável como política, poder e dinheiro se sobressaem aos interesses da saúde coletiva e de direitos sociais, e também são questionados no documentário.

Entenda como é o mundo segundo a Monsanto, e como sem saber, nós vivemos nele:


 



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Quinta-feira, 10 de Novembro de 2016

No dia a dia do cozinhar muitas vezes deixamos de prestar atenção em todos os detalhes que envolvem esse contexto. Algumas minúcias escondidas que possuem, dependendo do olhar, facetas incrivelmente artísticas e belas. Pensando nisso, no [Mais que Ideias] de hoje vamos mostrar uma série fotográfica que traz um aspecto interessante de algumas misturas de alimentos cotidianas, porém vistas de um jeito inusitado: através das lentes de uma câmera fotográfica.

O projeto Bubbles foi feito em parceria pelo fotógrafo Adrian Mueller e a food stylist Takako Kuniyuki, e consiste em, com uma lente macro, fotografar algumas misturas sendo aquecidas em uma cozinha-estúdio. O resultado são imagens  surpreendentes que mostram como o ato de cozinhar pode ser alçado à categoria de arte.

Eles concentram-se em realçar as interações de ingredientes comuns que muitas vezes são negligenciados e geralmente não são imediatamente apreciados. Visando os detalhes que normalmente não vemos nem reconhecemos quando cozinhamos e comemos, a dupla se esforça para mostrar a beleza de pequenas coisas: os padrões maravilhosos que ocorrem quando diferentes ingredientes são misturados. Eles nos dão uma representação de diferentes combinações que o nariz poderia facilmente discernir, mas o cérebro não consegue traduzir visualmente do que se trata de uma forma tão direta.

Veja abaixo algumas das belas imagens, e aqui o projeto completo :

Azeite de oliva, gordura de frango, vinagre balsâmico, sal, pimenta e vinho branco

Ginger Ale, whiskey e gelo

Azeite, vinagre de sumo de maçã, vinagre de arroz e molho de soja

Vinagre de vinho tinto, cidra e azeite

Champanhe e pimenta caiena

E você, já parou pra reparar nas possiblidades e belezas artísticas das misturas alimentares?



postado por Isadora Dias Nunes de Sena em Quarta-feira, 09 de Novembro de 2016

As frutas tropicais nem sempre são apreciadas por pessoas de outras nacionalidades pela falta de hábito de consumo ou por não serem tão facilmente encontradas no mercado externo. E quando as encontram, os estrangeiros normalmente não sabem como consumi-las. Diante desse cenário, o [Biblioteca do Ideias] de hoje traz um livro que reuniu algumas frutas tropicais produzidas e consumidas no Brasil, cujas  formas de consumo podem ser consideradas diferenciadas.

O Brasil possui uma grande diversidade de frutas tropicais nativas e exóticas, ou seja, importadas de outros climas tropicais e adaptadas ao nosso ecossistema. "Para os estrangeiros, as fotografias das frutas presentes no livro passam a ser fundamentais, já que muitas são totalmente desconhecidas para eles", afirma o engenheiro da Embrapa, Marcos Maia, autor das fotos.

O conteúdo da publicação traz informações gerais sobre as frutas com enfoque no consumo. "É possível consumir as frutas com casca, inteira, com ou sem semente, com ou sem auxílio de talheres. E há, ainda, aquelas que só podem ser consumidas após processadas, na forma de suco, sorvete ou geleia, por exemplo.", conta a pesquisadora Virgínia da Matta, uma das autoras da publicação.

Produzido pela equipe da Embrapa Agroindústria de Alimentos e lançado na Feira Rio Alimentação Sustentável, durante as Olimpíadas no Rio de Janeiro, neste pequeno guia os textos são também em inglês e espanhol, ilustrados com fotografias das frutas selecionadas. Assim, espera-se que a publicação forneça aos leitores informações úteis que os ajudem a usufruir mais e melhor deste fantástico universo das frutas tropicais.

Veja a publicação na nossa biblioteca e se delicie com as frutas típicas do nosso país.



postado por Ana Maria Thomaz Maya Martins em Terça-feira, 08 de Novembro de 2016

No último fim de semana, o Ideias na Mesa foi assistir ao curta metragem “Incondicional”. O filme trata da problemática da alergia alimentar em crianças, abordando o drama de uma mãe desesperada, que persegue uma celebridade que ela acredita ser responsável pela morte de seu filho alérgico.

Após essa exibição participamos de um debate com especialistas sobre a alergia alimentar, os rótulos, a urgência no acesso às canetas de adrenalina e a importância do acolhimento das famílias na sociedade. Inspirados no tema e sensibilizados pela problemática de milhares de pessoas, o [Pensando EAN] de hoje vai discutir as estratégias utilizadas para proteger pessoas que possuem algum tipo de alergia alimentar.

No Brasil, cerca de 8% das crianças e 3% dos adultos possuem alergia alimentar, cujo tratamento demanda um cuidado especial em relação ao que é consumido. Assim, é imprescindível que os rótulos dos produtos industrializados tragam informações claras, legíveis, em língua portuguesa, incluindo dados sobre o risco de contaminação cruzada com outros alimentos, que não os declarados na lista de ingredientes.

Mas uma pesquisa do Datafolha, encomendada pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), organização que atua na área de promoção da saúde, mostrou que 48% dos brasileiros não têm o costume de ler as informações do rótulo. E entre os 52% que leem o rótulo, é alto o percentual daqueles que afirmam entender apenas "mais ou menos": 35% (outros 14% dizem que entendem bem e 3% dizem que não entendem).

Surge então o debate sobre a reformulação dos rótulos, para que de fato atendam as demandas do consumidor e transmitam informação clara e objetiva.

Para a nutricionista do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Ana Paula Bortoletto, falta transparência e clareza. “As pessoas já valorizam a informação do rótulo, mas, como há dificuldade de lê-lo, isso desestimula a procura-la”. O Idec fez um levantamento que mostrou ainda que o uso de letras pequenas, de termos técnicos – como chamar açúcar de “sacarose” – e a necessidade de fazer contas são os principais inimigos de quem tenta ler os rótulos.

As entidades de saúde e os movimentos de defesa do consumidor têm agitado essa discussão, e é nesse cenário que o Movimento Põe no Rótulo pressionou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária de tal forma, que a partir desse ano, é obrigatória a inclusão de alertas a alérgicos, caso o produto contenha amendoim, ovos, camarão, entre outros.

A RDC nº26, de 2 de julho de 2015 dispõe sobre os requisitos para a rotulagem obrigatória dos principais alimentos que causam alergias alimentares. Ela obriga a indústria alimentícia a declarar nos rótulos dos seus produtos a presença dos principais componentes que podem causar alergias alimentares. Os alergênicos devem ser destacados nos rótulos dos alimentos embalados na ausência do consumidor.

A medida exige que a informação seja colocada abaixo da lista de ingredientes. O prazo limite para adequação terminou no dia 3 de julho de 2016, mas os produtos que foram fabricados antes da data limite têm até o dia de sua validade para mudar suas embalagens. O objetivo é que os produtos que contenham esses alergênicos apresentem em seu pacote todas as informações necessárias para o cliente. Hoje, o brasileiro pode chegar ao supermercado e saber se o alimento que necessita contém o ingrediente que lhe causa alergia.

Para saber mais assista a essa matéria: 

O informativo da embalagem precisa estar abaixo da lista de ingredientes e dizer se o alimento contém ou possui probabilidade de conter o alergênico. A medida exige ainda, que as empresas coloquem o aviso em negrito e caixa alta.

Em resumo, o que mudou desde o dia 2 de julho foi o seguinte:

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aprovada em junho do ano passado, obriga a indústria alimentícia a informar nos rótulos a presença dos principais alimentos que levam a alergias alimentares. São eles: Oleaginosas; leite; trigo; cevada; centeio e aveia; crustáceos; ovo; soja; peixe.

O Ideias na Mesa sempre lembra que comer é um ato político e que as nossas escolhas podem mudar o ambiente no qual vivemos. Por isso, se encontrar um produto sem a rotulagem adequada à RDC 26/15, mande mensagem para ouvidoria@anvisa.gov.br, ligue nos SACs das empresas e exija essa informação e seja crítico ao escolher um produto que não atende às normas que beneficiam a população!

Depois da vitória dos rótulos para os alérgicos o movimento luta pela disponibilização das canetas de adrenalina. Para saber mais sobre esse movimento acesse o site do “Põe no Rótulo”.

Quanto à rotulagem, continuamos na luta para facilitar a leitura das informações que nos dão autonomia e permitem que façamos escolhas conscientes!



postado por Marina Morais Santos em Segunda-feira, 07 de Novembro de 2016

O [Você do Ideias] de hoje traz uma experiência repleta de afeto e lembranças, realizada pela Fundação Salvador Arena entre setembro e outubro deste ano, aproveitando o Dia Mundial da Alimentação. A ideia era desenvolver um projeto que fosse capaz de despertar reflexões sobre o significado da alimentação na vida das pessoas, considerando que o ato de se alimentar tem diferentes horizontes como a sua relação com o prazer, com a saúde e suas dimensões sociais e simbólicas.

Para isso, foi criada a exposição "Memórias Alimentares: Experiências Saborosas", cuja proposta é resgatar, junto aos funcionários da Fundação, suas próprias relações com os alimentos na forma de relatos, lembranças e fotos. O resultado foi uma exposição (que você pode conferir aqui) com lindos depoimentos, fotos e receitas, que relatam não apenas simples fatos do passado dos funcionários da Fundação, mas memórias repletas de sentimentos que mostram que comer realmente é um ato afetivo e simbólico. 

Segundo a Fernanda Trigo Costa, organizadora que compartilhou essa experiência na Rede, "Falar de memórias é pedir às pessoas que parem um instante no presente para pensar no passado, num passado às vezes distante, às vezes próximo, mas num passado que marcou suas vidas. Falar de memórias alimentares remete a aromas, sons, gostos, carinho, amor e tantas outras sensações que podem ser saboreados em cada um dos depoimentos, fotos e outros materiais que conpuseram esta exposição. Mais do que o jargão 'a gente é o que a gente come', esses depoimentos mostraram que 'a gente come o que a gente é'."

Para conhecer melhor essa experiência, dar uma olhada no Passo a Passo e no relato completo, clique aqui

Em 2016 queremos valorizar ainda mais as experiências de Educação Alimentar e Nutricional cadastradas na rede. Assim como a Fernanda Trigo Costa,  você pode ter a oportunidade de ter sua experiência divulgada aqui no Blog. Cadastre suas experiências de EAN e compartilhe com outros usuários suas vivências, ideias e desafios. Vamos fortalecer e qualificar nossas ações pelo Brasil!



postado por Marina Morais Santos em Sexta-feira, 04 de Novembro de 2016

Cozinhar é mais do que transformar alimentos em refeições para atender nossas necessidades nutricionais e fisiológicas; é uma manifestação de tradições, afeto e valores. Através do cozinhar, ganhamos autonomia sobre nossa própria alimentação e por isso a cozinha é lugar de todos! Para tornar essa prática possível, é preciso criar estratégias que permitam a participação de todos, considerando a diferença de cada um e criando, portanto, uma cozinha verdadeiramente inclusiva.

É nessa perspectiva que o casal Débora e Felipe Dable criaram o canal Chef Cenoura no Youtube! Lá, os dois ensinam receitas do tipo "comfort food" em duas línguas: a portuguesa e a LIBRAS (língua brasiliera de sinais). Assim, a dupla torna suas receitas acessíveis para o público surdo e para o público ouvinte, criando uma verdadeira Cozinha Inclusiva! No vídeo abaixo, a equipe do canal, que inclui o casal e também o videomaker Lucas Costa, conta a história da criação do "Chef Cenoura":

 

O canal inclui receitas deliciosas de massas, bruschettas, hambúrgueres vegetarianos, sobremesas e molhos e conta com um site, onde você encontra as receitas escritas também! Nas palavras de seus criadores "Este é um canal que vai ensinar receitas pensadas e feitas com muito amor. Aqui, todos são bem-vindos. Nossa proposta é uma cozinha inclusiva, descomplicada e que proporcione momentos de felicidade. Se você quer cozinhar e dar amor, aqui é seu lugar.". Abaixo, veja o casal preparando um delicioso Dahl de Lentilha: 




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